scholarly journals Insecticide effects of Ruta graveolens, Copaifera langsdorffii and Chenopodium ambrosioides against pests and natural enemies in commercial tomato plantation

2011 ◽  
Vol 33 (1) ◽  
Author(s):  
Germano Leão Demolin Leite ◽  
Flávia Silva Barbosa ◽  
Sérgio Monteze Alves ◽  
Aline Fonseca Nascimento ◽  
Vinícius De Abreu D'Ávila ◽  
...  
2017 ◽  
Vol 2 (2) ◽  
pp. 144-159 ◽  
Author(s):  
Paulo Henrique da Silva ◽  
Ykaro Richard Oliveira ◽  
Maria Carolina de Abreu

Este estudo direcionou-se a inventariar as plantas úteis cultivadas em quintais na comunidade rural de Aroeiras, município de Monsenhor Hipólito-PI, alocar as espécies citadas em categorias de uso, bem como delinear o perfil socioeconômico dos envolvidos na pesquisa, para assim conhecer e registrar o conhecimento tradicional local. O trabalho de campo foi realizado de fevereiro a maio de 2014, mediante entrevistas semi-estruturadas, fazendo uso do método bola-de-neve para a seleção dos participantes. Utilizou-se também a técnica da turnê-guiada pelos quintais e, simultâneo ao levantamento de dados, foram coletadas amostras das plantas citadas, as quais foram herborizadas segundo técnicas usuais em taxonomia vegetal, onde o sistema de classificação APG III foi o adotado. Dos 71 indivíduos entrevistados, 87,32% pertencem ao sexo feminino. Foram levantadas 188 espécies, pertencentes a 68 famílias, onde as mais representativas foram a Fabaceae e Lamiaceae. Quanto às categorias de uso, a ornamental, medicinal e alimentar foram as mais representativas. Chenopodium ambrosioides, Aloe vera e Ruta graveolens foram as espécies em que se encontrou os maiores valores de uso para a localidade estudada


2012 ◽  
Vol 14 (1) ◽  
pp. 76-83 ◽  
Author(s):  
J.P.G.F. Silva ◽  
R.R.C. Zaché ◽  
E.L.L. Baldin ◽  
F.B. Oliveira ◽  
E.R Valtapeli

Bemisia tabaci biótipo B é um dos principais insetos-praga na cultura da abobrinha (Cucurbita pepo L.). O manejo dessa mosca-branca tornou-se grande desafio aos agricultores, uma vez que esta apresenta rápida capacidade de desenvolver resistência a diferentes classes de inseticidas. Como alternativa vem sendo investigado o uso de extratos vegetais com atividades inseticida e/ou insetistática, os quais têm revelado resultados promissores no combate a inseto. O presente trabalho teve por objetivo avaliar os possíveis efeitos de sete extratos provenientes de cinco espécies vegetais, Ruta graveolens L. (folhas), Azadirachta indica A. Juss. (folhas + ramos), Trichilia pallida Swartz (ramos), T. pallida (folhas), A. indica (amêndoas), Chenopodium ambrosioides L. (inflorescências + ramos+ folhas) e Mentha pulegium L. (folhas), sobre Bemisia tabaci biótipo B em abobrinha, por meio de testes de repelência e deterrência para oviposição. Em teste com chance de escolha, avaliou-se a atratividade e determinou-se o índice de repelência após 6, 24 e 48 horas da aplicação dos extratos. A oviposição foi verificada após a terceira contagem do número de adultos. O extrato à base de folhas de M. pulegium mostrou repelência e deterrência à oviposição de B. tabaci biótipo B, podendo ser recomendado como alternativa para o manejo do inseto.


