intraoral splint
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2018 ◽  
Vol 52 (6) ◽  
pp. 454-462 ◽  
Author(s):  
Audrey C.C. Hollanders ◽  
Nicolien K. Kuper ◽  
Tamires T. Maske ◽  
Marie-Charlotte D.N.J.M. Huysmans

In situ caries research serves as a bridge between clinical research and laboratory studies. In this kind of research, volunteers wear a removable intraoral splint or prosthesis containing research samples. Many different in situ models exist to investigate secondary caries. This systematic review compared currently existing secondary caries models and their lesion progression per day values. Materials and Methods: Three databases (Medline, Embase, and Cochrane) were searched for relevant literature. Bias risk was assessed and model parameters and caries-related outcomes were extracted by 2 independent researchers. Where possible, caries-related outcomes were normalized by estimating lesion progression per day by dividing lesion depth extracted from microradiographic or microhardness data by the number of days the study lasted. Results: The literature search identified 335 articles. After eliminating duplicates and selection, 31 articles were included. The models differed greatly on factors such as sample location, presence of fluoride in the model, and analysis methods. Three main groups could be identified by sample placement; 68% of models placed samples palatally in the upper jaw, and the lower jaw model could be divided into the buccal (26%) and approximal (6%) areas. Average lesion progression in enamel next to composite was 4.3 ± 2.8 µm (range1.1–8.8 µm/day). Discussion: Studies conducted with palatal models showed caries progression rates 2–5 times higher than the estimated clinical progression rates. Lesion progression per day could be a useful tool for future comparison of models and establishing a standardized model.





2015 ◽  
Vol 11 (11) ◽  
pp. 1327-1334 ◽  
Author(s):  
Luca Guarda-Nardini ◽  
Daniele Manfredini ◽  
Marta Mion ◽  
Gary Heir ◽  
Rosario Marchese-Ragona


2014 ◽  
Vol 47 (03) ◽  
pp. 475-477
Author(s):  
Madhubari Vathulya ◽  
Prateek Arora ◽  
Raghav Mantri ◽  
Sunil Choudhary
Keyword(s):  


2012 ◽  
Vol 1 (1) ◽  
Author(s):  
Maria Cristina Rosifini Alves Rezende ◽  
André Pinheiro de Magalhães Bertoz ◽  
Sandra Maria Herondina Coelho Ávila de Aguiar ◽  
Luis Guilherme Rosifini Alves Rezende ◽  
Ana Laura Rosifini Alves Rezende ◽  
...  

