Observa-se que após realização das experiências durante esse período de anos trabalhados com os alunos especiais a educação inclusiva obteve maiores sucessos no processo de ensino e aprendizado, quando foram utilizadas diversas metodologias, que por sua vez são relatadas pelos próprios estudantes públicas alvo da educação inclusiva. As metodologias por meio de projetos de ensino foram preponderantes para o crescimento profissional, pois, verificou-se que os materiais concretos revolucionam a aprendizagem dos alunos especiais quando trabalhados de forma orientada sistematicamente e com apoio de todos os profissionais da escola, gestores, alunos, família e comunidade. Os comportamentos dos alunos com deficiências intelectuais e autistas permutaram gradativamente para melhor na comunicação, socialização, linguagem verbal e não verbal, autoestima, criticidade, criatividade, inovação, desenvolvimento sustentável, empreendedorismo, alunos que não apresentavam perspectiva de vida, aparentando pacatos, calados, cabisbaixos, ora agressivos, ora agitados, transformaram repentinamente se tornando falantes, socializados, inovadores, pesquisadores, críticos, bem humorados com os colegas, profissionais da escola e a comunidade. Atualmente, são sonhadores em ganhar seu próprio sustento através de suas habilidades: Desenvolveram habilidades motoras, a afetividade, percepção, conceitos de quantidade, qualidade, distância, lateralidade, reaproveitamento de materiais, conservação do meio ambiente – nosso habitat, noções de tempo, espaço, localização geográfica, potencialidades, diâmetro, área, perímetro, grandezas, ordem crescente, decrescente, sequenciação, produção de discursos, vídeos, relatos, experiências químicas, sensação de calor, terminologia, alimentação saudável, saúde física, mental e social, interatividade dentro e fora da escola e economia. Qualquer escola seja ela municipal estadual ou federal poderá trabalhar com essa metodologia explorando as potencialidades e habilidades dos alunos especiais, o que necessita é de um acompanhamento assíduo intervindo quando necessário para resolver possíveis conflitos entre os estudantes ou entre profissionais de trabalho. Sempre dialogando e solucionando – os de forma unânimes as divergências surgidas visando sempre o bem estar, aprendizagem sólida, prazerosa, significativa propiciando avanços na educação inclusiva e no ensino regular, em todos os níveis de aprendizagem desde a infância até ao ensino superior. A presente pesquisa pretende apresentar que é possível ter uma Educação Pública de qualidade atendendo de forma quantitativa e qualitativa, quando propomos um trabalho equitativo de atendimento humanizado aos estudantes.