scholarly journals A behavioral systems approach to adaptive computerized instructional design

1995 ◽  
Vol 27 (2) ◽  
pp. 293-296 ◽  
Author(s):  
Roger D. Ray





2020 ◽  
Vol 12 (1) ◽  
pp. 30-41
Author(s):  
Huseyin Uzunboylu ◽  
Emine Kosucu

Instructional design and instructional systems design concepts different from the direction of the field lead to confusion as it includes similar use cases from time to time. Instructional design models have different characteristics, and in different areas, in line with the needs of nature according to the purpose of alternating the use of different models, it affects the efficiency. Each model is developed that fixing the underlying spots is the best way to a need for designs designed which varies depending on the model. Some models of the objectives underlying the selection and use of different models have the highest level while improving strategies constitute a more important structure. With this assessment, the instructional design, instructional systems design, systems approach and instructional system design models, by examining the historical development of these models and their distinctive features, will be explained in connection with curriculum development. Thus, referring to the different points of each model and specific model, with respect to instructional systems design, the difference in instructional design, space and design process is studied. Keywords: Instructional systems design, instructional design, instructional design models.



EDIS ◽  
2018 ◽  
Vol 2018 (2) ◽  
Author(s):  
Tyler D'Angelo ◽  
James C. Bunch ◽  
Andrew C. Thoron

Instructional design is a system of procedures used for developing instruction and training curricula in a consistent and reliable method. This 5-page publication applies the best practices of instructional design using the Dick and Carey systems approach. Written by Tyler D’Angelo, J. C. Bunch, and Andrew Thoron and published by the UF/IFAS Department of Agricultural Education and Communication, March 2018. http://edis.ifas.ufl.edu/wc294





1983 ◽  
Vol 10 (1) ◽  
pp. 7-11 ◽  
Author(s):  
Philip N. Chase ◽  
Beth Sulzer-Azaroff ◽  
Arnold Well


2010 ◽  
Vol 34 (5) ◽  
pp. 415-442 ◽  
Author(s):  
Heather M. McGee ◽  
Lori H. Diener

This article provides a behavioral systems approach to improve operational performance in health and human service organizations. This article provides six performance truths that are relevant to any organization and a case study from a community mental health network of agencies. A comprehensive analysis, as described here, will help health and human service leaders identify the critical areas in which to focus improvement efforts to better achieve their organizational mission.



1982 ◽  
Vol 53 (2) ◽  
pp. 481 ◽  
Author(s):  
Mark T. Greenberg ◽  
Robert S. Marvin