2007 ◽  
Vol 25 (4) ◽  
pp. 602-606 ◽  
Author(s):  
Edson LL Baldin ◽  
Douglas R Souza ◽  
Efrain S Souza ◽  
Ronaldo A Beneduzzi

Visando buscar métodos alternativos no controle da mosca-branca Bemisia tabaci (Gennadius) biótipo B em tomateiro, foram realizados testes de atratividade e preferência para oviposição em casa-de-vegetação, utilizando-se quatorze extratos aquosos a 3% (peso/volume). Os extratos foram preparados com partes de Azadirachta indica, Trichilia pallida,Chenopodium ambrosioides,Piper nigrum,Melia azedarach,Ruta graveolens,Ricinus communis,Mentha pulegium,Tagetes erecta,Eucalyptus citriodora,Cymbopogon nardus e Coriandrum sativum. Numa segunda etapa, os extratos mais eficientes em casa-de-vegetação foram observados em laboratório, a fim de avaliar o possível efeito sistêmico dos mesmos sobre ninfas da mosca-branca. Constatou-se que as plantas de tomateiro pulverizadas com extratos à base de folhas de M. pulegium e folhas e sementes de A. indica foram menos atrativas aos adultos do inseto. Plantas pulverizadas com extratos de folhas de A. indica e folhas + ramos de R. communis mostraram efeitos deterrentes à oviposição do inseto, reduzindo o número de ovos; em contrapartida, o extrato à base de folhas de C. nardus estimulou a oviposição da mosca-branca sobre as plantas. O uso dos extratos por via sistêmica não afetou o período de desenvolvimento (ovo-adulto) da mosca-branca; entretanto, a presença de extratos de sementes e folhas de A. indica e de folhas de M. pulegium provocou aumento significativo na mortalidade de ninfas de B. tabaci biótipo B.


2014 ◽  
Vol 44 (4) ◽  
pp. 457-472 ◽  
Author(s):  
Silvia Patricia Flores Vásquez ◽  
Maria Silvia de Mendonça ◽  
Sandra do Nascimento Noda

A utilização de plantas medicinais é uma prática comum entre as populações humanas. O presente trabalho teve por objetivo efetuar levantamento etnobotânico sobre o conhecimento e uso das plantas medicinais em quatro comunidades ribeirinhas do Município de Manacapuru. Foram coletadas informações de 164 moradores locais, selecionados aleatoriamente, por meio de entrevistas semi-estruturadas, observações participantes e visitas guiadas. Os problemas de saúde citados foram classificados de acordo com a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10) e índices de concordância foram utilizados para identificar os principais usos de cada espécie. Identificaram-se 171 plantas medicinais, pertencentes a 65 famílias. Lamiaceae (14 espécies), Asteraceae (9 espécies), Fabaceae e Euphorbiaceae (8 espécies) foram as famílias mais comuns. As espécies mais citadas foram Mentha arvensis (hortelã), Ruta graveolens (arruda) e Citrus sinensis (laranja). As folhas foram as partes da planta mais utilizadas e a decocção da folha o procedimento mais comum usado para preparar medicamentos. Os problemas mais comuns citados foram doenças do aparelho digestivo, doenças do aparelho respiratório e problemas com sintomas não classificados. Plantas com índices de concordância maior que 25% foram Plectranthus amboinicus, Chenopodium ambrosioides, Citrus aurantiifolia, Acmella oleracea, Plectranthus barbatus, Mentha arvensis, Citrus sinensis, Lippia origanoides, Lippia alba, Cymbopogon citratus e Ruta graveolens. Estes resultados confirmam que as populações que vivem em Manacapuru ainda utilizam plantas medicinais como uma das formas de tratar suas doenças mais frequentes.


