elfriede jelinek
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Initium ◽  
2021 ◽  
pp. 74-84
Author(s):  
Irina Andreevna Sivolobova
Keyword(s):  

Im Beitrag werden die Besonderheiten der weiblichen Figuren in Elfriede Jelineks zwei früheren Texten (Was geschah, nachdem Nora ihren Mann verlassen hatte oder Stützen der Gesellschaften und Liebhaberinnen) analysiert. Das wichtigste Ausdrucksmittel für die Darstellung der Protagonistinnen ist ihre Vergegenständlichung. Jelinek visualisiert und groteskisiert den für die patriarchalische Gesellschaft charakteristischen Prozess der Vergegenständlichung der Frau als Vergegenständlichung des weiblichen Körpers auf verschiedene Weise: durch die Verstärkung der Bedeutung des weiblichen Körpers und durch die Zerstückelung des Körperbildes. In Jelineks Texten werden Frauen mit ihren „weiblichen“ Funktionen identifiziert. Dadurch wird die Objektivierung nicht als abstrakter Prozess dargestellt, sondern visuell: Sie wird buchstäblich durch die Verdinglichung, die Verwandlung der Frauen in Dinge ausgedrückt.



2021 ◽  
pp. 223-238
Author(s):  
Anastasia Keppler
Keyword(s):  


2021 ◽  
pp. 163-198
Author(s):  
Harald Gschwandtner






2021 ◽  
Vol 41 (3) ◽  
pp. 201-220
Author(s):  
Ruth Bohunovsky
Keyword(s):  

O artigo apresenta um projeto atualmente em andamento, que tem como objetivo a tradução de textos teatrais de Elfriede Jelinek. Aborda de forma breve a tradição da tradução teatral do Brasil, os critérios da seleção dos textos a serem traduzidos dentro do referido projeto, o viés teórico pelo qual se orientam as estratégias empregadas e o conceito de tradução colaborativa. Assim, as reflexões aqui apresentadas foram conduzidas por três perguntas norteadoras: por que traduzir o teatro de Jelinek no Brasil? Quais obras traduzir? Como traduzi-las?





2021 ◽  
Vol 24 (44) ◽  
pp. 219-245
Author(s):  
Helmut Gollner
Keyword(s):  

O artigo trata de uma tendência da literatura austríaca mais recente, que dá espaço irrestrito e amplo ao ódio, não apenas no seu conteúdo, mas também na forma. É uma decisão essencialmente anticultural, na medida em que o entendimento básico de nossa cultura é geralmente humanista. Obviamente, as redes sociais também são pioneiras do ódio gratuito. Também é notável que são, principalmente, jovens mulheres que odeiam: assim, o ódio literário também tem um componente feminista. O artigo não quer apenas justificar o ódio como um impulso literário para escrever (como outros sentimentos também, amor, tristeza, medo, saudade), mas também chamar a atenção para o fato de que o ódio literário tem uma tradição em nossa cultura: por isso, Elfriede Jelinek, Ernst Jandl e Werner Schwab são assuntos de três seções do artigo. Suas obras sugerem que uma existência/o mundo miserável não apenas determina o conteúdo da escrita, mas também deforma a própria linguagem até que sua forma se pareça com o conteúdo, ou seja, até que seja alcançada uma maior autenticidade.



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