Revista Sinalizar
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Published By Universidade Federal De Goias

2448-0797

2021 ◽  
Vol 6 ◽  
Author(s):  
Raquel Aparecida Lopes ◽  
Cibelle Albuquerque de La Higuera Amato ◽  
Maria Cecília de Moura ◽  
Adriana de Fátima Ribeiro
Keyword(s):  

A Autism Self-Efficacy Scale for Teachers (ASSET) avalia as crenças de autoeficácia dos professores em sua capacidade para desempenhar tarefas no ensino de alunos com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). O estudo objetivou identificar e analisar a autoeficácia docente (AED) de 38 professores de alunos com TEA surdos atuantes em EMEBS - Escolas Municipais de Educação Bilíngue para surdos e em escolas regulares polos de atendimento inclusivos e bilíngues para surdos no Brasil. Como instrumento de coleta de dados, utilizou-se a ASSET. Os resultados apontam que a maioria dos participantes está confiante com os itens avaliados, o que pode ser um potencial preditor das atitudes docentes em contextos educacionais bilíngues, uma vez que a autoeficácia exerce um papel determinante do pensamento, comportamento e desempenho de uma ação. Este trabalho ressalta a importância de instrumentos de autoavaliação voltados à professores que atuam na educação pessoas com TEA surdas no Brasil.  



2021 ◽  
Vol 6 ◽  
Author(s):  
Valéria Guimarães ◽  
Karine David Andrade Santos ◽  
Nadja Pereira Dantas ◽  
Joilson Pereira da Silva

Este artigo tem por objetivo descrever as experiências de bullying vivenciadas por uma população surda no ambiente escolar e o papel do apoio social e do sentido de vida na trajetória familiar, laboral e acadêmica dessa população. Participaram desta pesquisa discentes surdas de uma instituição de ensino superior, que responderam a um roteiro de entrevista semiestruturada, cujas informações coletadas foram analisadas pelo software IRAMUTEQ. Os resultados foram apresentados por classes, a saber: apoio social e inclusão acadêmica, sentido de vida, relação familiar e bullying na escola. Verificou-se, nessas classes, que os surdos encontravam apoio social e emocional com os seus pares no ambiente universitário, construíam metas e projetos de vida para o futuro como uma via de realização existencial, vivenciavam obstáculos de comunicação no espaço familiar e, no período escolar, foram alvos de práticas de bullying devido à perda auditiva.



2021 ◽  
Vol 6 ◽  
Author(s):  
Edivaldo dos Santos Junior ◽  
Rivadavia Porto Cavalcante ◽  
Weimar Silva Castilho ◽  
Mary Lucia Gomes Silveira de Senna ◽  
Jair José Maldaner
Keyword(s):  

Este artigo tem como objetivo investigar e discutir questões relacionadas à adequação dos métodos de ensino e avaliação dos saberes de linguagem na educação de surdos em contexto de aulas regulares do Ensino Médio público. Para tanto, buscou-se fundamentação na Teoria histórico-cultural de Lev Vygotsky, que subsidia a compreensão do papel da linguagem no desenvolvimento humano, e nos aportes de Yves Chevallard e Paulo Freire, sobre as transformações adaptativas dos saberes escolares a serem ensinados e aprendidos no processo educacional, estabelecendo diálogo destes com pesquisadores da área da educação de surdos. O trabalho contou com o método qualitativo, mediante pesquisa exploratória de fontes teóricas, análise documental e de relatos de experiências de três profissionais de Libras-Português, atuantes na educação pública do Tocantins. O resultado da pesquisa revela inadequação dos métodos de ensino e avaliativos, nos quais língua e cultura do surdo são menosprezadas, prevalecendo apenas o método de leitura de texto em português.



2021 ◽  
Vol 6 ◽  
Author(s):  
Márcia Rios da Silva ◽  
Jéssica Gabriela da Silva Penha

A literatura surda emergente vem se destacando pela adaptação de histórias “originais” em paralelo a uma escrita autoral crescente. Na reescrita dessas produções originais, os surdos ganham visibilidade como sujeitos ativos e participativos no espaço social e cultural (PERLIN). Sob essa formação de apropriação cultural, a literatura surda assume o compromisso com a tematização de situações e sentimentos enfrentados pelo indivíduo surdo (GAVA), trazendo à tona o desejo de reconhecimento e reafirmação de identidades. Considerando o público ao qual se destinam às referidas adaptações, o presente artigo tem por objetivo proceder a uma reflexão sobre esta prática tradutória em que questões temáticas e formais são passíveis de atualização e recriação. Nesta análise, busca-se apoio nas contribuições de Marinyse Oliveira, Lodenir Karnopp e Linda Hutcheon, que postulam que os processos de adaptação e tradução estão imbricados e resultam em um trabalho de criação.



2021 ◽  
Vol 6 ◽  
Author(s):  
Osilene Maria de Sá e Silva da Cruz ◽  
Renata Soneghetti Cauper Pinto

Esta pesquisa apresenta a análise de dois livros didáticos de língua portuguesa do 8º ano do Ensino Fundamental, disponibilizados pelo Governo Federal para escolas com sistema regular/inclusivo e escolas bilíngues para surdos, como o Instituto Nacional de Educação de Surdos - INES. A pesquisa tem como principal objetivo mostrar em que aspectos o corpus analisado atende (ou não) às demandas de alunos surdos. Por meio de pesquisa bibliográfica, analisamos o gênero textual entrevista, abordado nas unidades didáticas dos livros “Português: conexão e uso” e “Tecendo linguagens: Língua Portuguesa”. Os procedimentos partem da proposta de ensino baseado em gêneros (RAMOS, 2004) e o instrumento de análise consiste em um checklist (CRUZ; MORAIS, 2019) para verificar materiais didáticos adotados no ensino. A fundamentação teórica ampara-se, principalmente, em Kleiman (1995), Lodi (2017) e Antunes (2003 e 2007), para que o professor selecione material com metodologias mais acessíveis aos surdos.  



