scholarly journals Design Centrado no Usuário: Uso do User-Capacity Toolkit na obtenção de dados de sujeito com Artrite Reumatoide

DAT Journal ◽  
2020 ◽  
Vol 5 (3) ◽  
pp. 215-234
Author(s):  
Allisson José Fernandes de Andrade ◽  
Giselle Schmidt Alves Díaz Merino ◽  
Eugenio Andrés Díaz Merino ◽  
Franciele Forcelini ◽  
Ricardo Triska

A Artrite Reumatoide (AR) é uma doença crônica de origem autoimune, que atinge em sua maioria mulheres de 40 a 70 anos de idade. Pensando no bem-estar e qualidade de vida dessa população, e na busca pela satisfação das necessidades humanas, a pesquisa em questão possui o objetivo de levantar as capacidades/limitações físicas e cognitivas de um sujeito com AR por meio do User-Capacity Toolkit (UCT). Este conjunto de ferramentas visa guiar as etapas de levantamento, organização e análise de dados em projetos de Tecnologia Assistiva (TA). Os resultados demonstram que as principais limitações do sujeito estão relacionadas a realização de atividades simples da vida diária, devido à redução da força e destreza causadas pela AR. Essas dificuldades reduzem a autonomia do sujeito, que acaba necessitando do auxílio de outra pessoa. Contudo, torna-se evidente a necessidade de TAs que possam reduzir essa dependência, possibilitando autonomia, conforto e segurança ao usuário.


Dor on line ◽  
2016 ◽  
Author(s):  
Paulo Barboni

Edição de Abril de 2016 - Ano 16 - Número 189 Leitores do Boletim Dor On line, nesta edição temos um editorial sobre a ameaça da epidemia do vírus Zika e suas complicações. Em nossa seção de Divulgação Científica trazemos alertas sobre a Fascite Plantar, a prescrição de opioides em Nova York, os cuidados primários em portadores de HIV e a dor crônica, implantes wireless contra a dor e novos alertas contra AINEs. Em nossa seção de Ciência e Tecnologia trazemos alertas sobre o envolvimento do canal TRPA1 na neuropatia do trigêmeo, a análise do transcriptoma após lesão nervosa, a contribuição de auto anticorpos na artrite reumatoide para a manutenção da dor, o aumento da expressão de quimiocinas na medula espinal na neuropatia e a síntese de opioides por leveduras. Boa Leitura!   EDITORIAL DO MÊS Manifestações neurológicas com histórico de infecção viral e a epidemia de Zika no Brasil Paulo Gustavo Barboni Dantas Nascimento Divulgação Científica 1. Atenção corredores: dores na sola dos pés, alerta ligado para Fascite Plantar. A um passo de uma dor crônica. Jozi Godoy Figueiredo 2. Lei proíbe prescrições manuscritas para combater o abuso e dependência de opioides. Novo formato de prescrições para a cidade de Nova York. Amanda de Araújo Fonseca 3. Dor crônica nos cuidados primários de HIV. Características clínicas e associação com utilização dos serviços de saúde. Isabel Rosa de Araújo 4. Dispositivos sem fio implantados em animais podem ser ativados e bloquear os sinais de dor. Optogenética wireless! Simone Aparecida Antoniazi Pereira 5. Anti-inflamatórios não esteroidais podem estar relacionados com ataque cardíaco e risco de derrame. O FDA tem alertado continuamente sobre eventos adversos cardiovasculares. Rafael Poloni Ciência e Tecnologia 6. A neuropatia do trigêmeo é mediada pela ativação de receptores TRPA1. A infiltração de monócitos/macrófagos e o estresse oxidativo Cássia Regina da Silva 7. Análise de transcritoma de alta resolução revela expressão de genes característicos da dor neuropática na microglia espinal após lesão nervosa. Possível influência dos genes Gria1 e miR- 29c. Leonardo Gomes Oliveira da Silva 8. Presença de auto anticorpos durante artrite reumatoide contribui para manutenção da dor. Dor articular persistente ocorre por mecanismo dependente de quimiocinas. Larissa Garcia Pinto 9. Neuropatia induz aumento da expressão de CXCL13 e CXCR5 na medula espinhal. Interação entre neurônios e astrócitos na medula espinhal contribui para dor neuropática. Larissa Garcia Pinto 10. Biossíntese completa de opioides em levedura. Leveduras como forma alternativa para produção de opioides. Adriele Alves Santos



