quimioterapia intraperitoneal
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2021 ◽  
Author(s):  
Fernanda Maria Ribeiro Batista ◽  
Maria Eduarda Ribeiro Martins ◽  
Natasha Cristina Rangel Rodrigues ◽  
Priscila Ketlyn Firmino Silva ◽  
Wellington Monteiro Ferreira

Introdução: o câncer é uma doença crônica que pode ser tratada de diversas formas, uma delas é a quimioterapia, a qual é um tratamento que faz uso de medicações para danificar as células causadoras do tumor, esse procedimento causa diversos efeitos colaterais deletérios à qualidade de vida do paciente. Os tratamentos como a quimioterapia neoadjuvante e a quimioterapia intraperitoneal hipertérmica, visam promover melhor qualidade de vida ao paciente e amenizar os sintomas causados pela doença. Objetivo: esclarecer a relação do tratamento quimioterápico com qualidade de vida do paciente oncológico. Materiais e Métodos: trata-se de uma revisão narrativa da literatura, feito o levantamento de artigos na base SciELO, publicados no período entre 2017 a de 2020, utilizando o filtro qualidade de vida e o seguinte descritor “quimioterapia AND qualidade de vida”, foram encontrados no total 53 artigos e selecionados 3 artigos seguindo o critério de inclusão sobre o impacto da quimioterapia na qualidade de vida do paciente. Resultados: Vários tratamentos podem ser selecionados, como a neoadjuvante, mais utilizada, e a intraperitoneal hipertérmica, correspondente a uma alternativa para tratamentos oncológicos em pacientes com grande volume tumoral, e não influencia negativamente na qualidade de vida do paciente, visto que é administrado apenas no intraoperatório, não possibilitando maiores complicações por não necessitar a implantação de dispositivos de acesso peritoneal e possuir alta sobrevida. Conclusão: determinados tipos de pacientes com câncer apresentam maior risco baseado nos fatores laborais, o que afeta diretamente a qualidade de vida, função física e mental do paciente. Nesse sentido, estudos têm demonstrado que pacientes tratados com a quimioterapia intraperitoneal hipertérmica possui menos efeitos colaterais do que a quimioterapia neoadjuvante. Portanto, é importante um suporte multiprofissional para que seja suficiente para evitar evolução negativa da condição do paciente.



2020 ◽  
Vol 33 ◽  
pp. 26-40
Author(s):  
Olga Candanedo ◽  
Gabriela Casiano ◽  
Isabella Castillero ◽  
Moisés Cukier

RESUMEN Antecedentes El término carcinomatosis peritoneal fue utilizado por primera vez por Sampson en 1931 para describir la diseminación peritoneal de una neoplasia avanzada de ovario. Hoy el término carcinomatosis peritoneal incluye toda diseminación tumoral, local o masiva, que compromete la serosa peritoneal y las estructuras anatómicas vecinas. Un 30% a 40% de pacientes con carcinoma colorrectal van a desarrollar en algún momento metástasis, es decir 90 pacientes, de hecho la carcinomatosis peritoneal es la segunda presentación más común de la metástasis a distancia del cáncer de colon. Objetivo: Presentar la evidencia publicada sobre el abordaje y tratamiento quirúrgico de la carcinomatosis peritoneal de cáncer colorrectal en otras latitudes e impulsar el estudio, manejo y difusión de los conocimientos de la metástasis peritoneal principalmente a nivel nacional. Diseño: Se utilizaron artículos científicos indexados entre 2010 y 2020, que fueron seleccionados por su relevancia, validez y calidad de contenido, como aquellos disponibles en National Center for Biotechnology Information, Surgical Oncology Clinics of North America, Annals of Surgical Oncology, World Journal of Surgical Oncology obtenidas a través de diversas bibliotecas virtuales. Conclusión: La cirugía citorreductora en combinación con quimioterapia intraperitoneal hipertérmica ha mejorado la sobrevida global a los 5 años de 40 a 51% dando resultados prometedores en pacientes con carcinomatosis peritoneal de origen colorrectal altamente seleccionados e incluso se considera el único tratamiento potencialmente curativo. Palabras claves: carcinomatosis peritoneal, cáncer colorrectal, Cirugía citorreductora (CRS), quimioterapia intraperitoneal hipertérmica (HIPEC).



2019 ◽  
Vol 86 (3) ◽  
Author(s):  
Horacio N. López-Basave ◽  
Osvaldo A. Quiroz-Sandoval ◽  
Alejandro E. Padilla-Rosciano ◽  
Alberto M. León-Takahashi ◽  
Gerardo Miranda-Devora ◽  
...  


