natalia ginzburg
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altrelettere ◽  
2022 ◽  
Author(s):  
Mariaelena Floriani
Keyword(s):  

Quest’articolo si propone di illustrare il legame tra corpo e scrittura che caratterizza la parabola creativa di Natalia Ginzburg (1916-1991) attraverso alcuni strumenti ermeneutici della psicanalisi lacaniana. Nella prima parte dell’articolo - Linguaggio e Inconscio - si definisce la natura del soggetto lacaniano, scisso tra parola soggettiva e struttura linguistica, tra il sé e l’illusione del sé: due poli divisi da un’opacità connaturata all’esistenza, che il linguaggio e la scrittura non possono risolvere. La seconda parte - La frammentazione come strumento narrativo e psicanalitico – indaga i modi in cui Natalia Ginzburg ha assunto su di sé la responsabilità di questa scissione trasformandola in contenente e contenuto di tutta la sua narrativa: da un lato, la frattura si manifesta tramite lo strumento della frammentazione, nelle diverse voci sperimentate dalla Ginzburg fra il 1942 e il 1984; dall’altro, la crepa diventa strumento psicanalitico-esistenziale per l’indagine del rapporto problematico tra soggetto e mondo. Ogni (non) presa di parola da parte dell’autrice o dei suoi personaggi è sintomo di un vuoto personalissimo e sempre diverso a seconda delle storie raccontate. Tenteremo di ricondurre la molteplicità di questi soggetti scissi all’unità tramite alcune delle pathosformeln descritte da Lacan, investendole di nuova luce. Nella terza parte - Scrivere con il corpo - si riassumono le strategie elaborate dalla scrittrice per rispondere al suo enjeux biografico, ovvero riuscire a scrivere malgrado l’infelicità causata dal rapporto con il «buco del Reale». Ogni parola vergata dalla penna di Natalia Ginzburg è una presa d’atto dell’intangibilità della vita e un atto di amore verso «l’opacità dell’enunciazione che soggiace agli enunciati che ne derivano».



B-Side Books ◽  
2021 ◽  
pp. 163-168
Author(s):  
Merve Emre
Keyword(s):  


2021 ◽  
Vol 26 ◽  
pp. 01-16
Author(s):  
Maria do Rosário Alves Pereira ◽  
Claudia Cristina Maia

Este artigo apresenta um breve estudo sobre a velhice feminina representada na literatura brasileira escrita por mulheres. Parte de um preâmbulo que procura informar sobre a ausência do tratamento dessas personagens em nossa literatura para depois analisar narrativas curtas (contos e minicontos) das seguintes escritoras: Clarice Lispector, Lygia Fagundes Telles, Cíntia Moscovich e Alê Motta. A análise é ancorada no pensamento de Simone de Beauvoir, Natalia Ginzburg, Eurídice Figueiredo, Carmen Lucia Tindó Secco e outras pesquisadoras, que apresentam importantes reflexões sobre a velhice, com destaque para a questão da solidão, que se mostrou recorrente nas narrativas selecionadas para o corpus, mas tratada de forma distinta em cada uma delas. A intenção não é traçar um panorama de tais representações, o que demandaria um estudo de mais fôlego, mas apontar algumas recorrências e particularidades quanto à temática, sobretudo no que toca à autoria feminina. Saliente-se que o tema da velhice faz-se pertinente para a análise pois é pouco estudado na literatura brasileira em geral, o que aponta para a relevância desta investigação.



Author(s):  
Ilan Stavans

“After the expulsion” looks at the expulsion of the Jews from Spain in 1492, along with the rise of the Enlightenment, as decisive moments in which Jews entered modernity. The literature of Crypto-Jews in the Iberian Peninsula and the Americas is worth looking at in this area of study, especially the memoir of Luis de Carvajal the Younger as are the literary manifestations of Sephardic writers such as Bulgarian writer Elias Canetti, Italian writer Natalia Ginzburg, Israeli writer A. B. Yehoshua, and Mexican writer Angelina Muniz-Huberman. There are similarities and differences in the relationship between the Ashkenazi and Sephardic branches in modern Jewish literature. Ladino is a language that evolved after the 1492 expulsion but lost steam in the twentieth century.



