Revista Médica da UFPR
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Published By Universidade Federal Do Parana

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2017 ◽  
Vol 4 ◽  
pp. 1
Author(s):  
Débora Carla Chong e Silva

Resumos para a Jornada de Pediatria



2017 ◽  
Vol 4 ◽  
pp. 1
Author(s):  
Débora Carla Chong e Silva

Resumos para a Jornada de Pediatria



2017 ◽  
Vol 4 ◽  
pp. 3
Author(s):  
Mauricio De Carvalho

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE RESIDÊNCIA DE CLÍNICA MÉDICA DO HOSPITAL DE CLÍNICAS



2017 ◽  
Vol 4 (2) ◽  
pp. 93
Author(s):  
Pedro Henrique Pedruzzi Segato ◽  
Lucas Wagner Görtz ◽  
Maurício Carvalho


2017 ◽  
Vol 4 (2) ◽  
pp. 97
Author(s):  
Debora Cristina Besen ◽  
Caio Cesar Cervi Lagana ◽  
Marcela Robl ◽  
Sthefanie Giovanna Pallone ◽  
Karina Zanlorenzi Basso Manosso ◽  
...  


2017 ◽  
Vol 4 (2) ◽  
pp. 55
Author(s):  
Jocemara Gurmini ◽  
Élida Batista Porello ◽  
Marcela Schmitt Santos Belleza ◽  
Kenedi Novak Silva ◽  
Solena Ziemer Kusma

A Alimentação Complementar é de suma importância no desenvolvimento neuropsicomotor da criança. O presente trabalho teve o objetivo de analisar essa prática em uma amostra da população de Curitiba. Foi realizado um estudo observacional transversal, através da avaliação de um questionário e dados antropométricos (peso e altura) de 80 crianças de 0 a 2 anos de idade que frequentam a rede pública de ensino de Curitiba, comparando os resultados com os dados recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Os resultados mostraram que 79% das famílias contavam com renda familiar inferior a 3 salários mínimos; 57,5% das crianças encontravam-se na categoria de sobrepeso e apenas 13,75% das crianças receberam aleitamento materno exclusivo por pelo menos 6 meses (como recomendado pela OMS), sendo que 15% da amostra não recebeu leite materno em nenhum momento. Conclui-se que o índice de sobrepeso nesta população é alarmante, bem como a falta de aderência às recomendações médicas



2017 ◽  
Vol 4 (2) ◽  
pp. 87
Author(s):  
Gilciane Ribeiro Gonçalves ◽  
Luiz Ricardo Meyer ◽  
Mario Teruo Sato

Introdução: A osteogênese imperfeita (OI) é uma doença genética rara, grave e pouco conhecida, caracterizada por fragilidade óssea e manifestações extraesqueléticas. Método: Descrição de caso de uma criança com OI com foco no reconhecimento precoce das características clínicas da doença. Relato: Paciente masculino, 11 anos, que após traumas de baixa energia com início no primeiro ano de vida apresentou fraturas graves e traumatismo cranioencefálico, resultando em diversas sequelas: hipoacusia, baixa acuidade visual, crises mioclônicas diárias, hipotonia e atraso do desenvolvimento neuropsicomotor. Ao exame físico observaram-se escleras azuis na criança e em sua mãe. No diagnóstico diferencial devem ser afastadas outras doenças que afetam o tecido conjuntivo, além de abuso infantil. Conclusão: A disseminação dos principais achados clínicos da doença, como as fraturas atraumáticas, história familiar e esclera azul, é fundamental por permitir um diagnóstico e tratamento precoce prevenção de complicações e melhora da qualidade de vida, com alto impacto na saúde individual.



2017 ◽  
Vol 4 (2) ◽  
pp. 83
Author(s):  
Pedro Henrique Faccenda ◽  
Nathália Silva Do Prado ◽  
Kátia Sheylla Malta Purim ◽  
Nicole Iasmin Magario Tabuti ◽  
Murilo Calvo Peretti ◽  
...  