Responsáveis por amplo e variado quadro de sinais e sintomas de difícil diagnóstico, as desordens da articulação temporomandibular exigem tratamento complexo e multifatorial, já que envolvem ruptura do equilíbrio biomecânico e a forte presença de componentes emocionais. Em razão de etiologia multifatorial (fatores oclusais, alterações esqueléticas, musculares, problemas degenerativos, hábitos nocivos, estresse e/ou problemas emocionais) exige abordagem terapêutica interdisciplinar por vários especialistas (cirurgião dentista, fisioterapeuta, psicólogo e fonaudiólogo)uma vez que a abordagem transdisciplinar e individualizada alicerça o tratamento bem-sucedido.Cada paciente requer procedimentos diferentes em seu tratamento, e é necessário saber em que ponto cada especialista deve intervir para o sucesso da terapêutica. As Desordens temporomandibulares (DTM), relacionadas ao desconforto na articulação temporomandibular (ATM), respondem por importante impacto negativo sobre a qualidade de vida e bem estar. São patologias multifatoriais que exigem diferentes estratégias de abordagem. Cada paciente requer procedimentos diferentes em seu tratamento, e é necessário saber em que ponto cada especialista deve intervir para o sucesso do tratamento.Descritores: Dor Facial; Equipe de Assistência ao Paciente; Sistemas de Saúde.ReferênciasAlves-Rezende MCR, Silva JS, Soares BS, Bertoz FA, Oliveira DTN, Alves-Claro APR. Estudo da prevalência de sintomatologia temporomandibular em universitários brasileiros de Odontologia. Rev Odontol Araçatuba 2009; 30(1): 9-14.Alves-Rezende MCR, Cortiglio S, Sant’anna CBM, Alves-Rezende LGR, Montanher IS, Alves-Rezende ALR. Aplicação da acupuntura no tratamento da Síndrome de Costen: relato de caso clínico. Arch Health Invest 2012; 1(Spec):15.Alves-Rezende MCR, Sant'Anna CBM, Capalbo BC, Zuim PRJ. Intervenção interdisciplinar no tratamento do paciente com dor orofacial: uso de acupuntura. Rev Odontol Unesp 2012; 41: 181Alves-Rezende MCR, Sant'Anna CBM, Verri ACG, Cunha-Correia AS, Aguiar SMHCA, Bertoz APM, et al. Sinais e sintomas na Síndrome de Costen associada a desordens temporomandibulares: relato de caso clínico. Rev Odontol Araçatuba 2011; 32(1):65-9.Alves-Rezende MCR, Soares BMS, Silva JB. Frequência de hábitos parafuncionais: estudo transversal em acadêmicos de Odontologia. Rev Odontol Araçatuba 2009; 30:59-62.Cortiglio S, Alves-Rezende MCR, Alves-Rezende LGR, Montanher IS, Alves-Rezende ALR. Estudo da associação entre bruxismo, consumo de álcool e tabaco em universitários brasileiros Arch Health Invest 2012; 1 (Spec): 36.Koopman JS, Huygen FJ, Dieleman JP, Mos M, Sturkenboom MC. Pharmacological treatment of neuropathic facial pain in the dutch general population. J Pain, 2009; 11(3): 264 –72.Oliveira AS, Bermudez CC, Souza RA, Souza CMF, Dias EM, Castro CES, et al. Impacto da dor na vida de portadores de disfunção temporomandibular. J Appl Oral Sci 2003; 11(2): 138-43.Reisine ST, Fertig J, Weber J, Leder S. Impact of dental conditions on patients’ quality of life. Community Dent Oral Epidemiol 1989; 17(1): 7- 10.Rodrigues D, Siriani AO, Bérzin F. Effect of conventional TENS on pain and electromyographic activity of masticatory muscles in TMD patients. Braz Oral Res 2004;18(4):290-5.Rossi AC, Resende MCRA, Araújo OP Jr, Garcia AR, Zuim PRJ, Marinho LVD. Fisioterapia no tratamento multidisciplinar da disfunção temporomandibular. Rev Odonto UNESP. 2008;37(Número Especial):190Seligman ME, Schulman P, Tryon AM. Group prevention of depression and anxiety symptoms. Behav Res Ther 2007; 45:1111-26.Simi MD, Alves-Rezende MCR, Ruiz MAF, Zuim PRJ. Abordadem extensionista multidisciplinar: fisioterapia aplicada ao tratamento de disfunção temporomandibular. Rev Odontol UNESP. 2012;41(Número Especial):180.Widmer CG. Convicções correntes e diretrizes pedagógicas. In: Lund JP, Lavigne GJ, Dubner R, Sessle BJ. Dor orofacial: da ciência básica à conduta clínica. São Paulo: Quintenssence Books: 2002. p. 27-34.Granja DVA, Lima AP. Influência dos recursos fisioterapêuticos nas algias orofaciais. Rev Fisioter Brasil 2003;4(6):394-401.Pereira Jr FJ, Vieira AR, Prado R, Miasato JM. Visão geral das desordens temporomandibulares. RGO 2004;52(2):117-21.Barbosa GAS, Barbosa KVMS, Badaró CR Filho. Recursos fisioterápicos disponíveis para o tratamento das disfunções temporomandibulares. JBA 2003; 3(11):257-62.Castro FM, Gomes RCV, Salomão JR, Abdon APV. A efetividade da terapia de liberação posicional (TLP) em pacientes portadores de disfunção temporomandibular. Rev Odont Univ Cidade São Paulo. 2006; 18(1):67-74.Maciel RN. Oclusão e ATM: procedimentos clínicos. São Paulo: Ed. Santos; 1998. Maluf SA, Moreno BGD, Alfredo PP. Exercícios terapêuticos nas desordens temporomandibulares: uma revisão de literatura. Fisioter Pesq. 2008; 15(4): 408-15.Medlicott MS, Harris SR. A systematic review of the effectiveness of exercise, manual therapy, electrotherapy, relaxation training, and biofeedback in the management of temporomandibular disorder. Physical Ther 2006; 86(7):955-73.Torres F, Campos LG, Fillipini HF, Weigert KL, Dalla Vecchia GF. Efeitos dos tratamentos fisioterapêutico e odontológico em pacientes com disfunção temporomandibular Fisioter Mov 2012; 25(1):117-25Teixeira MJ, Teixeira WGJ, Santos FPSS, Andrade DCA, Bezerra SL, Figueirdo JB, et al. Epidemiologia clínica da dor músculo-esquelética. Rev Med 2001; 80(1): 1-21.Melzack R. The McGill pain questionnaire. From description to measurement. Anesthes 2005; 103(1):199-202Chaves TC, Oliveira AS, Grossi DB. Principais instrumentos para avaliação da disfunção temporomandibular, parte I: índices e questionários; uma contribuição para a prática clínica e de pesquisa. Fisioter Pesq. 2008;15(1):92-100El Fatih I A, Ibrahim AI, El Laithi A. Efficacy of physiotherapy and intraoral splint in the management of temporomandibular disorders. Saud Dent J 2004;16(1):16-20.Guerra LMC. Eficácia do ultra-som na terapia das Disfunções Temporomandibulares: avaliação clínica e eletromiográfica. [dissertação]. Pernambuco: Universidade Federal de Pernambuco; 2003.Biasotto DA. Efeito da técnica Fisioterapeutica (massoterapia) em indivíduos portadores de Desordem Temporomandibular Miogênica: um estudo eletromiográfico. [dissertação]. Piracicaba: Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas; 2002.Eisensmith LP. Massage therapy decreases frequency and intensity of symptoms related to temporomandibular joint syndrome in one case study. J Bodywork Move Therap 2007;11:223-30.Chaitow L. Teoria e prática da manipulação craniana: abordagens em tecidos ossos e mole. São Paulo: Manole, 2001.Troian MA. Tratamento interdisciplinar entre fisioterapia e odontologia na redução da dor em pacientes com disfunção do sistema craniocervicomandibular. Reabilit. 2005;7(26):29-39.Mourão NLA, Mesquita VT. A Importância da fisioterapia no tratamento das disfunções da Atm. Terapia Manual. 2006;4:66-9.



