emerg infect
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2020 ◽  
Vol 9 (5) ◽  
pp. 403-409
Author(s):  
Raissa Silva Frota ◽  
Beatriz Zieri Leone ◽  
Stephanie Guardabassio De Oliveira ◽  
João Carlos Bizinotto Leal de Lima ◽  
Amanda Oliva Spaziani ◽  
...  

A doença meningocócica (DM) é uma infecção bacteriana aguda, potencialmente fatal causada pela bactéria Neisseria meningitidis, apresenta grande potencial epidêmico devido as suas características de evolução clínica rápida, gravidade e letalidade. O objetivo deste trabalho foi descrever a situação epidemiológica da doença meningocócica no Estado de Goiás, Brasil entre os anos de 2010 e 2016. Foi realizado levantamento de estudos descritivos dos casos confirmados de doença meningocócica registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), datando de 1º de janeiro de 2010 a 31 de outubro de 2016 com taxas de incidência, mortalidade e projeções anuais populacionais calculadas com base nos registros do Sinan e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O processamento e a análise de dados foi realizado com os programas: EpiInfoTM, TabWin e TabNet. No Estado de Goiás foram registrados 2.483 casos da doença. Houve, variação da taxa de incidência entre os anos de 2007 e 2011, tendo um decréscimo significativo igual a 33,3% em relação ao ano de 2010. Foram registrados 573 óbitos, com maior incidência em crianças menores de 1 ano. A maioria dos casos registrados é de residentes da zona urbana. O sorogrupo C foi mais incidente. Os principais achados foram: redução da taxa de incidência da doença meningocócica, constância da taxa de mortalidade geral, aumento na taxa de letalidade e predominância do sorogrupo C. A epidemiologia permite analisar o impacto da vacina sobre a carga da doença e a necessidade de estratégias de intervenção. Descritores: Meningite; Sepse; Epidemiologia. Referências Brasil. Ministério da Saúde. Influenza, Doença Meningocócica e Outras Meningites: Doença Meningocócica. In: SAÚDE, Ministério da. Guia de Vigilância em Saúde. 2. ed. Brasília: MS, 2017. Cap. 1. p. 33-44.  Brasil. Ministério da Saúde. Influenza, Doença Meningocócica e Outras Meningites: Doença Meningocócica. In: SAÚDE, Guia de Vigilância em Saúde. 3. ed. Brasília: MS, 2019. Cap. 1. p. 33-44.  Berezin EN. Doença meningocócica: epidemiologia da infecção meningocócica. SBP. Sociedade Brasileira de Pediatria. São Paulo. 2015. Santos ML, Ruffino-Netto A. Doença meningocócica: situação epidemiológica no Município de Manaus, Amazonas, Brasil, 1998/2002. Cad Saúde Pública. 2005;21(3):823-29. Castiñeiras TMPP, Pedro LGF, Martins FSV. Doença meningocócica. 2006. CIVES- Centro de Informação em Saúde para Viajantes - UFRJ. Rio de Janeiro. 2006 Barroso DE, Carvalho DM, Nogueira SA, Solari CA. Doença meningocócica: epidemiologia e controle de casos secundários. Rev Saúde Pública. 1998;32(1):89-97. Teixeira AB, Cavalcante JCV, Moreno IC, Soares IA, Holanda FOA. Meningite bacteriana: uma atualização. RBAC. 2018;50(4):327-29. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Boletim Epidemiológico. Volume 50, nº 3, Brasília. 2019.  Emmerick ICM, Campos MR, Schramm JMA, Silva RS, Costa MFS.  Estimativas corrigidas de casos de meningite, Brasil 2008-2009. Epidemiol Serv Saúde. 2014;23(2):215-26. Brasil. Ministério da Saúde. Doenças Infecciosas e Parasitárias: Guia de Bolso. 3. ed. Brasília/DF; 2004.v.1. Harrison OB, Claus H, Jiang Y, Bennett JS, Bratcher HB, Jolley KA et al. Description and nomenclature of Neisseria meningitidis capsule locus. Emerg Infect Dis. 2013;19(4):566-73.  Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria da Vigilância em Saúde. Boletim Epidemiológico. Meningite bacteriana não especificada no Brasil 2007 - 2016. Brasília. 2016. Brasil. Ministério da Saúde. Casos de meningite em crianças brasileiras diminuíram nos últimos dois anos, 2012. Brasília. 2012. Brasil. Portaria nº 204, de 17 de fevereiro de 2016. Define a Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território nacional, nos termos do anexo, e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil; Seção 1:23. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Coordenação-Geral de Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. Guia de Vigilância em Saúde: volume único, 2 ed. Brasília. 2017.  Goias. Secretaria de Estado da Saúde (SES). Dia Mundial de combate às meningites é celebrado nesta quarta-feira. Governo do Estado de Goiás. 2019. Ministério da Saúde. Meningite. Sinan.Sistema de Informação de Agravos de Notificação. Brasília. 2019.



