scholarly journals Experimental Evaluation of the Pathogenicity of Different Strains ofSchistosoma mansoni

2012 ◽  
Vol 2012 ◽  
pp. 1-7
Author(s):  
Antônio Aurélio Euzébio ◽  
Nádia Regina Borim Zuim ◽  
Arício Xavier Linhares ◽  
Luiz Augusto Magalhães ◽  
Eliana Maria Zanotti-Magalhães

The pathogenesis of three differentSchistosoma mansonistrains from the Brazilian states of Minas Gerais (BH strain) and São Paulo (SJ and SD strains) was evaluated in experimentally infected mice. Observations of the most severe clinical cases among local patients treated (SD strain) in the city of Campinas (São Paulo, Brazil) formed the basis of this study. Mice were used as definitive hosts and were infected with cercariae fromBiomphalaria tenagophila(SJ and SD strains) andBiomphalaria glabrata(BH strains). The parameters analyzed were as follows: number ofS. mansonieggs in mice feces; number of granulomas per tissue area in liver, spleen, lungs, pancreas, and ascending colon; measurements of hepatic and intestinal granulomas; number of adult worms; and measurements of trematode eggs. The comparison among the three strains indicated that the SD strain, isolated in Campinas, presented a higher worm recovery relative to the number of penetrating cercariae. In addition, when compared to the SJ and BH strains, the SD strain demonstrated similar pathogenicity to the BH strain, with a greater quantity of granulomas in the viscera, as well as larger granulomas and eggs. Furthermore, a greater quantity of trematode eggs was also shed in the feces.


1973 ◽  
Vol 7 (3) ◽  
pp. 295-297 ◽  
Author(s):  
Luiz A. Magalhães ◽  
Luiz Candido de Souza Dias

Foi estudada a suscetibilidade da Biomphalaria glabrata de um foco de Schistosoma mansoni no município de Ourinhos, (SP, Brasil). Concluiu-se pela alta capacidade desses moluscos à infecção pelas cepas de S. mansoni de Belo Horizonte, Minas Gerais e de São José dos Campos, São Paulo.



1982 ◽  
Vol 16 (5) ◽  
pp. 292-298 ◽  
Author(s):  
Othon de Carvalho Bastos ◽  
Argélia Maria Andrade Silva ◽  
Eliane Pires de Souza ◽  
Raimundo Carlos Lemos Neto ◽  
Aquiles Eugenico Piedrabuena

Foram isoladas na região da Baixada Maranhense (Brasil), linhagens humana (H) e silvestre(S) de Schistosoma mansoni a partir de miracídios eclodidos de ovos encontrados em fezes de doentes humanos autóctones da Região e de fígados de roedores silvestres naturalmente infectados. Biomphalaria glabrata, descentes de caramujos coletados no campo, foram expostos, isoladamente, aos miracídios H e S, mantidos isolados em moluscário e observados durante 100 dias. Moluscos normais foram mantidos nas mesmas condições de ambiente em que foram submetidos os infectados e tomados como controle da experiência. Foram anotados os indices de infecção dos moluscos, as datas da eliminação de cercárias, quantidade de larvas eliminadas e mortalidade dos moluscos. Os dados sugeriram melhor adaptação do esquistossomo da linhagem H à B. glabrata. A linhagem S, por sua vez, foi três vezes mais virulenta do que a linhagem H. Estes dados foram comparados com os encontrados na literatura especializada e verificado diversidades nos comportamentos parasitológicos das linhagens em estudo, quando comparados com os encontrados nas linhagens H e S oriundas do Vale do Rio Paraíba do Sul, no Estado de São Paulo (Brasil).



2009 ◽  
Vol 9 (1) ◽  
pp. 279-283 ◽  
Author(s):  
Roseli Tuan

Foram estudadas a diversidade e a abundância de espécies do gênero Biomphalaria em córregos próximos aos Rios Paranapanema e Pardo (São Paulo, SP, Brasil), em locais antigamente associados à transmissão do Schistosoma mansoni, sujeitos ainda a drásticas variações na disponibilidade de água. Os dados confirmam a predominância de Biomphalaria glabrata (Say, 1818) em córregos do município de Ourinhos, localizados nas margens do Rio Pardo e do Rio Paranapanema. Em Ipauçu, distante 30 km de Ourinhos, a predominância de Biomphalaria tenagophila (Orbigny, 1835) é acompanhada da ausência de B. glabrata. Foram estimados os índices de Diversidade e Dominância de Simpson, que evidenciam uma distribuição variada, provavelmente associada com o substrato aquático onde vivem os caramujos.



2005 ◽  
Vol 38 (5) ◽  
pp. 426-432 ◽  
Author(s):  
Horacio Manuel Santana Teles

Os conhecimentos sobre a distribuição geográfica das espécies dos caramujos transmissores de Schistosoma mansoni são importantes para o controle e vigilância epidemiológica da esquistossomose mansônica. O estudo da situação no Estado de São Paulo, Brasil, demandou o exame dos caramujos de 8.771 lotes com amostras do gênero Biomphalaria, preservados em coleção de moluscos da Superintendência de Controle de Endemias. Os exames revelaram espécies dos caramujos transmissores da endemia em 3.712 lotes com 108.244 exemplares. As proporções foram de 225 (6%) lotes de Biomphalaria glabrata (Say, 1818), 3.402 (91,7%) de Biomphalaria tenagophila (d'Orbigny, 1835) e 85 (2,3%) de Biomphalaria straminea (Dunker, 1848), cada espécie respectivamente com 8.002 (7,4%), 88.068 (81,4%) e 12.174 (11,2%) exemplares. A distribuição geográfica de B. glabrata e B. tenagophila apresenta criadouros muito agregados. No caso de B. tenagophila, a maior compactação de criadouros coincide em regiões com elevados níveis de urbanização, muito conurbadas e poluídas. Já B. straminea, encontrada em criadouros das áreas de drenagem de todas as bacias hidrográficas, mostra uma disseminação mais rarefeita. Presume-se que devido às maiores facilidades do contato parasita/hospedeiros, os agregados de criadouros de B. glabrata e B. tenagophila sejam propícios à preservação das áreas endêmicas de S. mansoni em São Paulo.



