Outros Tempos – Pesquisa em Foco - História
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Published By Universidade Estadual Do Maranhao

1808-8031
Updated Wednesday, 11 August 2021

2021 ◽  
Vol 18 (32) ◽  
pp. 169-175
Author(s):  
MARCOS FÁBIO BELO MATOS ◽  
RONI CÉSAR ANDRADE DE ARAÚJO

2021 ◽  
Vol 18 (32) ◽  
pp. 278-297
Author(s):  
JOHNY SANTANA DE ARAÚJO

Em 1865, quando o Império do Brasil acabava de concluir a vitoriosa intervenção usando o exército e a esquadra imperial no Uruguai, os ventos da guerra já estavam no horizonte, e a República do Paraguai colocava a sua máquina de guerra em marcha. Enquanto isso, nas províncias do Império se iniciava outra guerra, tão dura quanto a que o país travaria nos campos de batalha: a das redações dos jornais, dos editores e jornalistas comprometidos com a intensa propaganda da campanha deflagrada pelo país por seis longos anos. O presente artigo analisa o papel de um dos mais importantes jornais da província do Maranhão na época, o periódico Publicador Maranhense. O seu compromisso com o governo o caracterizou com um dos mais ativos órgãos de apoio a causa da guerra; portanto, o posicionamento de seu editor, de seus redatores, de suas matérias e a compreensão de sua linguagem são a tônica deste estudo.


2021 ◽  
Vol 18 (32) ◽  
pp. 176-199
Author(s):  
REGIANE APARECIDA CAIRE DA SILVA

O estudo aborda ações invasivas caracterizadas por riscos, marcas e anotações caligráficas ocorridos em duas obras do século XIX, são elas: o jornal O Conciliador do Maranhão e o livro Memória sobre a tipografia maranhense, de José Maria Correa de Frias. Os motivos das escolhas se deram pelo fato do jornal ser a primeira impressão no Maranhão, em 1821, e o livro por tratar de um relato sensível e significativo do autor e impressor Frias referente às atividades gráficas daquele momento em São Luís. Abordou-se sobre o bem público, a educação patrimonial e a fragilidade do papel. Sobre este último o estudo apontou sua história e diferentes modos de fabricação, com destaque para o uso como matéria prima da impressão no oitocentos. Como resultado, infere-se que as obras sofreram interferências de consulentes específicos, e não agressões feitas por público leigo, e que os rastros deixados são irreversíveis e um mau exemplo.  


2021 ◽  
Vol 18 (32) ◽  
pp. 41-61
Author(s):  
FREDERIK LUIZI ANDRADE DE MATOS

Os capuchos da Piedade atuaram no trabalho missionário no Estado do Maranhão e Grão-Pará, durante o fim do século XVII e a primeira metade do XVIII. Tais religiosos, assim como as demais ordens que estiveram na região durante esse período, concentraram seus esforços catequéticos na formação de aldeamentos que abrigassem as populações indígenas. No caso dos capuchos da Piedade, eles tiveram uma particularidade: aldeamentos localizados próximos ou ao lado de fortalezas ao longo do estuário do rio Amazonas. Justamente por essa convivência com agentes civis e militares, as relações nem sempre foram amistosas no cotidiano desses espaços. Nesse sentido, utilizando de documentação oficial, correspondências trocadas entre as autoridades metropolitanas e os agentes coloniais, buscaremos apontar os meandros dessas relações estabelecidas entre os missionários da Piedade e os representantes militares dos fortes, desde proteção e cordialidade, passando por animosidades e conflitos. Nesse sentido, temos por objetivo apresentar que os capuchos da Piedade não foram agentes passivos no interior do Vale Amazônico, interagindo, formando alianças e integrando-se às redes de poder locais, ou se contrapondo a elas. Desobedecendo, dessa forma, a alguns ditames da metrópole, suscitaram diversas polêmicas decorrentes de suas posturas.  


2021 ◽  
Vol 18 (32) ◽  
pp. 1-25
Author(s):  
ERINALDO CAVALCANTI

O artigo analisa um conjunto de registros escritos por alunos do Ensino Fundamental durante as atividades do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência da Faculdade de História, da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (PIBID/Fahist/Unifesspa), sobre os sentidos e significados que eles atribuem à história ensinada na sala de aula. Para tanto, durante as atividades desenvolvidas pelo PIBID, aplicamos um questionário sem identificação nominal, com perguntas abertas sobre questões debatidas no presente artigo. De acordo com os registros produzidos pelos estudantes, a História ensinada em sala de aula serve para aprender/conhecer/saber/estudar o passado. Praticamente, as reflexões que envolvem o presente e o futuro não são mencionadas. No que tange aos conteúdos considerados indispensáveis, eles pontuam temas ligados à História do Brasil como sendo os de maior importância.


