SER Social
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Published By Biblioteca Central Da Unb

2178-8987, 1415-6946

SER Social ◽  
2020 ◽  
Vol 22 (47) ◽  
pp. 339-359
Author(s):  
Nikos Kourachanis ◽  
Yannis G.S. Papadopoulos

Este artigo avalia criticamente as políticas de acolhimento dos requerentes de asilo na Grécia. Examinaremos a ação de organizações internacionais/intergovernamentais que empreenderam a gestão de fluxos de refugiados no primeiro período do pós-guerra e as características da política de imigração da União Europeia (UE). Parte-se da premissa de que a maneira como os refugiados são gerenciados pela eu, ao longo do tempo, não contribui para a integração social deles; pelo contrário, as condições inadequadas de acolhimento servem para repeli-los e dissuadi-los do território europeu. As políticas de acolhimento implementadas na Grécia são exemplos dessas orientações e objetivos.



SER Social ◽  
2020 ◽  
Vol 22 (47) ◽  
pp. 360-367
Author(s):  
Daniel Bin

Entrevista com Alfredo Saad-Filho, na qual são abordados temas como universidade e ciências sociais e as conjunturas econômica e política no mundo contemporâneo e no Brasil.



SER Social ◽  
2020 ◽  
Vol 22 (47) ◽  
pp. 389-409
Author(s):  
Ariana Celis Alcantara

A presente pesquisa bibliográfica, de referencial teórico histórico-crítico, tem como objetivo refletir sobre os principais desafios postos para o campo da saúde do trabalhador na contemporaneidade, bem como as possibilidades de enfrentamento ao modo de produzir adoecimento do capitalismo. Podemos aferir que a saúde do trabalhador não se limita ao ambiente físico da empresa, mas perpassa questões da segurança social e dos determinantes sociais em saúde e que o trabalho se configura como categoria central nas relações sociais. Assim, não é possível entender o processo saúde-doença na saúde do trabalhador sem vinculá-lo ao processo de exploração do trabalho no modo de produção capitalista, ou seja, o debate da saúde do trabalhador é indissociável do capitalismo. Nessa perspectiva, concluímos que somente a organização coletiva dos trabalhadores, na luta por uma sociedade emancipada, será capaz de frear a ânsia do capital e, assim, construir a saúde do trabalhador, de fato, sendo a seguridade social ponto nevrálgico que deve ser inegociável pela classe trabalhadora.



SER Social ◽  
2020 ◽  
Vol 22 (47) ◽  
pp. 410-431
Author(s):  
Letícia Cristina Conceição
Keyword(s):  

O Brasil tem experimentado um acelerado processo de envelhecimento populacional nas últimas décadas, o que coloca importantes desafios para o sistema de proteção social. Em 1988, a Constituição Federal instituiu um benefício monetário, não contributivo, no valor de um salário mínimo dirigido a idosos e pessoas com deficiências que se encontram abaixo da linha de pobreza, o BPC (Benefício de Prestação Continuada). Este artigo buscou conhecer a percepção de beneficiários idosos sobre tal benefício. Para tanto, contou com uma pesquisa exploratória, embasada no método histórico-dialético e realizada em um município da região metropolitana do Rio de Janeiro, por meio de entrevistas com idosos acompanhados, em um Centro de Referência em Assistência Social (Cras). Os resultados apontaram aspectos relacionados ao perfil dos idosos entrevistados e suas percepções sobre os procedimentos por eles adotados para acessar o benefício, a utilização do recurso monetário e a noção de direito social desses cidadãos.



SER Social ◽  
2020 ◽  
Vol 22 (47) ◽  
pp. 432-454
Author(s):  
Iraildes Caldas Torres

Este texto apresenta os resultados de uma pesquisa sobre a emergência de novos coletivos de mulheres no tempo contemporâneo, com o propósito de verificar suas expressões, modo de ser e estar, organização sociopolítico-cultural e peculiaridades de seu aparecimento na cena contemporânea. Os anos 2000 marcam a efervescência de novos grupos de mulheres que se apresentam de forma espontânea e ao largo da nucleação tradicional do sujeito mulher. O trabalho de campo assumiu o aporte das abordagens qualitativas, junto a uma amostra de 05 coletivos de mulheres que se organizam em Manaus, no Amazonas. Dentre os múltiplos aspectos constatados ficou claro o fato de esses novos coletivos se distanciarem da política tradicional dos movimentos feministas que marcaram a luta reivindicativa do século XX. Comprova-se, enfim, que estes novos coletivos de mulheres se expressam em meio ao ativismo de gênero, por intermédio da arte e da cultura.



