Blade Runner Ridley Scott Michael Deeley

1982 ◽  
Vol 36 (2) ◽  
pp. 33-38 ◽  
Author(s):  
Michael Dempsey
Keyword(s):  

2019 ◽  
Vol 24 (36) ◽  
pp. 186
Author(s):  
Pedro Molina Siles ◽  
Hugo Barros Costa

<p>Tras el estreno de la película Blade Runner, dirigida en 1982 por el director británico Ridley Scott, se publicó “Blade Runner. Sketchbook”, un libro que recoge los bocetos y diseños conceptuales utilizados durante la preproducción de la película. Una publicación solo accesible para unos cuantos afortunados debido a su alto coste. Muchos años después se puede acceder a parte de esa publicación gratuitamente a través de determinadas plataformas web. En ella podemos encontrar, entre otros diseños, los primeros esbozos que se dibujaron de uno de sus protagonistas principales, la ciudad de Los Ángeles en el año 2019. En este artículo llevaremos a cabo un estudio de estos dibujos, los referentes que se emplearon, los protagonistas que formaron parte del proceso, el impacto que generaron y lo mucho que influyeron en el concepto de imagen de la ciudad del futuro en el cine.</p>



COMeIN ◽  
2014 ◽  
Author(s):  
Robert Rabanal
Keyword(s):  

En 1984, después del éxito de la película Blade Runner, Apple encargó al prestigioso director de cine Ridley Scott la campaña de lanzamiento de su Macintosh 128K. Scott no fue el primero en dar el salto del cine a la publicidad, pero esa campaña de 60 segundos de duración está considerada hoy en día una de las campañas más famosas y exitosas de la historia de la publicidad.



Author(s):  
Niels Bjørn

Når talen falder på storbyfilm, bliver nogle bestemte værker ofte nævnt. Det er film som Metropolis (1927) af Fritz Lang, Asfaltjunglen (1950) af John Huston, Manhattan (1979) af Woody Allen og Blade Runner (1982) af Ridley Scott. Fælles for filmene er for det første, at de tilhører den filmhistoriske kanon i vores del af verden, og for det andet, at de drager tilskuerens blik til sig med spektakulære billeder af storbyen.  



Author(s):  
Luís Miguel Oliveira de Barros Cardoso
Keyword(s):  

No universo da Cibercultura, assume lugar de relevo semiótico e significativo, em articulação com a pós-modernidade e a correlata visão do espaço da cidade como distopia, o cinema, e, em particular, Bllade Runner, de Ridley Scott. Revisitamos Blade Runner, viajando pelo círculo significativo de Alien e Prometheus, em busaca da cidade-paradoxo e do jogo eterno da descoberta do "Eu" e da identidade, do "Outro", da criação e do criador.



Author(s):  
Andrés Reina Gutiérrez

Faltan ocho años para 2019, fecha en la que se desarrolla un fragmento fundamental en la historia de Rick Deckard, el policía Blade Runner, creado por Philip K. Dick para la novela ¿Sueñan los androides con ovejas eléctricas?, de 1968, transcodificado por Ridley Scott en la película insigne de 1982. A pesar de que sería demasiado difícil predecir el aspecto que tendrá la ciudad de Los Ángeles en 2019, y aún más arduo anticipar la existencia de objetos, entornos, funciones y acciones de este futuro tan cercano, se puede inferir cuáles no serán sus aciertos proféticos: automóviles voladores, lluvia ácida, colonias espaciales para radicales traslados domiciliarios o la convivencia con replicantes, idénticos en aspecto y superiores en funcionalidad a seres humanos y animales. Sin embargo, no estamos a ocho años del futuro que representaron estos visionarios en sus respectivas obras; asunto irrelevante, por cierto, pues lo que se plantea aquí no es un asunto de pertinencia profética. Lo que sí resulta en definitiva interesante es intentar evaluar el trabajo colectivo de visualización de un futuro (cualquiera), proyectado hace 30 años, bajo los códigos culturales estéticos de un decenio ecléctico y, en algunos casos, reaccionario ante las utopías.La preocupación por la verdad sería un asunto de especulación y absurda interpretación profética, así que la valoración de lo verosímil es el camino que tal vez permita, además de superar la perspectiva del gusto (dispuesto por nuestra cultura y predispuesto por nuestra naturaleza), elevar una reflexión estética pertinente.