Author(s):  
Alex Romiszowski ◽  
Lina P. Romiszowski

Em meados dos anos 60, o engenheiro de sistemas e estudioso norte-americano Leonard Silvern, à época trabalhando sobre a aplicação do enfoque sistêmico (“systems approach”) no planejamento pedagógico (“instructional design”), fez uma apresentação, com meios múltiplos (“multimedia presentation”) sobre este assunto. Utilizava as tecnologias de ponta da época – um conjunto de slides sincronizados a uma áudio-fita, um texto suplementar e uma série de grandes cartazes, que apresentavam uma análise sistêmica detalhada do processo de elaboração (“synthesis”), avaliação e utilização de materiais didáticos de alta qualidade, nos contextos do ensino presencial e à distância.Este fato é mencionado neste artigo por três motivos. Primeiro, para ilustrar que a mais de quarenta anos atrás, apesar das tecnologias de comunicação serem bem menos sofisticadas que hoje em dia, as preocupações práticas e a linguagem conceitual/teórica dos estudiosos na nova área de tecnologia de educação, eram as mesmas de agora, ou pelo menos parecidas. O segundo motivo é para ilustrar, pelo confronto de alguns termos técnicos na língua inglesa já utilizados naquela época, com suas definições traduzidas para língua portuguesa, a frequência, hoje em dia, do fenômeno de “re-inventar a roda”ou de “colocar vinho velho em garrafas novas”, muitas vezes por motivos não muito claros, quer sob o ponto de vista linguístico, científico e até ético. O terceiro motivo – talvez mais importante no atual contexto – é para citar, a primeira frase da trilha sonora da áudio-fita que apresentou o enfoque sistêmico: The human race can be divided in three categories: analysts, synthesysts and knuckleheads”. Com esta frase, que não pretendemos traduzir literalmente (só lembrar que “knucklehead” é uma gíria que significa cabeça dura), Silvern quis comunicar que é raro, na prática, encontrar pessoas que sejam igualmente hábeis nas áreas de pensamento analítico (desdobramento e compreensão de uma complexidade) e pensamento sintético (a solução de problemas inéditos ou criação de novas idéias pela integração de conceitos básicos e experiências prévias). Mais adiante na sua apresentação, Silvern usou um novo termo técnico – “anasynthesis”- para descrever a habilidade de combinar o alto grau de pensamento analítico com o pensamento sintético (criativo). Este termo não sobreviveu. Mas, um outro termo com o mesmo sentido – “systems thinking” – entrou na linguagem técnica, não apenas de engenheiros de sistemas, mas também de administradores de empresas, psicólogos, pedagogos e tecnólogos educacionais. Como ocorre, com certa frequência, na área da educação, o “enfoque sistêmico”, após gozar de grande popularidade entre os educadores, nas décadas de 1960-1970, foi amplamente rejeitado pelas novas gerações de educadores, nas décadas de 1980-1990. Mas, hoje, está voltando com força redobrada, como “mola-mestre” das metodologias de planejamento de melhorias educacionais, seja a nível “macro” de instituições, setores, ou até sistemas nacionais de educação, seja a nível “micro” de cursos, aulas individuais ou materiais didáticos para objetivos específicos. Esta volta é oportuna e pode ajudar muito na qualidade da nova Educação a Distância (EAD) no Brasil. Sabemos que a tecnologia de Internet, ou qualquer outra, não fará o milagre de resolver os problemas educacionais do país. Isto não aconteceu com o uso do rádio, da televisão e do impresso,com as quais o Brasil teve projetos significativos; nem acontecerá com as novas tecnologias interativas. A não ser que se tenha um projeto educacional de país, projeto coerente e consistente do nível político ao pedagógico e de gestão. As bases do enfoque sistêmico são importantes para o planejamento, desenvolvimento, avaliação e gestão de projetos de forma integrada, quer sejam de grande, médio ou pequeno portes.Há ainda um quarto motivo para uso dos parágrafos anteriores como introdução ao artigo que segue. É uma forma para justificar o valor de, às vezes, se dar uma olhada para trás para orientar passos à frente. A atual edição da Revista Brasileira de Aprendizagem Aberta e à Distância (RBAAD) é a primeira do seu terceiro ano de publicação. Está sendo colocada no ar ao apagar das luzes de 2004 e início de 2005. Como de praxe em diversos orgãos – jornais, canais de rádio e TV, e outras revistas – esta é uma oportunidade para fazermos uma retrospectiva do ano que passou, analisando eventos do passado para avaliar o progresso, e sintetizar algo para o futuro: novas políticas, novas estratégias, ou pelo menos algumas boas intenções resumidas na forma de resoluções para o ano que se inicia. O artigo que segue é uma forma de retrospectiva. A primeira parte é uma análise de artigos publicados e assuntos discutidos na RBAAD nos seus dois anos de existência. Porém, é uma retrospectiva seletiva, restrita aos artigos e outros trabalhos que abordaram o tópico “design instrucional” de materiais didáticos para sistemas de EAD. O foco selecionado reflete os interesses científicos e pessoais dos autores do artigo, mas também, o crescente grau de interesse pelo assunto entre a atual geração de profissionais que se dedicam ao planejamento e à implementação da EAD. A segunda parte do artigo é uma retrospectiva de meio-século da literatura de base sobre design instrucional. Para controle do tamanho do projeto, já bastante ambicioso, limitamos nossa análise aos livros mais significativos publicados entre 1954 e 2004; livros especificamente escritos sobre design instrucional e outros que formam as bases teóricas e filosóficas desta disciplina. Afinal, são os livros que preservam o que é melhor e mais útil de qualquer disciplina. O enfoque selecionado é o sistêmico, como ilustrado acima: um método de pensamento analítico, sintético e avaliativo sobre o tema.



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