2016 ◽  
Vol 56 (2) ◽  
pp. 93-94
Author(s):  
Marcos Renato de Assis ◽  
Patrícia Amanda Serafim


2015 ◽  
Vol 55 (2) ◽  
pp. 123-132 ◽  
Author(s):  
Thaís Ferreira Costa ◽  
Carolina Rocha Silva ◽  
Luciana Feitosa Muniz ◽  
Licia Maria Henrique da Mota
Keyword(s):  


2017 ◽  
Vol 57 ◽  
pp. S42-S43
Author(s):  
A.P.M. Gomides ◽  
C.P. Albuquerque ◽  
A.B.V. Santos ◽  
P.L. Filho ◽  
M.F.L.C. Sauma ◽  
...  
Keyword(s):  


2017 ◽  
Vol 57 ◽  
pp. S15-S16
Author(s):  
P.F.S. Ferreira ◽  
A.C.V. Melo ◽  
J.B.C. Jesus ◽  
T.R.S. Paixão ◽  
J.C. Macieira ◽  
...  
Keyword(s):  


Author(s):  
Lucas Brandão Araújo da Silva ◽  
Diogo Souza Domiciano

A dor nociplástica é ligada à sensibilização central (SC) da dor, que é a amplificação da sinalização dos neurônios nociceptivos no sistema nervoso central à entrada somatossensorial aferente. Ocorre por alterações neuroplásticas associadas à atividade nervosa espontânea, campos receptivos expandidos e aumento da resposta neural na medula espinhal. Do ponto de vista neurobiológico, há um desequilíbrio entre neurotransmissores nociceptivos (substância P, glutamato) e antinociceptivos (serotonina, noradrenalina). Estudos funcionais de imagem cerebral demonstram atividade cerebral aumentada em áreas envolvidas na percepção da dor (ínsula, córtex cingulado anterior e córtex pré-frontal) e regiões não relacionadas à dor (núcleos do tronco cerebral, córtex frontal dorsolateral e córtex parietal). As principais características das síndromes nociplásticas são: predominância no sexo feminino, agregação familiar, longo tempo de evolução de dor multifocal, hiperalgesia, alodinia, coexistência de várias condições de dor crônica, alta frequência de comorbidades, presença de sensibilizadores psicológicos e pouca ou nenhuma resposta a tratamentos com ação periférica (anti-inflamatórios não esteroidais, glicocorticoides, injeções e cirurgias). Três aspectos clínicos são importantes na discriminação da dor centralizada: acometimento difuso, sem território neuroanatômico específico; intensidade desproporcional à natureza da lesão ou doença; e hipersensibilidade dos sentidos não relacionada ao sistema musculoesquelético. Entretanto, a presença de estímulo nociceptivo persistente, como pontos-gatilho miofascial ou doença que causa dor crônica como osteoartrite e artrite reumatoide, bem como existência de lesão neuropática, podem perpetuar o mecanismo de sensibilização central. O tratamento inclui medidas não farmacológicas (exercícios físicos, terapia cognitivo-comportamental, acupuntura) e farmacológicas (inibidores da recaptação de serotonina/noradrenalina, gabapentinoides, antidepressivos tricíclicos, tramadol, naltrexona). Unitermos: Dor nociplástica. Sensibilização central, somatossensorial. Dor crônica. Fibromialgia.



2010 ◽  
Vol 16 (4) ◽  
Author(s):  
Olga Ferreira ◽  
Ana Filipa Duarte ◽  
Teresa Baudrier ◽  
Alberto Mota ◽  
Joana Sobrinho Simões ◽  
...  
Keyword(s):  


2004 ◽  
Vol 44 (5) ◽  
pp. 347-354 ◽  
Author(s):  
Ivânio Alves Pereira ◽  
Rosa Maria Rodrigues Pereira
Keyword(s):  


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