Author(s):  
Alejandra Chaves Chaves ◽  
Isabel Bolaños Martínez ◽  
Karla Mora Membreño ◽  
Luisa Gallón Vanega ◽  
Mario Ibañez Morera ◽  
...  

El pseudomixoma peritonei (PMP) es una condición caracterizada por acumulación progresiva de ascitis mucinosa e implantación de tumores mucinosos en la cavidad peritoneal. El presente artículo es una revisión bibliográfica en la cual se utilizaron 44 fuentes bibliográficas. A partir de la información recolectada, podemos decir que el PMP es una enfermedad poco común, que tiene como etiología principal las neoplasias epiteliales del apéndice. Su clínica se presenta clásicamente con síntomas abdominales vagos. El método diagnóstico más utilizado es la TAC. Su tratamiento se basa en resección quirúrgica junto a quimioterapia intraperitoneal (HIPEC), método que ha demostrado, en los últimos años, aumentar la sobrevida comparado a la terapia tradicional (únicamente la resección quirúrgica). Sin embargo, los estudios de investigación realizados hasta el momento han sido con poblaciones pequeñas, de tipo retrospectivo y no son multicéntricos, por lo cual no se cuenta con evidencia suficiente que apoye el manejo definitivo para esta patología.



2019 ◽  
Vol 64 (3) ◽  
pp. 425-429
Author(s):  
Simone de Oliveira Coelho ◽  
Marilia Fornaciari Grabois ◽  
Fabiola Almeida Barros Rebêlo ◽  
Ricardo Vianna de Carvalho ◽  
Fernanda Ferreira da Silva Lima ◽  
...  

Introdução: O tumor desmoplásico de pequenas células redondas (TDPCR) é uma neoplasia rara com comportamento clínico agressivo. Trata-se do caso de um paciente com 7 anos de idade, sexo masculino, com TDPCR, matriculado no Serviço de Pediatria do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. Relato do caso: Paciente iniciou o quadro com queixa de dor e aumento do abdome, ascite volumosa, febre e emagrecimento. Nos exames de imagem, apresentava lesão hipodensa no segmento IV A do fígado, ascite volumosa, massa justa parietal no hemitórax direito. O laudo histopatológico foi compatível com TDPCR estádio IV. O paciente foi submetido à quimioterapia sistêmica com resposta completa nas lesões torácicas e redução importante da massa abdominal, restando lesões em cavidade pélvica. O paciente foi submetido à cirurgia com citorredução e hipertermoquimioterapia com cisplatina, e recebeu radioterapia abdominal adjuvante e quimioterapia. O paciente manteve-se estável, apresentando nova progressão e óbito 14 meses após a recidiva. Conclusão: A citorredução cirúrgica associada à hipertermoquimioterapia intraperitoneal permitiu a possibilidade de controle temporário da doença com boa qualidade de vida para o paciente.





2018 ◽  
Vol 96 (10) ◽  
pp. 656-658
Author(s):  
Álvaro Arjona-Sánchez ◽  
Lidia Rodríguez-Ortiz ◽  
Sebastián Rufián-Peña ◽  
Juan Manuel Sánchez-Hidalgo ◽  
Javier Briceño-Delgado


Author(s):  
Rafael Seitenfus ◽  
Antonio Nocchi Kalil ◽  
Eduardo Dipp de-Barros ◽  
Guilherme Fedrizzi

RESUMO A carcinomatose peritoneal é a evolução natural das neoplasias gastrointestinais, ginecológicas e primárias do peritônio. Nos últimos anos, a carcinomatose passou a ser considerada uma doença confinada ao peritônio, e não mais uma doença disseminada. Desta forma, a associação de citorredução cirúrgica associada à quimioterapia intraperitoneal se tornou o ponto chave no controle das metástases peritoneais. Tradicionalmente, a quimioterapia intraperitoneal é aplicada utilizando soluções líquidas. Uma nova modalidade de infusão da quimioterapia na cavidade abdominal surge como uma alternativa ao método tradicional. A chamada PIPAC (Pressurized Intraperitoneal Aerosol Chemotherapy) transforma a solução terapêutica líquida em um spray aerossolizado, potencializando a distribuição e penetração da quimioterapia intraperitoneal. Este relato tem por objetivo descrever essa nova técnica cirúrgica inovadora, realizada pela primeira vez por um monoportal no Brasil, alterando a forma descrita originalmente para a aplicação da PIPAC.



2018 ◽  
Vol 70 (2) ◽  
pp. 100-101
Author(s):  
Felipe Imigo G. ◽  
Richard Castillo R. ◽  
Mauricio Cuello F. ◽  
Felipe Bellolio R.


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