Revista aSPAs
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Published By Universidade De Sao Paulo Sistema Integrado De Bibliotecas - Sibiusp

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Revista aSPAs ◽  
2019 ◽  
Vol 9 (2) ◽  
pp. 162-178
Author(s):  
Natacha Dias

O artigo propõe uma reflexão sobre os modelos de políticas públicas culturais adotados historicamente pelos gestores do Estado brasileiro, com foco especial no modelo de publicização aplicado ao Programa Fábricas de Cultura. A partir de uma metodologia qualitativa, de viés documental, reflete sobre os eventos da greve de artistas-educadores e ocupação de aprendizes do Programa, em 2016, propondo uma análise sobre a relação entre os modos de condução dessa crise pela OS gestora na ocasião e os discursos sociais a ela intrínsecos, à luz dos princípios básicos da administração pública.



Revista aSPAs ◽  
2019 ◽  
Vol 9 (2) ◽  
pp. 60-71
Author(s):  
Laura Haddad

Apresentação do Tema "Políticas Públicas e Artes Cênicas: relações entre produção, mercado e Estado".



Revista aSPAs ◽  
2019 ◽  
Vol 9 (2) ◽  
pp. 110-121
Author(s):  
Ana Paula Parodi Eberhardt
Keyword(s):  

O presente trabalho pretende discorrer a respeito do fechamento do Centro Cultural Usina do Gasômetro, o desalojamento de grupos de artes cênicas do projeto municipal Usina das Artes e a sua realocação para um espaço não legitimado no circuito artístico da cidade. Relacionando este acontecimento, bem como alguns outros ocorridos recentemente na vida cultural da cidade com os escritos de Elisa Belém e André Augustin, podemos inferir que as alterações em políticas públicas culturais estão atreladas a um projeto de desvalorização de formas de atividade intelectual, artística e de ensino, recorrente em países em desenvolvimento. Este processo de subalternização está ligado a um plano econômico neoliberal mais amplo de manutenção do projeto colonialista de dominação, na busca por um monopólio da distribuição de verbas públicas por parte do setor privado.



Revista aSPAs ◽  
2019 ◽  
Vol 9 (2) ◽  
pp. 122-145
Author(s):  
Heloisa Marina da Silva

O propósito dessa comunicação é refletir acerca de modos de produção teatral os quais, pautados por pressupostos de democracia e dissidência às hegemonias culturais e aos modelos industriais de fabricação artística, se definem, não raro, como não comerciais. Este termo e outras nomenclaturas que buscam dar conta do fenômeno teatral mencionado serão discutidas à luz do conceito de pós-autonomia da arte, como proposto pelo antropólogo argentino Nestor Garcia Canclini. Pretende-se relativizar o entendimento de que é possível gerar fabricações artísticas que sejam, de fato, alheias a modelos mercadológicos. A metodologia adotada foi a de revisão bibliográfica sobre o tema, bem como a exploração de uma perspectiva autoetnográfica vinculada às minhas próprias experiências como atriz e produtora. Tendo como objeto de estudo fazeres teatrais latino-americanos, argumento que, ainda que se compreenda que há uma relação obrigatória entre produção teatral, economia, política e mercado, tal entendimento, ao invés de inviabilizar a defesa de um teatro dissidente, é fundamental para realização efetiva e consciente de produções cênicas críticas ao status quo e capazes de construírem esperanças de mundos outros. Palavras-chave: Políticas culturais; Estado; atriz-produtora; teatro menor.



Revista aSPAs ◽  
2019 ◽  
Vol 9 (2) ◽  
pp. 179-181
Author(s):  
Ádia da Silva Freitas Anselmi
Keyword(s):  

“Viver de Dança” é uma produção independente dirigida por Ádia Anselmi durante sua residência artística em Buenos Aires, Argentina. O documentário se concentra em uma série de entrevistas que estabelece um diálogo entre bailarinos contemporâneos de diferentes nacionalidades. A linguagem cinematográfica integra-se com a ideia do projeto, aproximando as pessoas do corpo e contexto sociocultural dos artistas entrevistados. O trabalho abre um espaço de discussão e apoio por meio do conceito de que a diversidade é premissa do fazer arte. A série é um convite para pensar a profissão do artista, considerando temas como formas de ganhar a vida, escolhas de vida, interesses e experiências a compartilhar.



