scholarly journals VvHDZ28 positively regulate SA biosynthesis during seed abortion in Thompson Seedless

Author(s):  
Zhiqian Li ◽  
Yuntong Jiao ◽  
Chen Zhang ◽  
Mengru Dou ◽  
Kai Weng ◽  
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2020 ◽  
Vol 43 (4) ◽  
pp. 903-919 ◽  
Author(s):  
Si Shen ◽  
Xiao‐Gui Liang ◽  
Li Zhang ◽  
Xue Zhao ◽  
Yun‐Peng Liu ◽  
...  






2021 ◽  
Vol 175 ◽  
pp. 111471
Author(s):  
Zhonghong Wu ◽  
Chenghu Dong ◽  
Jia Wei ◽  
Limin Guo ◽  
Yina Meng ◽  
...  


2008 ◽  
Vol 1 (3) ◽  
pp. 151-154 ◽  
Author(s):  
J. Fausto Rivero-Cruz ◽  
Min Zhu ◽  
A. Douglas Kinghorn ◽  
Christine D. Wu


Plant Disease ◽  
2013 ◽  
Vol 97 (3) ◽  
pp. 307-314 ◽  
Author(s):  
E. Feliziani ◽  
J. L. Smilanick ◽  
D. A. Margosan ◽  
M. F. Mansour ◽  
G. Romanazzi ◽  
...  

Potassium sorbate, a program of four fungicides, or one of three chitosan formulations were applied to clusters of ‘Thompson Seedless’ grape berries at berry set, pre-bunch closure, veraison, and 2 or 3 weeks before harvest. After storage at 2°C for 6 weeks, the natural incidence of postharvest gray mold was reduced by potassium sorbate, the fungicide program, or both together in a tank mixture, in 2009 and 2010. In 2011, the experiment was repeated with three chitosan products (OII-YS, Chito Plant, and Armour-Zen) added. Chitosan or fungicide treatments significantly reduced the natural incidence of postharvest gray mold among grape berries. Berries harvested from vines treated by two of the chitosan treatments or the fungicide program had fewer infections after inoculation with Botrytis cinerea conidia. None harmed berry quality and all increased endochitinase activity. Chitosan decreased berry hydrogen peroxide content. One of the chitosan formulations increased quercetin, myricetin, and resveratrol content of the berry skin. In another experiment, ‘Princess Seedless’ grape treated with one of several fungicides before 4 or 6 weeks of cold storage had less decay than the control. Fenhexamid was markedly superior to the other fungicides for control of both the incidence and spread of gray mold during storage.



2012 ◽  
Vol 38 (3) ◽  
pp. 216-222 ◽  
Author(s):  
Rúbia Brito Camargo ◽  
Daniel Terao ◽  
Ana Rosa Peixoto ◽  
Elizabeth Orika Ono ◽  
Leonardo Souza Cavalcanti ◽  
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Existe uma demanda, na região semiárida produtora de uvas no Submédio São Francisco, por medidas sustentáveis de controle de doenças pós-colheita, uma vez que o modelo atual de revestimento de caixas com polietileno de alta densidade, associado ao metabissulfito de sódio, não tem se mostrado eficiente no controle dos fungos que ocorrem na região. O objetivo desse trabalho foi estudar um controle da podridão por Aspergillus em uvas 'Thompson Seedless' por meio da modificação da atmosfera, pelo envolvimento de caixas de uva em bolsões de poliamida. Comparou-se o bolsão de poliamida (PA) ao de polietileno alta densidade (PEAD), comumente usado na região, combinados ou não com o metabissulfito de sódio (SO2). Frutos provenientes de propriedade comercial, após serem selecionados e desinfestados foram feridos com alfinete entomológico e inoculados com uma suspensão de Aspergillus niger na concentração de 10(6) conídios.mL-¹ e submetidos à câmara úmida por 24 horas. Em seguida as caixas de uva foram colocadas em bolsões específicos de acordo com o tratamento e armazenadas em câmara fria à temperatura de 2 ºC e umidade relativa de 75%, durante 40 dias. A partir do 12º dia de armazenagem foram feitas avaliações semanais da incidência da doença e de variáveis físico-químicas: perda de massa, sólidos solúveis totais (SST), pH, acidez titulável (AT), ratio (SST/AT); peroxidase (POD) e medição das concentrações de CO2 e O2 até o 40º dia. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente ao acaso em parcelas subdivididas com cinco repetições. O revestimento de caixas de uva em bolsões de poliamida, mesmo sem o uso de metabissulfito de sódio, apresenta-se como uma alternativa viável na manutenção da qualidade pós-colheita de uva "Thompson Seddless", bem como na redução de podridão causada por A. Niger. A enzima peroxidase pode ter atuado no processo de manutenção de qualidade da fruta, contribuindo para uma redução dos níveis da doença em uvas.



2001 ◽  
Vol 88 (6) ◽  
pp. 1033-1040 ◽  
Author(s):  
Chantal Melser ◽  
Peter G. L. Klinkhamer


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