scholarly journals “Hold Them to Account”. Richard Sennett in Conversation with Boris Vormann

2021 ◽  
Vol 66 (1) ◽  
pp. 31-36
Author(s):  
R. Sennett
Keyword(s):  



Poligramas ◽  
2019 ◽  
pp. 299-303
Author(s):  
Gustavo Bueno Rojas

La vida de Roberto Bolaño estuvo marcada, además de la gran pasión que tenía por la literatura, por la diversidad de oficios que desarrolló como inmigrante en Europa para subsistir. Ser un obrero, alguien que realiza un oficio puntual durante mucho tiempo, puede ayudarnos a entender por qué Bolaño pudo realizar una producción literaria tan abundante. En este artículo exploramos, a través de lo que plantea Richard Sennett sobre cómo un artesano logra perfeccionar su oficio, la manera en la que Bolaño concibió la escritura y perfeccionó su quehacer escritural.



2018 ◽  
Vol 57 (1) ◽  
pp. 64-80
Author(s):  
Gert-Jan Meyntjens

This article investigates the case of François Bon's pseudo-translation of Malt Olbren's The Creative Writing No-Guide (2013). If Bon believes that the making public of writing atelier practices is crucial, then why does he share his know-how by means of a pseudo-translation? Moreover, why does he limit himself to a digital version? I will first argue that Bon's choice for the digital format not only fits within his general move towards the Internet, but also has to do with the audience he targets. Then, I will show how The Creative Writing No-Guide's set-up as a pseudo-translation permits Bon not only to criticize more conventional handbooks through means of parody, but also to transmit writing tools successfully by means of what sociologist Richard Sennett calls expressive instructions.



2020 ◽  
Vol 47 (53) ◽  
pp. 147-161
Author(s):  
Guilherme Fumeo Almeida ◽  
Rafael Hoff
Keyword(s):  

Este trabalho analisa o processo de interpenetração entre as esferas pública e privada em dois vídeos do canal Porta dos Fundos no YouTube, Questão de Ordem e Nome na Lista, problematizando a noção de política das emoções através dos vídeos. Para tanto, será feito o diálogo entre uma discussão teórica sobre a evolução das noções de público e privado, através de Richard Sennett (2014) e Sandra Jovchelovitch (2000), a análise dos discursos emocionais como práticas políticas, por meio de Lila Abu- Lughod e Catherine Lutz (1990) e Claudia Rezende e Maria Claudia Coelho (2010) e o humor sobre política feito pelo canal, pela análise destes dois vídeos.



2008 ◽  
Vol 8 (15) ◽  
pp. 29
Author(s):  
Maria Cristina F. Ferraz
Keyword(s):  

Este texto investiga a alteração da dialética público/privado, que marcara a modernidade, no cenário da sociedade tecnológica contemporânea. A partir das teses de Richard Sennett, postas em diálogo com a analítica do poder foucaultiana, a modernidade é caracterizada segundo dois eixos centrais: privilégio do espaço privado sobre a esfera pública, propriamente política, e consolidação de certa experiência de si como interioridade. Nesta virada de século, delineiam-se o declínio de tal experiência de si e a correlata dissolução da nítida fronteira anteriormente traçada entre as esferas do público e do privado, tanto sob a forma da crescente privatização do espaço público quanto da emergência de novas formas de autotematização, de sociabilidade e de percepção de mundo. Como objeto de investigação, privilegia-se uma recente exposição de projetos arquitetônicos de moradias, no MOMA de Nova York, intitulada “A casa nãoprivada”.



Author(s):  
Maria Laís Dos Santos Leite ◽  
Suely Salgueiro Chacon
Keyword(s):  

A resenha em tela é uma síntese da obra e dos principais conceitos do livro “Juntos: os rituais, os prazeres e a política da cooperação”, publicado em 2012 pelo sociólogo Richard Sennett. O objetivo da resenha é incitar outros leitores a procurarem a obra, além de socializar o conhecimento acerca do autor e da obra de maneira sintética, buscando ser útil como uma consulta introdutória. Em “Juntos” (2012) o autor estabelece como tema central a cooperação trazendo exemplos de como esta se apresenta desde a infância até a idade adulta. O autor compreende que a cooperação é na verdade uma habilidade, a capacidade de entender e mostrar-se receptivo para agir em conjunto, mas que este processo é bem mais complexo e pode trazer consequências danosas.



2012 ◽  
Vol 15 (4) ◽  
pp. 497-501
Author(s):  
Gijs Ockeloen
Keyword(s):  


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