Introdução: A alergia ao látex é manifestação crescente em profissionais da área da saúde, com grande impacto laboral e na qualidade de vida. Sua prevalência vem crescendo e estima-se que 9,7% dos profissionais de saúde possam ser afetados. Objetivos: O presente relato tem como objetivo discutir sensibilização ao látex-frutas em trabalhadores da área de saúde, devido à alta prevalência nesse grupo de indivíduos. Relato de Caso: Paciente feminina, 58 anos, técnica de enfermagem cirúrgica, com lesões crônicas nas mãos, confirmada laboratorialmente e diagnosticada com alergia ao látex, e posterior desenvolvimento de alergia a frutas, também confirmada por exames laboratoriais. A paciente foi então remanejada para atividade fora do ambiente cirúrgico com melhora das lesões. Conclusões: A identificação e o manejo da alergia ao látex-frutas são essenciais para evitar complicações possivelmente letais como quadros anafiláticos e melhorar a qualidade de vida dos indivíduos afetados através de uma readaptação profissional adequada.



2017 ◽  
Vol 4 (2) ◽  
pp. 67
Author(s):  
Felipe De Paula Saboia ◽  
Mohamad Abdul Majid Chams ◽  
Marcelo Mazza do Nascimento

Introdução: Tem sido descrito na literatura que pacientes portadores de rim único podem desenvolver perda da função renal tornando-se portadores de doença renal crônica (DRC). Objetivo: Avaliar a função renal em pacientes nefrectomizados e acompanhados no HC-UFPR. Métodos: Estudo retrospectivo, analítico e descritivo. Os pacientes foram selecionados no sistema de informática por meio do CID-Z52.4 (doador renal) e CID-Z90.5 (ausência adquirida do rim). Foram selecionados 28 pacientes, os quais foram acompanhados no período entre 1984 e 2016. Foram coletados dados clínicos e laboratoriais dos prontuários ao longo do acompanhamento. Foi avaliada a função renal por meio da estimativa da Taxa de Filtração Glomerular (TFG), calculada usando a fórmula CKD-EPI (Chronic Kidney Disease – Epidemiology collaboration equation) e pela quantificação de proteinúria. Resultados: A população estudada foi majoritariamente do sexo feminino (67%) e possuía média (±desvio padrão) de idade de 56 ± 12 anos. Deste total, 75% eram doadores renais, 21% foram nefrectomizados por complicações de nefrolitíase e 4% por estenose de junção uretero-piélica. Desses, 57% dos pacientes eram hipertensos e 11%, diabéticos. O tempo de acompanhamento médio foi de 14,64 ± 9,02 anos. Observou-se uma queda insignificante na TFG estimada (79,6 ± 21,95 versus 69,3 ± 20,52 ml/min/1,73m2, p=0,14) no acompanhamento. Entretanto, observou-se aumento prevalência de proteinúria, inicialmente observada em 10,71%, para 39,29% ao final do acompanhamento (p<0,05). Conclusão: Apesar de não se verificar uma queda significativa da TFGe, verificou-se o aumento da prevalência de proteinúria, apontando a possibilidade, destes indivíduos, desenvolverem doença renal crônica a longo prazo.



2017 ◽  
Vol 4 (2) ◽  
pp. 79
Author(s):  
Ana Cristina Boni Brandão ◽  
Laís De Medeiros ◽  
Júlia Vieira Oberger Marques ◽  
Caio Cesar Cervi Lagana ◽  
Marcela Robl ◽  
...  

Introdução: O insulinoma é um tumor neuroendócrino com prevalência de 4:1.000.000 habitantes, sem predominância por sexo ou idade, e representa cerca de 1-2% das neoplasias pancreáticas. Portadores da doença apresentam sintomas de hipoglicemia que são manifestados devido à hipersecreção de insulina. Objetivo: Relatar um caso de insulinoma diagnosticado após crise convulsiva. Relato de caso: Paciente feminina, 31 anos, interna por crises convulsivas causadas por hipoglicemia com início há 3 anos. Durante a internação iniciou-se investigação sendo constatado hiperinsulinemia, porém, apesar da suspeição, exames de imagem disponíveis não detectaram a presença de insulinoma. Foi submetida a intervenção cirúrgica com USG intraoperatório sem sucesso. No pós operatório, necessitou de uso de análogos de somatostatina para controle da doença e evoluiu sem presença de novos episódios de hipoglicemia. Conclusão: Insulinoma é um raro tumor que secreta insulina, levando a sinais e sintomas de hipoglicemia. A excisão cirúrgica do tumor, quando possível, leva a cura da maioria dos pacientes. Naqueles não curados pela cirurgia, o uso de análogos de somatostatina representam uma segunda opção de tratamento.



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