Cartema
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Published By Universidade Federal De Pernambuco

2763-8693, 2316-9311

Cartema ◽  
2021 ◽  
pp. 160
Author(s):  
Adrienne Walker Hoard

I am writing about my first series of painted photographs, The Women of Power-Spirit Mask series. There are twelve works in this series, and all works are oil pastel and acrylic paint on my photographs, which are printed on archival inkjet paper.



Cartema ◽  
2021 ◽  
pp. 142
Author(s):  
Rita Rainho ◽  
José Paiva
Keyword(s):  

Neste texto es autores interpretam o desconforto resultante da deslocação de seus corpos para relações de educação artística intercultural no Sertão pernambucano (Brasil) e na África (Cabo Verde e Moçambique) desde 1996, no âmbito do movimento intercultural IDENTIDADES.Este movimento nasce ligado à Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (Portugal), uma instituição de renome internacional e legitimidade brilhante, onde as práticas de educação artística e a investigação têm conduzido os corpos des autores num espaço e tempo de conflitos pessoais, de reconhecimento do colonial que os integra e da necessidade autocrítica de se entenderem, num enfrentamento epistemológico de atenção na escuta e memória sobre as reflexões neste campo.



Cartema ◽  
2021 ◽  
pp. 62
Author(s):  
Marcelo Garcia Da Rocha
Keyword(s):  

Denilson Baniwa, é artista, curador, design, ilustrador e ativista nascido na aldeia Darí, as margens do Rio Negro na cidade de Barcelos – Amazonas Brasil. Seus trabalhos transitam em diversos tipos de suportes, entre pintura, ilustração performance, vídeos, fotografias e entre outros, sem abrir mão das tecnologias do Povo Baniwa. É conhecido pelo promissor trabalho na quebra de paradigmas para abertura do protagonismo indígena na arte contemporânea brasileira. Ganhou o prêmio PIPA 2019, tem trabalhos como curador na série Mekukradjá (2016/2019), evento do Itaú Cultural e na exposição Reantropofagia, na galeria da Universidade Federal Fluminense - UFF (2019). Entre suas produções como artista destacam-se suas performances como Pajé-onça Hackeando na 33° Bienal de Artes de São Paulo (2018)1. participou de mostras no Brasil e no exterior como: projeto Sawé no SESC SP, 2018/19, Vaievem no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo,2019, Vexoá – Pinacoteca de São Paulo, 2020, Memórias de um Brasil Profundo no Museu Afro Brasil , 2019, Arctic Amazon Symposium 2019, canadá, Participará da Bienal de Sidney (2021) na Austrália, entre outros trabalhos aqui não apresentados. Nessa entrevista conversamos sobre temas como Arte indígena contemporânea, colonialismo nas artes, diálogo, tradução, desobediência epistêmica, insurgências da arte indígena contemporânea, universidade, hegemonia de pessoas brancas no sistema de artes, ensino de arte e a possibilidade de outras histórias das arte.Palavras Chaves: Arte indígena contemporânea, descolonialidade, Visibilidade, colonialismo 



Cartema ◽  
2021 ◽  
pp. 100
Author(s):  
Amanda Nascimento Miranda ◽  
Sylvia Helena Furegatti

As investigações apresentadas partem de estudos a respeito dos fluxos entre artesania, domesticidades e feminino em suas relações com a tradição e a arte contemporânea, ponderando, principalmente, sobre a reapropriação do bordado, da costura e de objetos referentes ao ambiente doméstico em um contexto de questionamento das relações de gênero e de transmissão e troca de saberes, rituais e práticas entre mulheres. O desenvolvimento de um projeto artístico autoral, fruto do alinhamento entre pesquisa de Iniciação Científica e Projeto Experimental em Artes Visuais, propõe questionamentos sobre o que é visto como feminino por meio de elementos do cotidiano e das experiências visual e corporal, tensionando, em especial, aquilo que diz respeito às identidades, subjetividades e ritos cotidianos associados ao ser mulher, e considerando a cena artística brasileira protagonizada por mulheres artistas, de modo a conectar vivências e memórias pessoais, percursos particulares nas artes visuais e debates relevantes ao meio acadêmico-artístico.Palavras-chave: arte contemporânea, domesticidades, cotidiano, artesanias, gênero.



