REVISTA DIÁLOGOS DO DIREITO - ISSN 2316-2112
Latest Publications


TOTAL DOCUMENTS

100
(FIVE YEARS 0)

H-INDEX

0
(FIVE YEARS 0)

Published By Cesuca - Centro Ensino Superior De Cachoeirinha

2316-2112

2016 ◽  
Vol 5 (9) ◽  
pp. 158
Author(s):  
Celso Augusto Nunes da CONCEIÇÃO ◽  
Angela KRETSCHMANN
Keyword(s):  

<p>O pensamento contrassensual ou inconsistente sempre causa desconforto intelectual quando uma decisão foge ao bom senso de qualquer situação. É justamente do que trata a obra “O Estrangeiro”, de Albert Camus, em que o personagem principal foi condenado não pelo seu crime, mas pela sua conduta social. E como recentemente o Brasil aplicou o Acordo Ortográfico de 2009, mesmo sabendo que os outros países lusófonos ainda o estão discutindo, a relação entre a obra e esse “(des)acordo” hibridiza tanto a expressão “estrangeiro” como os absurdos ocorridos nos dois casos. A partir disso, é possível apresentar o percurso de ambos e as suas vicissitudes que geraram os argumentos falaciosos constituintes das absurdidades.</p><p> </p><p><strong> </strong></p><p> </p>



2016 ◽  
Vol 5 (9) ◽  
Author(s):  
Renato Da Silva SELAYARAM
Keyword(s):  

<em>A partir do livro O estrangeiro, de Albert Camus, procuramos fazer uma leitura dos conceitos de multiculturalismo, cidadania e globalização, vinculando-os e mostrando as diferenças e proximidades existentes entre eles. A negação, consciente ou inconsciente, em reconhecer direitos àquele que não pertence a uma determinada comunidade não é algo novo. Entretanto, torna-se preocupante, sobretudo neste inicio de século, quando mais do que em qualquer outra época é necessária uma política de Estado para a sua assimilação.</em>



2016 ◽  
Vol 5 (9) ◽  
Author(s):  
Claudio MARASCHIN
Keyword(s):  

Este artigo pretende analisar de forma simples e breve o romance “O Estrangeiro”, do autor Albert Camus, procurando identificar aspectos que possam contribuir na reflexão sobre o Direito, enquanto ciência interdisciplinar, especialmente no que diz respeito às influências dos pré-juízos ou pré-conceitos morais no ato de julgar, em detrimento dos fatos geradores de ilicitude legalmente prevista e os riscos de tal caminho para o Estado de Direito.



2016 ◽  
Vol 5 (9) ◽  
Author(s):  
Ney WIEDEMANN NETO ◽  
Paulo Alex Da Silva SOUZA
Keyword(s):  

<p class="Estilo1"><em>O texto examina </em><em>o livro</em><em> “</em><em>O Estrangeiro</em><em>”, de </em><em>Albert Camus</em><em>, e a sua atualidade, </em><em>em uma</em><em> aproximação entre o Direito e a Literatura, com foco na questão da</em><em> retórica jurídica.</em></p>



2016 ◽  
Vol 5 (9) ◽  
Author(s):  
Emerson De Lima PINTO ◽  
Leonardo Marques KUSSLER
Keyword(s):  

<p>Ser estrangeiro significa estar alheio a um determinado conjunto de regras, de direitos, de deveres, de costumes. <em>L’Étranger</em>, de Albert Camus, revela um sujeito que vive na condição de estrangeiro dentro de sua própria comunidade exclusivamente por não conseguir se expressar de acordo com o padrão comportamental esperado em um determinado grupo de seres humanos. Outra situação de ser estrangeiro é a vivida por aqueles que saem de seus países para viver uma vida diferente em uma realidade de um país que não lhe é próprio, com o qual ainda não se formaram raízes, o que implica uma série de questões filosóficas, jurídicas e sociais. Na primeira seção deste artigo, abordaremos a obra camusiana e explicitaremos, hermeneuticamente, a relevância de alguns conceitos que nos ajudam a compreender a relação do <em>ser estrangeiro</em> no Brasil. Na segunda seção, destacaremos o status do estrangeiro, sob a perspectiva do <em>manual do estrangeiro</em>, que apresenta o aparato legal brasileiro com relação aos direitos e deveres do estrangeiro em solo brasileiro, e sua adequação ao Direito Internacional com relação ao acolhimento e ao tratamento destes.</p>