Author(s):  
Rosana de Lima Soares ◽  
Silvio Anaz
Keyword(s):  

 Este artigo tem como objetivo apresentar possibilidades teóricas e metodológicas para o estudo de narrativas audiovisuais contemporâneas presentes nas mídias. Por meio da análise mitocrítica e de aportes conceituais advindos da teoria geral do imaginário (Gilbert Durand), analisaremos alguns aspectos míticos presentes no filme Blade Runner, o caçador de androides (Ridley Scott, 1982) apontando para processos de identidade e de alteridade nas mídias, e articulando questões relativas à construção de estigmas e estereótipos nelas presentes. Nesse percurso, destacaremos os processos de humanização do protagonista e do antagonista em Blade Runner, o que nos leva à questão da empatia e da aceitação do Outro e do diferente nas narrativas audiovisuais contemporâneas.



Ridley Scott ◽  
2019 ◽  
pp. 61-77
Author(s):  
Vincent LoBrutto

In February 1980, Ridley Scott signed on to direct a film based on Philip K. Dick’s novel Do Androids Dream of Electric Sheep? During development of the project the film became Blade Runner, a highly influential science fiction film set in a dystopian Los Angeles of the near future. The production was highly inventive and the narrative experimental. Scott pushed the cast and crew hard because of the limited amount of time he had to put his vision on film. The producers were constantly hounding him over what they considered excesses and lack of respect for the schedule, actually firing him and his producer Michael Deeley at one point, only to rehire them days later, although they constantly threatened to take the film over. Narration included for clarity slowed the film down and was eventually removed after the initial release. Blade Runner is a landmark film in visual effects and for its sophisticated narrative and complex characters.



2013 ◽  
Vol 7 (13) ◽  
pp. 9-21
Author(s):  
Aldo Dinucci
Keyword(s):  

Em 2012 tivemos o trigésimo aniversário tanto do lançamento do filme Blade Runner, do diretor Ridley Scott, quanto da morte do escritor de ficção científica Philip K. Dick, cujo livro intitulado Do Androids Dream of Electric Sheep? (Sonham os Androides com carneiros elétricos?) inspirou a película. Nas páginas seguintes, analisarei alguns aspectos do filme Blade Runner, mostrando que se pode ver nele uma metáfora da pós-modernidade e do totalitarismo que acompanha esta última.



Temática ◽  
2019 ◽  
Vol 15 (2) ◽  
Author(s):  
Ivone Gomes de Brito

Com fundamentação teórica no discurso de Bordwell acerca do estilo, este estudo tem como propósito examinar a mise-en-scène do cineasta Denis Villeneuve, a fim de identificar o seu estilo individual. Em seguida, é realizada uma análise de cenas dos filmes 32 de Agosto na Terra (Un 32 Août Sur Terre, 1998), seu primeiro longa-metragem, A Chegada (Arrival, 2016), primeiro filme do gênero ficção científica sob sua direção, e Blade Runner 2049 (2017), a sequência do clássico de Ridley Scott, com vistas a expor um padrão de estilo de Villeneuve que se constitui em um elemento central de sua mise-en-scène, e que será crucial para uma reviravolta em suas narrativas.Palavras-chaves: A Chegada. Blade Runner 2049. Denis Villeneuve. Estilo. Mise-en-scène. 32 de Agosto na Terra.



2018 ◽  
Vol 17 (1) ◽  
pp. 225-237
Author(s):  
Amadeu De Oliveira Weinmann ◽  
Roberto Henrique Amorim de Medeiros ◽  
Gustavo Caetano de Mattos Mano

O artigo propõe-se a pensar algo do pathos da Modernidade – a paixão pelo autômato –, à luz do conceito nietzschiano Morte de Deus. Nesse sentido, toma como matéria de análise dois clássicos do cinema de ficção científica: 2001: uma odisseia no espaço, de Stanley Kubrick, e Blade runner, de Ridley Scott. Se a paixão pelo autômato consiste em uma forma do sujeito moderno denegar a finitude, nos filmes em debate tal condição é elaborada de um modo muito singular. 2001 e Blade runner oferecem ao espectador a possibilidade de resistir à assunção dessa inclinação da subjetividade moderna. Em 2001, o autômato é demasiado humano e uma narrativa trágica promove outro modo de enfrentar a finitude. Em Blade runner, o autômato é o portador das angústias fundamentais do sujeito moderno – origem e finitude – e a identificação a ele permite ao espectador ir além do homem.



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