scholarly journals O ânimo das massas e a psicologia do sujeito mutilado

2022 ◽  
Vol 2 (25) ◽  
pp. 44-55
Author(s):  
Lucas Fiaschetti Estevez
Keyword(s):  

Leon Trotsky e Theodor Adorno desenvolveram interpretações a respeito do fascismo que apresentam tanto divergências como pontos de contato. Enquanto o primeiro priorizava a dimensão política do fenômeno, o segundo se debruçou sobre o fascismo naquilo que ele mobilizava de sofrimento psíquico nas massas. O presente artigo busca comparar essas duas posições, principalmente no tocante ao status que a dimensão subjetiva e a questão da irracionalidade ocupa na obra dos autores.


2020 ◽  
Vol 11 (2) ◽  
Author(s):  
Shirlene Santos Mafra Medeiros ◽  
Rita Maria Radl-Phillipp ◽  
José Gilliard Santos da Silva

O artigo em questão apresenta a construção coletiva de uma proposta pedagógica para a Escola Estadual Joaquim José de Medeiros, localizada na cidade de Cruzeta, no Estado do Rio Grande do Norte, e possui como base epistemológica a teoria social de George Herbert Mead, Jürgen Habermas e a teoria crítica da educação da Escola de Frankfurt, nas perspectivas de Max Horkheimer, Theodor Adorno (2003), Jürgen Habermas (2012); e, atualmente, de pesquisadores contemporâneos como Freire (2009), Radl-Philipp (1996, 1998, 2014), Bannell (2006), Pucci (2006), Santos (2007), Medeiros (2010-1016), Casagrande (2014) dentre outros autores que estudam Mead e as teorias críticas numa perspectiva emancipatória.



2013 ◽  
Vol 75 (1) ◽  
pp. 109
Author(s):  
Rubén Gallo
Keyword(s):  


2017 ◽  
Vol 3 (2) ◽  
pp. 80
Author(s):  
Iván Sánchez-Moreno
Keyword(s):  

Neste artigo partimos do conceito de ouvir música como atividade psicológica de primeira ordem, exclusivamente humana, que envolve os aspectos subjetivos particulares de relacionamento com uma realidade sonora. Sem dúvida a psicologia se preocupa com os aspectos subjetivos manifestos na experiência estética da música nas inúmeras situações relacionadas a esta experiência. Nosso trabalho pretende destacar o peso que tinha o modelo da subjetividade de Theodor Adorno em estudos relativos à psicologia da música e disciplinas relacionadas. Nós fornecemos uma perspectiva menos determinista que a classificação tipológica de Adorno sobre o ouvinte da música, perspectiva que não relega o sujeito a um papel passivo frente ao objeto musical. Oposto a isso, as propostas construtivistas de Vygotsky introduzem importantes mudanças na concepção psicológica da música, estabelecendo uma dialética entre o sujeito e as tecnologias de reprodução musical ao longo do século XX.



2017 ◽  
Vol 3 (2) ◽  
pp. 80
Author(s):  
Iván Sánchez-Moreno
Keyword(s):  

Neste artigo partimos do conceito de ouvir música como atividade psicológica de primeira ordem, exclusivamente humana, que envolve os aspectos subjetivos particulares de relacionamento com uma realidade sonora. Sem dúvida a psicologia se preocupa com os aspectos subjetivos manifestos na experiência estética da música nas inúmeras situações relacionadas a esta experiência. Nosso trabalho pretende destacar o peso que tinha o modelo da subjetividade de Theodor Adorno em estudos relativos à psicologia da música e disciplinas relacionadas. Nós fornecemos uma perspectiva menos determinista que a classificação tipológica de Adorno sobre o ouvinte da música, perspectiva que não relega o sujeito a um papel passivo frente ao objeto musical. Oposto a isso, as propostas construtivistas de Vygotsky introduzem importantes mudanças na concepção psicológica da música, estabelecendo uma dialética entre o sujeito e as tecnologias de reprodução musical ao longo do século XX.



Author(s):  
Gabriela Cruz

Grand Illusion is a new history of grand opera as an art of illusion facilitated by the introduction of gaslight illumination at the Académie Royale de Musique (Paris) in the 1820s. It contends that gas lighting and the technologies of illusion used in the theater after the 1820s spurred the development of a new lyrical art, attentive to the conditions of darkness and radiance, and inspired by the model of phantasmagoria. Karl Marx, Walter Benjamin, and Theodor Adorno have used the concept of phantasmagoria to arrive at a philosophical understanding of modern life as total spectacle, in which the appearance of things supplants their reality. The book argues that the Académie became an early laboratory for this historical process of commodification, for the transformation of opera into an audio-visual spectacle delivering dream-like images. It shows that this transformation began in Paris and then defined opera after the mid-century. In the hands of Giacomo Meyerbeer (Robert le diable, L’Africaine), Richard Wagner (Der fliegende Holländer, Lohengrin, and Tristan und Isolde), and Giuseppe Verdi (Aida), opera became an expanded form of phantasmagoria.



2001 ◽  
Vol 60 ◽  
pp. 232-233
Author(s):  
Gerd Callesen

This bibliography is quite an impressive effort. It is extensive, thorough, structurally sound, and contains excellent indexes. In short, it is a truly useful tool for anyone who, for scholarly or political reasons, takes an interest in Trotsky and Trotskyism. Of course, the definition of Trotskyism is somewhat blurred; too many people have used the concept subjectively, either with positive or negative connotations, for it to signify anything unambiguous. The Lubitzes have done their utmost to remedy this state of affairs by disregarding sectarian restraints and by choosing a broad approach to the subject; they have even gone to the extreme of including some anti-Trotskyist effusions of no real scholarly or current political value.



Angelaki ◽  
2019 ◽  
Vol 24 (5) ◽  
pp. 29-43
Author(s):  
Stephanie Belmer


Thesis Eleven ◽  
2021 ◽  
pp. 072551362110059
Author(s):  
Geoff Boucher

Frankfurt School critical theory is perhaps the most significant theory of society to have developed directly from a research programme focused on the critique of political authoritarianism, as it manifested during the interwar decades of the 20th century. The Frankfurt School’s analysis of the persistent roots – and therefore the perennial nature – of what it describes as the ‘authoritarian personality’ remains influential in the analysis of authoritarian populism in the contemporary world, as evidenced by several recent studies. Yet the tendency in these studies is to reference the final formulation of the category, as expressed in Theodor Adorno and co-thinkers’ The Authoritarian Personality (1950), as if this were a theoretical readymade that can be unproblematically inserted into a measured assessment of the threat to democracy posed by current authoritarian trends. It is high time that the theoretical commitments and political stakes in the category of the authoritarian personality are re-evaluated, in light of the evolution of the Frankfurt School. In this paper, I review the classical theories of the authoritarian personality, arguing that two quite different versions of the theory – one characterological, the other psychodynamic – can be extracted from Frankfurt School research.



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