2016 ◽  
Vol 5 (9) ◽  
Author(s):  
Ramiro Ferreira FREITAS
Keyword(s):  

<p>O presente artigo pretende investigar como a obra <em>O Estrangeiro</em>, de Albert Camus, pode apresentar contribuição relevante para formação de uma consciência jurídica sustentada por (pré)conceitos. Através de consulta bibliográfica e reflexão pessoal, foi possível sublinhar mecanismos (quase sempre imperceptíveis ao observador descuidado) com potenciais aplicações irracionais por parte de membros do alto escalão decisório. As escolhas feitas pelos tribunais ou, até mesmo, por juízes, precisam, sempre, atender às evidências (extraídas dos fatos relevantes) e não podem, ao arrepio do bom senso, ganhar tom inquisitorial contrário ao Estado Democrático.</p>



2016 ◽  
Vol 5 (9) ◽  
Author(s):  
Luis ROSENFIELD
Keyword(s):  

<p>O presente ensaio busca investigar as implicações entre narratividade, normatividade e coerência a partir do romance <em>O estrangeiro</em> (1942), do escritor franco-argelino Albert Camus. Destaca-se a noção de <em>ausência de coerência narrativa</em> do protagonista-narrador da obra, Mersault como forma de demonstrar a natureza comunicativa e linguística do direito, e das implicações desse fenômeno. Procura-se, com isso, sublinhar a importância da narratividade no direito, e de como isso se apresenta  como condição de possibilidade para compreensão de determinados fenômenos jurídicos.</p>



2016 ◽  
Vol 5 (9) ◽  
Author(s):  
Mariana Menna Barreto AZAMBUJA
Keyword(s):  

<p>A bela obra existencialista de Albert Camus nos faz refletir acerca do valor do afeto das relações parentais. O protagonista se mostra frio e indiferente frente à morte da mãe, o que de certa forma colaborará para um trágico desfecho em sua vida. O presente artigo busca uma reflexão a respeito da possibilidade ou não de responsabilizar civilmente um sujeito pela falta de afeto ou pelo abandono, analisando as implicações jurídicas do caso. Com um enfoque prático da questão, a obra “O Estrangeiro” será analisada em paralelo à discussão jurídica, tendo em vista que o livro relata um bom exemplo de um filho que não demonstra se importar com a perda da mãe.</p>



2016 ◽  
Vol 5 (9) ◽  
Author(s):  
JOSEANE MARIELE SCHUCK PINTO
Keyword(s):  

<p align="center"><strong><strong>RESUMO</strong>:<strong> </strong>O presente objetiva, sob a ótica das relações internacionais, comparar a obra de Albert Camus: O Estrangeiro, que bem retrata um cenário de preconceitos e intolerância em relação ao personagem principal,  Meursault, com a questão migratória contemporânea.  Ocorre que a obra remonta ao cometimento do homicídio de um árabe pelo protagonista, dando início ao seu julgamento. Destaca-se que Meursault foi considerado culpado não pelo crime de homicídio, mas por desrespeitar preceitos morais reconhecidos como absolutos pela sociedade local. E, nesse sentido se procurará relacionar a intolerância enfrentada pelos migrantes, em um contexto do não reconhecimento do outro, enquanto outro, deflagrando, por sua vez a xenofobia.</strong></p>



2016 ◽  
Vol 5 (9) ◽  
Author(s):  
José Ignacio Núñez LEIVA
Keyword(s):  


Sign in / Sign up

Export Citation Format

Share Document