Author(s):  
Márcia Regina Antunes Maciel ◽  
Germano Guarim Neto

O 'benzimento' é forma antiga no tratamento de várias doenças, utilizada na Europa desde a Idade Média. No Brasil, os benzedores surgiram a partir do século XVII. Interpretações dos conhecimentos, uso tradicional dos recursos vegetais e manejo realizado por benzedores, raizeiros e parteiras são fonte de pesquisa nos estudos etnobotânicos. Benzedores indicam plantas para efeito de cura ou como amuletos protetores, com a presença destas formas de uso da flora na cultura popular. Este estudo foi realizado em Juruena, Mato Grosso, com aplicação de técnicas de observação participante, entrevistas semi-estruturadas (questões abertas/fechadas) gravadas e amostras intencionais e a realizção de coleta de material botânico, depositado no Herbário da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT). Teve o objetivo de compreender a importância das benzedeiras, identificar etnobotanicamente as plantas utilizadas, formas de prescrição e manipulação. Foram entrevistadas quatro benzedeiras no período de setembro de 2002 a novembro de 2003, as quais demonstraram um conhecimento etnobotânico expressivo. Estas benzem, preparam e receitam chás, garrafadas, banhos e ungüentos. As enfermidades tratadas foram agrupadas em duas categorias: doenças físicas (dorde-dente, dor-de-barriga, verminoses, cobreiro, arca-caída, rendidura, erisipela etc) e doenças espirituais (quebranto, mau-olhado, pessoas carregadas, encosto). Foram relatadas 87 etnoespécies, distribuídas em 31 famílias botânicas, dentre as quais se salientam erva-de-Santa-Maria (Chenopodium ambrosioides L.), chapéu-de-couro (Echinodorus macrophyllus MIq.), quina-do-mato (Strychnos sp St.Hil.), ipê-roxo (Tabebuia heptaphylla (Vell.) Toledo), arruda (Ruta graveolens L.), guiné (Petiveria alliacea L.) e comigo-ninguém-pode (Dieffenbachia picta L). A medicina popular praticada pelas benzedeiras vem ao encontro dos anseios das pessoas que buscam alívio para seus males, com valores e herança cultural inseridos nesta prática de benzimento, que se mantém viva em Juruena


2014 ◽  
Vol 16 (3) ◽  
pp. 499-504 ◽  
Author(s):  
J.E. Girão Filho ◽  
F. Alcântara Neto ◽  
L.E.M. Pádua ◽  
E. F Pessoa

O objetivo desta pesquisa foi avaliar o potencial inseticida de Piper nigrum L. (pimenta do reino), Ruta graveolens L. (arruda), Laurus nobilis L. (louro), Syzygium aromaticum (L.) Merr. & L.M.Perry (cravo da índia), Chenopodium ambrosioides L. (mastruz), Piper tuberculatum Jaqc. (pimenta de macaco), Tagetes erecta L. (cravo de defunto), Cymbopogon nardus L. (citronela) e Melissa officinalis L. (erva cidreira) sobre Z. subfasciatus Boh. através dos testes de confinamento, onde os insetos foram confinados durante cinco dias em um recipiente contendo dez grãos de feijão-fava com 0,3 g do pó da planta a ser testada, e, com chance de escolha por meio de uma arena circular, os insetos tiveram a possibilidade de escolha entre grãos com os pós e a testemunha, grãos sem pó das plantas. Observou-se que houve plantas que atuaram como inseticida, outras que repeliram o inseto e não causaram a morte, e outras, que além de repelir também mataram os insetos quando em contato (cravo da índia e matruz). Concluímos que: P. nigrum, P. tuberculatum, S. aromaticum e C. ambrosioides são tóxicas à Z. subfasciatus causando-lhes a morte, L. nobilis, T. erecta, e C. nardus não apresentaram efeito tóxico sobre Z. subfasciatus, C. ambrosioides, S. aromaticum, e C. nardus são repelentes à Z. subfasciatus; P. nigrum, P. tuberculatum, e T. erecta são neutras, e que M. officinalis não apresentou nenhum efeito sobre Z. subfasciatus em relação aos parâmetros avaliados.


2014 ◽  
Vol 2014 ◽  
pp. 1-9 ◽  
Author(s):  
Aline Cavalcanti De Queiroz ◽  
Thays de Lima Matos Freire Dias ◽  
Carolina Barbosa Brito Da Matta ◽  
Luiz Henrique Agra Cavalcante Silva ◽  
João Xavier de Araújo-Júnior ◽  
...  