1978 ◽  
Vol 12 (2) ◽  
pp. 179-183 ◽  
Author(s):  
Othon de Carvalho Bastos ◽  
Ana Maria Aparecida Guaraldo ◽  
Luiz Augusto Magalhães

Comprova-se que, em condições experimentais, a Biomphalaria glabrata, variante albina, originária de Belo Horizonte (MG) é suscetível à infecção por linhagem de S. mansoni isolada de roedores silvestres do Vale do Rio Paraíba do Sal, no Estado de São Paulo, Brasil. São sugeridas razões procurando esclarecer a ocorrência da esquistossomose mansônica no Vale do Rio Paraíba do Sul, área geográfica em que ainda não foi encontrada B. glabrata, hospedeira intermediária do trematódeo e onde se desenvolve intensamente B. tenagophila, espécie considerada menos suscetível ao esquistossomo. São fornecidas informações sobre a presença simultânea de duas linhagens de comportamento biológico diferente: a linhagem H, diretamente relacionada com o homem e a linhagem S, oriunda de roedores silvestres, ambas da mesma área geográfica.



1985 ◽  
Vol 80 (1) ◽  
pp. 51-53 ◽  
Author(s):  
Cecília Pereira de Souza ◽  
Carlos Tito Guimarães ◽  
Neusa Araújo ◽  
Carlos Rubens Teixeira da Silva

Descendentes do plonorbídeo Biomphalaria schrammi Crosse, 1864, coletados na localidade de Calciolândia, município de Arcos, Minas Gerais, Brasil foram expostos a miracídios de duas cepas de Schistosoma mansoni:"LE" de Belo Horizonte, Minas Gerais e "SJ" de São José dos Campos, São Paulo, Brasil. Dentre 172 exemplares expostos, nenhum se infectou com as duas cepas deste trematôdeo. Por outro lado, 100 exemplares de Biomphalaria glabrata, dos grupos controle, apresentaram taxas de infecção de 88 e 40% com as cepas "LE" e "SJ", respectivamente. A taxa de mortalidade de B. schrammi chegou a 44% enquanto a de B. glabara não atingiu 10%.



1987 ◽  
Vol 29 (4) ◽  
pp. 205-212 ◽  
Author(s):  
Luiz Candido de Souza Dias ◽  
Marlene Tiduko Ueta ◽  
Ana Maria Aparecida Guaraldo

Em condições experimentais foi estudada a suscetibilidade de Biomphalaria glabrata, B. straminea e B. tenagophila a quatro linhagens humanas (MAP, PTH, UPH, e OuH) e duas de roedores silvestres (PTR e VPR) do Schistosoma mansoni. Grupos de 50 moluscos foram expostos individualmente a 10 miracídios e observados durante 70 dias. Avaliou-se a suscetibilidade dos moluscos ao parasito por meio da % de animais com esporocistos, % de moluscos que eliminavam cercárias e mortalidade conjunta dos animais expostos e infectados. Exemplares de B. glabrata mineira infectaram-se com cepa simpátrica (MAP) e com 5 alopátricas do Estado de São Paulo (PTH, VPH, OuH, PTR e VPR). B. glabrata paulista mostrou altas taxas de infecção com as cepas MAP, VPR e OuH do trematódeo. Quatro % dos exemplares B. straminea de São Paulo eliminavam cercárias de cepas simpátricas; com cepa mineira apenas 4% apresentaram esporocistos na vigência de 20 miracídios por molusco; as menores taxas de mortalidade foram registradas com essa espécie de molusco, não sendo maior do que 20%. B. tenagophila paulista foi suscetível apenas às linhagens simpáticas sendo 6% a maior taxa de moluscos que eliminaram cercárias. Os resultados indicam que os movimentos populacionais humanos dentro do território paulista e para fora dele são importantes na disseminação da esquistossomose mansônica.





Crisis ◽  
2014 ◽  
Vol 35 (1) ◽  
pp. 5-9 ◽  
Author(s):  
Daniel Hideki Bando ◽  
Fernando Madalena Volpe

Background: In light of the few reports from intertropical latitudes and their conflicting results, we aimed to replicate and update the investigation of seasonal patterns of suicide occurrences in the city of São Paulo, Brazil. Methods: Data relating to male and female suicides were extracted from the Mortality Information Enhancement Program (PRO-AIM), the official health statistics of the municipality of São Paulo. Seasonality was assessed by studying distribution of suicides over time using cosinor analyses. Results: There were 6,916 registered suicides (76.7% men), with an average of 39.0 ± 7.0 observed suicides per month. For the total sample and for both sexes, cosinor analysis estimated a significant seasonal pattern. For the total sample and for males suicide peaked in November (late spring) with a trough in May–June (late autumn). For females, the estimated peak occurred in January, and the trough in June–July. Conclusions: A seasonal pattern of suicides was found for both males and females, peaking in spring/summer and dipping in fall/winter. The scarcity of reports from intertropical latitudes warrants promoting more studies in this area.



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