SER Social ◽  
2020 ◽  
Vol 22 (47) ◽  
pp. 261-284
Author(s):  
Josep Burgaya Riera

Nuestra sociedad y nuestra economía se han sustentado durante la época industrial sobre el mito de que la tecnología nos permitía de manera progresiva dominar la naturaleza y ponerla a nuestro servicio. El desarrollismo, el crecimiento económico continuo ha sido la filosofía que ha movilizado izquierdas y derechas desde la revolución industrial. Las externalidades de nuestras actividades económicas, medioambientales y de otros tipos, no se han empezado a contabilizar hasta hace relativamente poco tiempo. Nuestro sistema económico y productivo, en nombre de llegar a la suficiencia productiva, se ha basado en tecnologías sobre las cuales no controlábamos la totalidad, a veces ni tan solo una pequeña parte de sus efectos. Para el funcionamiento del sistema, para no caer en la sobreproducción, se ha estimulado el consumo a niveles irracionales, convirtiendo el despilfarro en la cultura y en el hábito dominante.



SER Social ◽  
2020 ◽  
Vol 22 (47) ◽  
pp. 455-461
Author(s):  
Sophia Cunha Afonso ◽  
Silvia Yannoulas

Resenha: Roda de Conversa sobre Redes e Cooperação Acadêmica Internacional.



SER Social ◽  
2020 ◽  
Vol 22 (47) ◽  
pp. 317-338
Author(s):  
Adriana Rosa Clemente

Este trabajo se pregunta cómo impactaron las reformas neoliberales de la década del 90 en la concepción y tratamiento de la pobreza a partir de habilitar un nuevo enfoque de atención a la pobreza como es el neoasistencialismo. El objetivo del articulo es analizar los factores que configuran cambios en los modelos de intervención sobre la pobreza y que en la historia reciente habilitaron la generalización de los programas de transferencia de ingresos, así como la afirmación de los abordajes de proximidad (comunitario y participativo) ya no como estrategia alternativa, sino como método eficaz para expandir la acción del Estado a partir de constituir a los beneficiarios en co ejecutores de las políticas.



SER Social ◽  
2020 ◽  
Vol 22 (47) ◽  
pp. 285-316
Author(s):  
Mimmo Carrieri

This article explores the effects of the growth of the “cartel parties” within the Italian system and the new relations between the unions and leftist parties, going beyond the models and experiences of the twentieth century. One of the consequences concerns the stronger interdependence of the parties and the state, and their need for more public resources. Another aspect relates to the relationship of the party with society and other socially representative organisations and stakeholders. In the case of Italy, the Democratic Party, set up in 2007, embodies the weak-minded party version, progressively dismantling the relationship with the trade union movement and, in particular, with the CGIL. The Italian situation confirms that underlying these evolutions there are not only external factors, such as globalisation and changes in the work world, but also internal factors, such as the logic of actions, drawn up and put aggressively into practice by the “cartel parties".



SER Social ◽  
2020 ◽  
Vol 22 (47) ◽  
pp. 368-388
Author(s):  
Iana Vasconcelos Moreira Rosado ◽  
Gleidiane Almeida de Freitas

Este artigo objetiva analisar as determinações sociais da saúde inerentes ao modelo societário capitalista, bem como os rebatimentos da contrarreforma do Estado na política de saúde na realidade brasileira. Desse modo, realizamos uma revisão literária a partir da perspectiva crítico-dialética, a qual nos permitiu apreender a saúde inserida como espaço de contradição, conflitos e interesses disputado pelo setor privado, atrelado à lógica lucrativa do capital, o que acaba corroborando para sua focalização, fragmentação e não efetivação da universalidade. Na contemporaneidade, a saúde vem sendo pactuada na concepção mercadológica, passando a constituir um mecanismo de contradição e, principalmente, de negação de direitos, contrariando o fato de estar ancorada ao princípio universal, participativo e descentralizado. Ao fim da leitura, pode-se apreender que a atuação do Estado capitalista pautado no neoliberalismo vem impulsionando desmonte dos direitos arduamente conquistados pela classe trabalhadora, com reflexos nefastos na política de saúde.



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