This study investigates the leishmanicidal activity of five species of plants used in folk medicine in endemic areas of the state of Alagoas, Brazil. Data were collected in the cities of Colonia Leopoldina, Novo Lino, and União dos Palmares, Alagoas state, from patients with cutaneous leishmaniasis (Leishmania amazonensis) who use medicinal plants to treat this disease. Plants extracts were tested at a concentration of 1–100 μg/mL in all experiments, except in an assay to evaluate activity against amastigotes, when 10 μg/mL was used. All plants extracts did not show deleterious activity to the host cell evidenced by LDH assay at 100, 10, and 1 μg/mL after 48 h of incubation. The plants extractsHyptis pectinata(L.) Poit,Aloe veraL.,Ruta graveolensL.,Pfaffia glomerata(Spreng.) Pedersen, andChenopodium ambrosioidesL. exhibited direct activity against extracellular forms at 100 μg/mL; these extracts inhibited growth by 81.9%, 82.9%, 74.4%, 88.7%, and 87.4%, respectively, when compared with promastigotes. The plants extractsH. pectinata, A. vera,andR. graveolensalso significantly diminished the number of amastigotes at 10 μg/mL, inhibiting growth by 85.0%, 40.4%, 94.2%, and 97.4%, respectively, when compared with control. Based on these data, we conclude that the five plants exhibited considerable leishmanicidal activity.


2009 ◽  
Vol 76 (3) ◽  
pp. 401-408
Author(s):  
E.S. Souza ◽  
E.L.L. Baldin

RESUMO O presente trabalho teve por objetivo avaliar o efeito de pós provenientes de 4 espécies vegetais e de terra diatomácea, em diferentes concentrações, impregnados a grãos de feijoeiro, sobre a oviposição e alguns parâmetros biológicos de Zabrotes subfasciatus (Boheman, 1833) (Coleoptera: Chrysomelidae: Bruchinae) criados em feijão, Phaseolus vulgaris, variedade IAC-Carioca sob condições de laboratório (T = 25 ± 2º C, U.R. = 70 ± 10% e fotofase de 12h). Foi realizado um experimento em esquema fatorial, utilizando-se os tratamentos tipos de pós (quatro pós vegetais, pó de diatomácea e a testemunha) e concentrações (0,1%, 0,5%, 1,0%, 2,0% e 3,0%), em delineamento inteiramente casualizado, com 10 repetições. Cinco casais do bruquíneo foram colocados no interior de recipientes plásticos contendo 10 g de grãos do feijão impregnados com as diferentes concentrações dos pós. Avaliaram-se os seguintes parâmetros biológicos: oviposição, viabilidade larval, número e peso de adultos emergidos. A interação dos diferentes pós com as concentrações foi significativa para todos os parâmetros avaliados, indicando que o aumento da concentração eleva a eficiência dos materiais contra o bruquíneo. Os tratamentos à base de pó de folhas de Mentha pulegium L. e de terra diatomácea apresentaram as maiores eficiências, seguidos pelo pó de folhas + ramos + inflorescência de Chenopodium ambrosioides L. e de folhas de Ruta graveolens L.; o pó de sementes de Azadirachta indica A. Juss. revelou os menores índices de eficiência no controle alternativo de Z. subfasciatus.


2018 ◽  
Vol 7 (4) ◽  
Author(s):  
Diego Romário da Silva ◽  
Sabrina Avelar de Macedo Ferreira ◽  
Tainá Souza Silva ◽  
Pedro Henrique Sette-de-Souza ◽  
Andréa Cristina Barbosa da Silva

As plantas medicinais e aromáticas são usadas pela população para o tratamento de doenças desde a antiguidade. Esse conhecimento empírico é usado como orientação para condução de estudos de definição da propriedades biológicas dessas plantas. Apesar da rica biodiversidade da flora brasileira, os estudos nacionais nesta área ainda são incipientes. O objetivo deste estudo foi analisar a atividade antimicrobiana do extrato hidroetanólico de duas plantas do Curimataú paraibano (C. ambrosioidese e R. graveolans) contra S. mutans. Os extratos hidroetanólicos foram obtidos por rotaevaporação. A susceptibilidade microbiana foi realizada por meio da técnica da microdiluição em caldo para obtenção da Concentração Inibitória Mínima (CIM). C. ambrosioidese e R. graveolans não apresentaram atividade antimicrobiana para S. mutans em concentrações ≤ 400 µg/mL. As plantas estudadas não apresentaram atividade antimicrobiana contra S. mutans nas concentrações analisadas. A análise das frações do extrato e/ou suas moléculas isoladas podem permitir vislumbrar resultados diferentes.Descritores: Plantas Medicinais; Streptococcus mutans; Cárie Dentária.


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