Revista aSPAs ◽  
2019 ◽  
Vol 9 (2) ◽  
pp. 146-161
Author(s):  
Giovanna Pereira de Souza ◽  
Maria Alice Possani
Keyword(s):  

Este estudo teve como objetivo discutir os fatores que cercam os desafios do fazer teatral para grupos de teatro no interior de São Paulo, no que se refere à sustentabilidade e resiliência. A metodologia utilizada foi a realização de entrevistas semiestruturadas de grupos com sede em munícipios pertencentes ao interior paulista, de maneira a contemplar diferentes regiões do estado. O trabalho buscou provocar uma reflexão que ampliasse os olhares para a pesquisa no campo das artes cênicas e demonstrar dados que ilustram conjecturas dos fatores em comum e diferenciais nos sujeitos desta pesquisa, quanto à resiliência e sustentabilidade, em se manter organizado como um grupo de teatro.



Revista aSPAs ◽  
2019 ◽  
Vol 9 (2) ◽  
pp. 84-98
Author(s):  
Fernando Bustamante
Keyword(s):  

Resgatando brevemente algumas experiências de movimentos teatrais vinculados à classe trabalhadora ou a uma perspectiva popular e de oposição aos valores da classe dominante e do capitalismo, tanto internacionalmente como no Brasil – remontando a genealogia desses movimentos desde o Théâtre Libre de Antoine ao movimento Arte contra a Barbárie do teatro de grupo em São Paulo – o artigo procura discutir como o financiamento estatal a tais iniciativas constitui necessariamente momentos de exceção que, pela própria natureza do Estado capitalista, não podem se sustentar, e aponta a perspectiva da vinculação ao movimento operário organizado como a forma capaz de fomentar tal tipo de produção teatral.



Revista aSPAs ◽  
2019 ◽  
Vol 9 (2) ◽  
pp. 182-200
Author(s):  
Miguel Atticciati Prata

O presente artigo toma como ponto de partida fragmentos da revista Vocacional Memória: percorrendo vozes e ecos de um projeto público e a minha memória no Programa Vocacional da Prefeitura de São Paulo. Mirando essa política pública, lançada em 2001, o texto objetiva pensar espaços para a emancipação da pessoa. Tratando com Jacques Rancière da possibilidade de invenção de espaços para uma política da igualdade e lembrando com Michel de Montaigne o que um espaço pode guardar de inútil. Este artigo é interferido por fragmentos daquela revista e por um texto de Marina Corazza.



Revista aSPAs ◽  
2019 ◽  
Vol 9 (2) ◽  
pp. 9-22
Author(s):  
Fernanda Areias Oliveira

O artigo apresenta os primeiros dados referentes ao projeto de pesquisa O vídeo na Cena Teatral, realizado pelo Grupo de Pesquisa Laboratório de tecnologias Dramáticas (LabTecDrama). Na primeira etapa desta pesquisa discute-se as relações de Estado e políticas públicas para as artes cênicas no Maranhão, apresentando um breve diagnóstico sobre os coletivos em atuação da cidade de São Luís. Discute-se ainda alguns aspectos referentes a Semana do Teatro do Maranhão, evento de teatro profissional com maior continuidade em território ludovicente.    



Revista aSPAs ◽  
2019 ◽  
Vol 9 (2) ◽  
pp. 23-44
Author(s):  
Helena Bastos ◽  
Vanessa Macedo
Keyword(s):  

“O que veio primeiro: arte ou mercado financeiro?” (Gielen, 2015). Nesta provocação, está implícito que investir é uma atividade criativa. Dimensões úmidas e planas vão se constituindo e povoando cada vez mais nosso modo de lidar com criação. Os atuais modos de aglutinação praticam outros tipos de cooperação que se transformam em coletivos temporários. Desejamos investigar tais fenômenos através das formas de comunicação que inventam e da ambivalência e da dissimetria que os constituem. Dessas perspectivas, propomos uma discussão no cruzamento entre três eixos: Movimento a Dança se Move, AtoFórum contra a Criminalização da ArteCultura e Capitalismo Criativo. Autores como Giorgio Agamben e Pascal Gielen são norteadores nessa discussão.



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