CRANIO® ◽  
2010 ◽  
Vol 28 (1) ◽  
pp. 30-42 ◽  
Author(s):  
Simona Tecco ◽  
Stefano Teté ◽  
Vito Crincoli ◽  
Mario Armando Festa ◽  
Felice Festa


2007 ◽  
Vol 137 (1) ◽  
pp. 93-99 ◽  
Author(s):  
Marc Christian Metzger ◽  
Amir Rafii ◽  
Bettina Holhweg-Majert ◽  
Annette M. Pham ◽  
Brad Strong

PURPOSE: Surgeons have recently started to use computer-aided surgery (CAS) to assist with maxillofacial reconstructive surgery. This study evaluates four different CAS registration strategies in the maxillofacial skeleton. MATERIALS AND METHODS: Fifteen fiducial markers were placed on each of four cadaveric heads. Four registration protocols were used: 1) group 1—invasive markers, 2) group 2—skin surface, 3) group 3—bony landmark, 4) group 4—intraoral splint. Two observers registered each head twice with each of the four protocols and measured the target registration error (TRE). The process was repeated on two different navigation systems for confirmation. RESULTS: The mean TRE values were: invasive, 1.13 ± 0.05 mm ( P < 0.05); skin, 2.03 ± 0.07 mm ( P < 0.05); bone, 3.17 ± 0.10 mm ( P < 0.05); and splint, 3.79 ± 0.13 mm ( P < 0.05). The TRE values were consistent across CAS systems. CONCLUSION: Of the techniques tested for CAS registration, invasive fiducial markers are the most accurate. Skin surface landmarks, bony landmarks, and an intraoral splint are incrementally less accurate.



2000 ◽  
Vol 379 (1) ◽  
pp. 64-70 ◽  
Author(s):  
Betty J. Sindelar ◽  
Stephen P. Evanko ◽  
Todd Alonzo ◽  
Susan W. Herring ◽  
Thomas Wight


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