Cartema ◽  
2021 ◽  
pp. 86
Author(s):  
Jailson Valentim Dos Santos

O artigo investiga as artistas do Seridó potiguar, evidenciando a produção poética destas mulheres e suas possíveis contribuições ao Ensino de Arte na região. Discute-se a noção de memória e de esquecimento, a fim de refletir sobre a história (ou o seu apagamento) da cultura artística e dos valores das tradições locais desse contexto específico. Vale-se do diálogo entre autores, de revisão bibliográfica e de experiências empíricas para aproximar a produção dessas mulheres das práticas pedagógicas propostas no contexto escolar. A pesquisa, ainda em andamento, vem mostrando que é muito pequena a visibilidade das artistas do Seridó nas escolas da região. No entanto, as abordagens feitas por nós em sala de aula sobre a produção poética dessas mulheres permitiram aos educandos uma ampla compreensão dos planos de expressão, um melhor entendimento sociocultural, a ampliação da capacidade perceptiva e o aguçamento do senso crítico.



Cartema ◽  
2021 ◽  
pp. 45
Author(s):  
Everton Cardoso Cardoso Leite

O presente texto apresenta um exercício de imaginar um país, o Brasil.  Busca por via do ensaio reencontrar uma narrativa que parte dos trabalhos, arquivos e falas da artista Rosângela Rennó. A narrativa aborda as transformações que ocorreram nesse espaço imaginado após ser invadido, explorado e violado, problematizando também as estratégias de apagamento da memória, nas formas documentação desta história e de seus cidadãos, perpetrado repetidas vezes por governos e suas necropolíticas. Destaca a participação da arte ao reler a história a contrapelo, expondo o valor da memória e do documento nesse processo. Os arquivos, vasculhados para construir este texto, me permitiram traçar um paralelo entre o real e o imaginado, entre o passado e o presente, e também sugerir possíveis caminhos para se continuar a narrativa no futuro. 



Cartema ◽  
2021 ◽  
pp. 133
Author(s):  
Elena Bangueses ◽  
Thomas Apostolou


Cartema ◽  
2021 ◽  
pp. 72
Author(s):  
Alejandra Guarnizo Luna
Keyword(s):  

O campo museal passou por reconfigurações nos seus pressupostos teóricos e práticos, a partir da década de 1980, e, permitiu a inserção de novas categorias de museus como Museu do Lixo, personagens, objetos e coleções. Inserida neste contexto, arte ambiental concebida como uma arte efêmera, em diálogo com novos movimentos artísticos, deu visibilidade a uma ampla gama de trabalhos e artistas como Richard Long, o casal Christo e Jeanne Claude e o brasileiro Vik Muniz, que fizeram e fazem uso de novas composições e linguagens no seu fazer artístico em espaços não tradicionais. É destacado o trabalho do artista Valdinei Marques, do Museu do Lixo de Florianópolis (SC) em diálogo com outros artistas que fazem uso de materiais descartados e objetos provenientes do lixo para a composição dos seus trabalhos artísticos. As reformulações no campo dos museus e campo do patrimônio permitem que o lixo da sociedade do consumo seja ressignificado e reconhecido como museália no Museu do Lixo. Quando o acervo já não é mais colocado numa avaliação que determina o seu grau de importância, tudo passa a ser digno de museu, o que não está isento de contradições e embates práticos e teóricos. 



Cartema ◽  
2021 ◽  
pp. 14
Author(s):  
Gustavo Antoniuk Presta ◽  
Marcela Luiza Casagrande
Keyword(s):  

No Brasil, herdeiro do colonialismo escravista, a moda ajudou a construir estereótipos racistas no imaginário social, fazendo surgir relações simbólicas entre vestimenta, cor de pele e determinadas reputações. O objetivo desta pesquisa foi investigar como a moda pode ajudar a desconstruir estereótipos racistas. As análises de método qualitativo foram baseadas em pesquisas bibliográficas e documentais, e complementadas por um estudo de levantamento, junto às pessoas negras da cidade de Brusque, em Santa Catarina, para identificar memórias de experiências racistas decorrentes de suas formas de se vestir. Também, como acreditam que a moda pode ajudar a desconstruir estereótipos negativos construído sobre corpos negros. Como resultante verificou-se que o mercado da moda deve ser compreendido como algo complexo e múltiplo, composto por diversas etapas, da criação de uma roupa até sua exposição. Assim, deve inserir pessoas negras nos postos de trabalho de ponta a ponta do processo, não apenas nas comunicações.



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