Legends of allergy and immunology: Jan E. de Vries

Allergy ◽  
2021 ◽  
Author(s):  
José M. Carballido ◽  
Hergen Spits

2016 ◽  
Vol 2 (3) ◽  
Author(s):  
Marco Antônio Guimarães Da Silva

Por circunstâncias relacionadas à minha titulação, acabei designado pela Universidade Castelo Branco do Rio de Janeiro (UCB) para avaliar uma parceria proposta pela Escola de Osteopatia de Madri (EOM). À época, em 1997, a EOM propunha que a UCB passasse a organizar academicamente os cursos de osteopatia que a referida Escola já vinha ministrando no Brasil, com vistas a, no futuro, torná-lo um curso de pós-graduação. Algumas viagens à Madri para observar a estrutura acadêmica e pedagógica da sede da EOM, condição imposta pela UCB para concretizar a parceria, me levaram a conhecer esta modalidade terapêutica, com resultados efetivamente comprovados através de trabalhos científicos.Realizadas as adaptações que se faziam necessárias, a UCB aprovou, em 2000, o curso de osteopatia, com uma carga horária de 1050 horas para a titulação de especialização acadêmica, nível Lato Sensu. A resolução do COFITO, que estabelece a osteopatia como uma especialidade da fisioterapia, levou-nos a propor ao CEPE da UCB uma complementação de 450 horas, alcançando, assim, as 1.500 horas, distribuídas ao longo de cinco anos, exigidas pela referida resolução do COFITO. A introdução desta técnica terapêutica no Brasil pela corrente Européia e a pronta intervenção do COFITO foram fatores decisivos para nos brindar com mais uma especialidade. Houvera sido a Osteopatia implantada no Brasil por influência da escola americana, talvez os rumos tomados fossem outros. Senão, vejamos. Nos EUA, a osteopatia é normalmente exercida pelo médico, que deve obter sua permissão através do National Board of Osteopatic Medical Examiners, e está dividida em Sociedades Osteopáticas que se distribuem por todas as modalidades médicas; a saber: Allergy and Immunology, Anesthesiology, Dermatology ,Emergency Medicine, Internal Medicine, Neurologists and Psychiatrists, Obstetrics and Gynecology, Occupational and Preventive Medicine, Ophthalmology and Otolaryngology, Orthopedics Pathology, Pediatrics Proctology, Radiology, Physical Medicine and Rehabilitation, Rheumatology Sports Surgery Medicine.Com o objetivo de incentivar as linhas de pesquisas na área da osteopatia, estará sendo criado, durante as III Jornadas Hispano-Lusas de Fisioterapia em Terapia Manual (Sevilha-Espanha, 5 de outubro de 2001), o Centro Internacional de Pesquisas em Osteopatia. O referido Centro, dirigido por um fisioterapeuta brasileiro com Doutorado, terá sua sede na Espanha e manterá núcleos, vinculados a Universidades, na Argentina, no Brasil, na Itália, em Portugal e na Venezuela. Esperamos, desta forma, ao lado do reconhecimento profissional já oferecido pela resolução COFITO, dar mais um passo na consolidação acadêmica da nossa mais nova modalidade terapêutica.



PEDIATRICS ◽  
2020 ◽  
Vol 146 (Supplement 4) ◽  
pp. S317-S317


2003 ◽  
Author(s):  
Charles Thomas Parker ◽  
George M Garrity
Keyword(s):  


2003 ◽  
Author(s):  
Charles Thomas Parker ◽  
George M Garrity
Keyword(s):  


2020 ◽  
Vol 11 (1) ◽  
pp. 93-100
Author(s):  
Vina Apriliani ◽  
Ikhsan Maulidi ◽  
Budi Azhari

One of the phenomenon in marine science that is often encountered is the phenomenon of water waves. Waves that occur below the surface of seawater are called internal waves. One of the mathematical models that can represent solitary internal waves is the modified Korteweg-de Vries (mKdV) equation. Many methods can be used to construct the solution of the mKdV wave equation, one of which is the extended F-expansion method. The purpose of this study is to determine the solution of the mKdV wave equation using the extended F-expansion method. The result of solving the mKdV wave equation is the exact solutions. The exact solutions of the mKdV wave equation are expressed in the Jacobi elliptic functions, trigonometric functions, and hyperbolic functions. From this research, it is expected to be able to add insight and knowledge about the implementation of the innovative methods for solving wave equations. 



2020 ◽  
Vol 2020 (2) ◽  
pp. 85-98
Author(s):  
A.B. Khasanov ◽  
T.J. Allanazarova
Keyword(s):  
De Vries ◽  


1966 ◽  
Vol 21 (3) ◽  
pp. 608-631 ◽  
Author(s):  
Lucien Gerschel
Keyword(s):  
De Vries ◽  

Le symbolisme de trois, plus tard de quatre couleurs chez divers peuples indo-européens, en liaison avec les trois fonctions et, éventuellement, avec des classes ou types d'hommes assurant ces jonctions, a été déjà bien étudié (J. de Vries « Bood, wit, zwart, Volkskunde (hollandaise), II, 1942, p. 1-10 ; cj. RHR, cxxxI, 1946, pp. 67-60 ; G. Widengren, « Harlekintracht und Mönchskutte, Clownhut und Derwischmütze », Orientalia Suecana, II, 1953, pp. 52-57, 65, 85-87, 92-93, 100, 103 ; G. Dumézil, mAlbati, russati, virides », et « Vexillum caeruleum », Rituels indoeuropéens à Rome, 1954, pp. 45-61 et 63-72). Mais qu'étaient ces couleurs ? Quelle conception les plus anciennes sociétés, les plus anciens spécialistes et usagers de la teinture se faisaient-ils de leurs rapports ? Par une étude originale des techniques, des vocabulaires, de certaines traditions, M. Gerschel montre que, primitivement, et parfois fort avant dans l'histoire, « le coloré » n'était que le rouge, et que le jaune, le noir, par opposition au blanc, était « le non-nettoyé ». Les bases réelles du symbolisme se trouvent ainsi éclairées.Georges DumézilLes procédés modernes permettent d'obtenir pratiquement tous les coloris, toutes les nuances que nous pouvons souhaiter ; ces facilités nous sont si naturelles qu'il ne nous vient même pas à l'esprit qu'elles aient pu ne pas exister. Et pourtant il faut les oublier pour comprendre l'état ancien de la technique ; pour de nombreux peuples indo-européens de l'antiquité et même encore du Moyen Age, teindre un drap, un vêtement, une laine, se réduisait essentiellement à obtenir ce seul résultat : substituer à la couleur existante une couleur rouge.



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