2021 ◽  
Vol 18 (32) ◽  
pp. 248-277
Author(s):  
ARTHUR ROBERTO GERMANO SANTOS

Neste artigo, pretendo fazer uma primeira incursão sobre o papel e a influência do presidente da província na disputa política provincial maranhense, entre as décadas de 1840 e 1850. Para isso, narrarei brevemente três casos similares relacionados aos presidentes mais longevos em seus cargos. Assim, busco ilustrar em que medida os delegados do governo imperial se envolviam nas disputas locais e quais recursos mobilizavam quando (e se) o faziam. Para identificar a configuração da elite provincial, mapearei, a partir de biografias, informações e especialmente dos debates nos jornais, a formação e organização dos grupos políticos que se aglutinam em torno de determinados projetos, interesses, perspectivas ou identidades. Isso permitirá, ainda, verificar se essa configuração dos grupos influencia, de alguma forma, as disputas na Assembleia Legislativa, locus de atuação da elite política provincial.


2021 ◽  
Vol 18 (32) ◽  
pp. 139-168
Author(s):  
VICTOR DE OLIVEIRA PINTO COELHO

O artigo tem como objetivo uma análise do contexto político e econômico verificado no Brasil a partir de 2016, tendo como foco a ascensão de Jair Bolsonaro. Mais especificamente, pretendemos analisar a relação entre as políticas de austeridade e a ideologia da extrema-direita, para tanto, utilizamos a noção de ideologia como categoria teórica. Como hipótese, o discurso patriótico e antipetista teria um duplo aspecto: o de mistificar os aspectos antipopulares das medidas de austeridade, por um lado, e o de politizar as propostas de austeridade, potencializando certas polarizações ideológicas que envolvem temas como meritocracia, corrupção, Estado, nação e “vermelhos”, por outro. A conceitualização sobre a ideologia, assim, tem papel importante no sentido de fundamentar seu duplo aspecto de mistificação e proposição de sentido.


2021 ◽  
Vol 18 (32) ◽  
pp. 371-397
Author(s):  
LEONARDO LEAL CHAVES

O presente artigo analisa a documentação produzida pela Delegacia de Ordem Política e Social – Maranhão (DOPS-MA) sobre as atividades da imprensa alternativa maranhense em meio aos debates pela aprovação da Lei de Anistia brasileira em 1979. A escolha desse ano como recorte temporal se justifica por nossa proposta de problematizá-lo como um evento-chave, entendido como inaugurador da construção de uma temporalidade e significação social, em referência ao período de abertura política brasileira rumo à redemocratização. Nesse sentido, as possibilidades de pesquisa nos fundos documentais, outrora secretos, sobre a vigilância e controle da imprensa alternativa no Maranhão, especialmente os dossiês produzidos e preservados pelo DOPS/MA e hoje custodiados pelo Arquivo Público do Estado do Maranhão, nos permitem um novo olhar sobre a atuação das engrenagens repressivas da Ditadura Civil-Militar no período, podendo sinalizar atos ilícitos de agentes públicos, imprescindíveis para a fundamentação dos procedimentos reparatórios da chamada Justiça de Transição.


2021 ◽  
Vol 18 (32) ◽  
pp. 116-138
Author(s):  
ALESSANDRO BATISTELLA

O presente artigo visa a analisar o perfil coletivo dos parlamentares do Paraná durante o período de vigência do bipartidarismo (1965-1979), imposto pela ditadura militar por meio do AI-2. Acerca dos parlamentares (senadores, deputados federais e deputados estaduais) eleitos em 1966, 1970, 1974 e 1978, os principais focos de análise serão: a) o índice de renovação e de reeleição; b) a média de idade; c) o percentual de parlamentares com e sem formação superior; d) a atividade profissional principal desempenhada pelos eleitos; e) os locais de residência/base política dos parlamentares eleitos.


2021 ◽  
Vol 18 (32) ◽  
pp. 350-370
Author(s):  
THAYS ASSUNÇÃO REIS

Este artigo apresenta o percurso dos jornais que circularam em Imperatriz entre o período de 1932 e 2010. Trata-se de uma periodização dividida em três fases: Primórdios da Imprensa (1930-1960), Modernização (1970-1980) e Imprensa Contemporânea (1990-2010). A proposta foi construída com base em elementos tecnológicos, no crescimento e na segmentação dos impressos, relacionados às transformações e às contradições da sociedade local. Dentre os resultados alcançados, observamos uma descontinuidade e efemeridade dos jornais, além da falta de materialidade em alguns títulos da cidade.


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