2021 ◽  
Vol 6 ◽  
Author(s):  
Sueli Maria de Oliveira Regino ◽  
Goiamérico Felício Carneiro dos Santos

Este trabalho expõe algumas das dificuldades apresentadas por alunos surdos do Curso de Letras: Libras – Universidade Federal de Goiás (UFG), Goiânia, para a leitura de textos literários e teóricos nas disciplinas relacionadas aos Estudos Literários. Defende a importância da Literatura para a formação desses alunos e apresenta as ações que antecederam a adaptação do poema Odisseia de Homero para ser narrado, gravado em áudio e interpretado em libras, visando a produção de uma série de interprogramas para a TV UFG. O principal objetivo desse projeto de adaptação da Odisseia para o português e sua subsequente tradução para a libras foi atender os alunos surdos que frequentam o curso de Letras: Libras na UFG, colocando ao seu alcance, em sua língua natural, um dos textos fundadores da cultura ocidental.



2021 ◽  
Vol 6 ◽  
Author(s):  
Fabiane Ferreira da Silva Moraes

O presente trabalho tem por objetivo responder ao seguinte questionamento: qual o espaço da escrita de sinais no currículo dos cursos de licenciatura em Libras ofertados por Instituições Federais de Ensino Superior? Para o desenvolvimento da pesquisa, optou-se pela pesquisa documental, de caráter qualitativo. A seleção dos cursos que formam o corpus foi realizada a partir de uma busca no site do e-Mec. Os resultados apontaram que o espaço da escrita de sinais no currículo dos cursos de licenciatura em Libras, ofertados por Instituições Federais de Ensino Superior, ainda é muito limitado e que, em alguns casos, o estudo da escrita de sinais nem ao menos faz parte da formação de professores de Libras. Nos cursos em que há a exigência do estudo da modalidade escrita da Libras, foram encontrados entraves como a carga horária reduzida e período em que as disciplinas são ofertadas.



2021 ◽  
Vol 6 ◽  
Author(s):  
Gabriela Heck ◽  
José Luis Schifino Ferraro
Keyword(s):  
On Line ◽  

Este trabalho teve como objetivo principal compreender como a elaboração e execução de atividades específicas em museus, voltadas à comunidade surda, podem ser aliadas para a inclusão destes visitantes. Para a coleta de dados, foi realizada uma pesquisa bibliográfica a partir dos bancos de dados on-line BDTD-IBICT e Google Acadêmico, abrangendo os anos de 2009 e 2019. Os resultados obtidos foram divididos em três eixos: recursos humanos, recursos estruturais e recursos visuais. Conclui-se que é indispensável a presença de mediadores e funcionários surdos como condição para a elaboração de atividades, mas também a presença de pessoal capacitado, surdos ou ouvintes, para a realização da tradução e interpretação. Cabe às instituições promoverem atividades de formação e capacitação voltadas aos funcionários e à comunidade em geral, ampliando a acessibilidade. Sugere-se a criação de uma coordenadoria específica para assuntos que envolvam a acessibilidade e inclusão, permitindo o desenvolvimento de atividades para os surdos.



2021 ◽  
Vol 6 ◽  
Author(s):  
Eduardo Andrade Gomes ◽  
Oswaldo Vinícius Alves de Oliveira Rocha ◽  
William Silvino da Silva

Este artigo tende a ombrear-se a alguns estudos já existentes quanto aos dizeres éticos profissionais em consonância com a operacionalização prática dos intérpretes de/entre/para línguas de sinais frente às inúmeras demandas que o trabalho exige. Para tanto, são apresentadas três situações interpretativas: uma em contexto educacional superior, outra em ambiente jurídico em moldes de julgamento e, por fim, em atendimento clínico. Todas estão localizadas em um circunscrito factível a ocorrer com pessoas surdas, necessitando, portanto, de mediação. Buscamos ponderar, a partir das problematizações encontradas em cada um dos três eixos, como os intérpretes poderiam agir e se portar perante os dilemas vivenciados e, mesmo assim, (tentar) manter uma postura ética, reflexiva e atual que não comprometa o seu desempenho e que não prejudique ou não perturbe a relação estabelecida entre os agentes fonte e alvo.



2020 ◽  
Vol 5 ◽  
Author(s):  
Bruno Gonçalves Carneiro

Neste artigo, discutimos a avaliação do desempenho de crianças surdas em língua de sinais na escola. As crianças surdas oriundas de famílias ouvintes têm, geralmente, um perfil linguístico específico, devido à pouca exposição à língua de sinais na infância. Para que a escola institucionalize programas de aquisição e de ensino da língua de sinais como primeira língua, é necessária uma avaliação adequada de perfil linguístico do aluno surdo e, em alguns casos, o estabelecimento de intervenções específicas. Apresentamos três instrumentos de avaliação brasileiros, relacionados aos aspectos linguísticos da língua de sinais, considerando as etapas de aquisição, e às habilidades funcionais da criança, considerando a língua em uso e a língua de sinais atípica.



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