2018 ◽  
Vol 62 (4) ◽  
pp. e02329-17 ◽  
Author(s):  
Arindam P. Ghosh ◽  
Cheri Aycock ◽  
Jane R. Schwebke

ABSTRACTNitroimidazoles (metronidazole [MTZ] and tinidazole [TNZ]) are the only drugs recommended for treatment ofTrichomonas vaginalisinfections. MTZ resistance occurs in 4% to 10% of cases of vaginal trichomoniasis (R. D. Kirkcaldy et al., Emerg Infect Dis 18:939–943, 2012; J. R. Schwebke and F. J. Barrientes, Antimicrob Agents Chemother 50:4209–4210, 2006) and TNZ resistance in 1% of cases (J. R. Schwebke and F. J. Barrientes, Antimicrob Agents Chemother 50:4209–4210, 2006). Emerging nitroimidazole-resistant trichomoniasis is concerning, because few alternatives to standard therapy exist. We assessed the prevalence ofin vitroaerobic MTZ and secnidazole resistance amongT. vaginalisisolates collected in 2015 to 2016 from 100 women in Birmingham, Alabama, with positive cultures. Archived specimens were treated with secnidazole or MTZ (0.2 to 400 μg/ml) for 48 h, according to U.S. Centers for Disease Control and Prevention protocols. Ninety-six (96%) of the 100 clinicalTrichomonasisolates tested demonstrated lower minimum lethal concentrations for secnidazole than for MTZ, suggesting that secnidazole has betterin vitroactivity than MTZ.



Plant Disease ◽  
2012 ◽  
Vol 96 (3) ◽  
pp. 455-455 ◽  
Author(s):  
W. M. Sun ◽  
L. N. Feng ◽  
W. Guo ◽  
D. Q. Liu ◽  
Y. N. Li ◽  
...  

From 2006 to 2010, peanut (Arachis hypogaea) pod rot became more prevalent in northern China, especially in the Sha River drainage area. The incidence of pod rot ranged from 30 to 100%. Typical symptoms were black rot of the pods, but no obvious morphological abnormality of the aboveground parts of infected plants was observed. Brown or black spots appeared on many pods when initially infected and then all peanut pods became black and rotten. The same fungus was isolated from 54 surface-disinfested lesions (85.2% of all lesions) on potato dextrose agar (PDA) media. One isolate, designated as HBXLb, was chosen for further characterization. In culture, both anamorph and teleomorph were present. Mycelia of the fungus grew quickly (colonies were 3.2 cm in diameter in 3 days) and became white and floccose on PDA at 28°C. The hyaline, elongated-to-cylindrical conidia aggregated on the slimy heads of conidiogenous cells that developed on undifferentiated hyphae after incubation for 3 to 4 days. Conidial sizes varied from 5 to 10 × 1.5 to 3 μm (n = 50) and were mostly single celled. Some conidia appeared slightly curved. The morphology was consistent with Acremonium spp. Numerous ascomata (perithecia) formed within 10 to 14 days when incubated at 28°C under light and dark conditions. Perithecia were orange-brown, strawberry shaped (300 to 400 μm in diameter), and ostiolate on the top. Cylindrical asci, with an average size of 90 to 110 × 7.5 to 9 μm, were present inside the ascomata with each containing eight ascospores in a row. The ascospores were brownish, spherical to ellipsoidal, and 10 to 15 × 8 to 12 μm. The cultural and morphological characteristics of isolate HBXLb matched the description of N. vasinfecta (2). The internal transcribed spacer (ITS) region of rDNA was amplified by the primer pairs ITS4/ITS5. A 525-bp amplicon (ITS4-5.8s-ITS5) was obtained and sequenced (GenBank Accession No. HM461901). The ITS sequence was a 100% match to N. vasinfecta strain N-JXLN01 (GenBank Accession No. GU213063) by BLASTn in GenBank. Pathogenicity tests were conducted on detached pods of peanut cultivar Jihua 4. Forty surface-disinfested peanut pods were soaked in a conidial suspension (105 conidia per ml) for 2 min and 40 pods were soaked in sterile water as a control. Then all peanut pods were maintained in moist petri dishes under darkness for 14 days at 28°C. Brown or black spots appeared on all pods inoculated with the fungus within 10 days, while the controls remained healthy. Symptoms were similar to those originally observed in the field, and N. vasinfecta could be reisolated from all infected pods. This fungus previously has been reported as the pathogen of foot rot of peanut in South Africa (1), Taiwan (4), and Australia (3). To our knowledge, this is the first report of peanut pod rot caused by N. vasinfecta in China. References: (1) S. W. Baard et al. Phytophylactica 17:49, 1985. (2) O. A. Cornely et al. Emerg. Infect. Dis. 7:149, 2001. (3) M. F. Fuhlbohm et al. Australas. Plant Dis. Notes 2:3, 2007. (4) J. W. Huang et al. Plant Pathol. Bull. 1:203, 1992.



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