Recial ◽  
2021 ◽  
Vol 12 (19) ◽  
pp. 97-114
Author(s):  
Hebe Castaño

Existe una relación innegable entre Marcel Proust y Natalia Ginzburg. Sus respectivas obras, À la recherche du temps perdu y Lessico famigliare, entablan un diálogo intertextual profundo y productivo. Esta relación ha sido ya mencionada en numerosos estudios críticos en lengua italiana, pero en español son pocos los que exploran ese diálogo entre ambos autores, sus poéticas y sus textos. El propósito de este trabajo es, entonces, iniciar un estudio comparativo sobre determinados aspectos de ambas obras que permita delimitar y precisar algunas de las características que las enlazan. Nuestro trabajo parte de una breve pero necesaria contextualización sobre la traducción y recepción de Proust en Italia y luego se centra en el análisis de determinados aspectos presentes en ambas obras, tales como la memoria y el léxico, las palabras de la tribu y las de los otros, los lugares de la memoria y las autofiguraciones de los escritores cuando niños. Dado que nuestro tema de estudio involucra la memoria y las escrituras del yo, los aportes teóricos de Paul Ricoeur en relación con la memoria, y los de Paul de Man y Mijaíl Bajtín en lo que concierne al estatuto de la escritura autobiográfica, nos guían en el análisis de ambos textos.



2021 ◽  
pp. 345-357
Author(s):  
Angelo Pagliardini
Keyword(s):  




2021 ◽  
Vol 2 (28) ◽  
pp. 10-30
Author(s):  
Iara Machado Pinheiro

Este trabalho busca pensar os estatutos que os ausentes e as lembranças ocupam nas narrativas ficcionais da escritora italiana Natalia Ginzburg. Para tanto, a proposta é traçar um percurso que passa pelo desfecho de quatro romances e, assim, lê-los com o amparo de alguns excertos de ensaios da própria autora, fragmentos de Espinosa relativos à falta e à capacidade de desejar e o conceito de experiência de Walter Benjamin. A hipótese de leitura consiste no delineamento da alegria possível em um mundo esvaziado de sentido a qual, diferente de uma felicidade idílica, passa pela ambivalência e na sobrevivência da experiência por meio do trabalho de memória.



2020 ◽  
Vol 51 (esp) ◽  
pp. 75-82
Author(s):  
Iara Machado Pinheiro

Este artigo propõe uma leitura do conto “Preciosidade”, de Clarice Lispector e parte da coletânea Laços de Família (1960), se detendo na reincidência dos sapatos como imagens de transições e mediações entre o íntimo e o externo, e com o amparo do ensaio Os sapatos rotos, de Natalia Ginzburg, e de um dos capítulos que formam A amiga genial, de Elena Ferrante. A interpretação seria que os sapatos no conto de Clarice possam ser entendidos como o necessário e doloroso deslocamento da casa como referência única de autoridade e o peso de responsabilidade imbuída na liberdade.



Author(s):  
Pierpaolo Lippolis
Keyword(s):  

Neste artigo, trabalho a relação entre o vestuário e a história na narrativa de Na-talia Ginzburg, seguindo a linha de pensamento teórico de duas estudiosas italianas, Paola Colaiacomo e Eugenia Paulicelli, que se ocupam principalmente da temática moda-literatura. A ideia central utilizada como ponto de partida para a pesquisa foi a de que a roupa, mesmo sendo “simplificada” pela fórmula literária, contém em si uma carga material fornecida por meio figurativo. No caso de Natalia  Ginzburg, os planos de referimento são o teatro de um lado e o álbum de fotografias de outro. No interno desses dois polos figurativos se movem as diversas tipologias de vestuários descritas que analisei. Concluindo, por fim, que, nas mãos da escritora, as categorias são versáteis e frequentemente se mesclam umas com as outras.



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