The Conservative View: Edmund Burke, Alexis de Tocqueville, and Michael Oakeshott

Author(s):  
Steven M. DeLue ◽  
Timothy M. Dale

1998 ◽  
Vol 60 (3) ◽  
pp. 435-464 ◽  
Author(s):  
Sanford Lakoff

Alexis de Tocqueville is not easily characterized as either a liberal or a conservative. In this respect he resembles Edmund Burke. Both may be best understood as “liberal conservatives”—figures who straddled both camps. On a number of specific dimensions, including their attitudes toward aristocracy, colonialism, property, rationalism, the tyranny of the majority, pluralism, and the meaning of history, they are remarkably similar. Their thinking foreshadows the rapprochement between liberals and conservatives in the latter half of the twentieth century reflected in the prominence of right-of-center parties and leaders and in the work of such political thinkers as Raymond Aron and Michael Oakeshott.



Author(s):  
Helio Cannone

Este trabalho pretende-se uma análise comparativa do uso da História para compreensão da política em Edmund Burke e em Alexis de Tocqueville, a partir das respectivas obras de crítica a revolução francesa dos autores. A hipótese que se busca justificar é que os dois se encontram entre um conceito de História como mestra da vida e uma filosofia da História moderna, que comporta em si a ideia de aperfeiçoamento.





Author(s):  
Vitor Moreno Soliano Pereira

O estudo enfrenta a tradicional questão sobre o tipo de relação que deve existir entre sociedade civil e Estado. Inicialmente, destrincha as características que marcam a tradição anglo-americana.  Na  sequência,  analisa  o  pensamento  de  dois  filósofos  políticos fundamentais que vêm recebendo pouca atenção da comunidade acadêmica: Edmund Burke e Michael Oakeshott. Separados por mais de dois séculos, os autores defendem um tipo específico de relação entre sociedade civil e Estado a partir de pressupostos similares, advogando a favor da existência de uma sociedade não intermediada por estruturas estatais. Conclui pela tentativa de refutação da “falácia do planejamento”.



Author(s):  
Andrey Mintchev

In Assassin’s Creed Unity, the historical narratives of Thomas Paine, Edmund Burke, Alexis de Tocqueville, François Furet, and Peter McPhee are presented in a way that capitalizes on the virtual and tangible characteristics of gaming. By isolating the historical accounts of the French Revolution, Ubisoft Entertainment has created a stimulating and cinematic experience that challenges the unwavering pedagogy of French historiography. Due to the nature of videogames, Assassin’s Creed Unity serves as a gateway to understanding the French Revolution through the immersive qualities of simulation. The game safely navigates around the historicity of the event by recreating the vibrant landscapes of Paris and filling its streets with believable characters, models, player-driven decisions, and a historically-rich narrative. To this effect, Assassin’s Creed Unity inevitably collides with the opinions of several historians in a way that passively educates its audience on the overall history of 1790's France—making the game an invaluable tool for learning about the French Revolution. 



2019 ◽  
Vol 16 (2) ◽  
pp. 155-164
Author(s):  
Pablo Fernando Campos Pimentel

Este artigo procura apresentar uma visão qualificada acerca do ceticismo político em pensadores de tradição de língua inglesa denominados conservadores. Essa tradição de pensamento demonstra uma profunda desconfiança com respeito ao que é possível em termos de aprimoramento humano no que tange a esfera da política. É possível conceber esse ceticismo como herdeiro de um ceticismo epistemológico, como o de Hume. Perceberemos que o ceticismo e anti-racionalismo de Edmund Burke inspirou obras como a de Michael Oakeshott, que levanta a discussão a respeito de duas vertentes políticas, diferentes daquelas comumente debatidas, a saber, aquilo que este denominou política da fé e política do ceticismo. Delimitando, assim, os últimos quinhentos anos de história da Europa como sendo fruto da flutuação entre um polo e outro.



2020 ◽  
Vol 23 (2) ◽  
pp. 223-234
Author(s):  
Osmir Dombrowski

Resumo Baseado na análise dos textos seminais: Reflexões sobre a Revolução em França, de Edmund Burke; Ser Conservador, de Michael Oakeshott e Por que não sou Conservador, de Friedrich A. Hayek, este ensaio apresenta ao leitor os princípios fundamentais do conservadorismo moderno originalmente articulado em oposição ao liberalismo, ao mesmo tempo em que expõe criticamente os elementos teóricos que permitem sustentar a contraditória aliança política condensada na expressão conservador nos costumes e liberal na economia.





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