The influence of CO2 enrichment of the atmosphere and NaCl on growth and metabolism of Urtica dioica L.

Author(s):  
Cathrien M. Jansen ◽  
Sander Pot ◽  
Hans Lambers
Keyword(s):  
Author(s):  
A. E. Sowers ◽  
E. L. Thurston

Plant stinging emergences exhibit functional similarities in that they all elicit a pain response upon contact. A stinging emergence consists of an elongated stinging cell and a multicellular pedestal (Fig. 1). A recent ultrastructural investigation of these structures has revealed the ontogeny and morphology of the stinging cells differs in representative genera in the four plant families which possess such structures. A unique feature of the stinging cell of Urtica dioica is the presence of a siliceous cell wall in the apical portion of the cell. This rigid region of the cell wall is responsible for producing the needle-like apparatus which penetrates the skin. The stinging cell differentiates the apical bulbous tip early in development and the cell continues growth by intercalary addition of non-silicified wall material until maturity.The uppermost region of the stinging cell wall is entirely composed of silica (Fig. 2, 3) and upon etching with a 3% solution of HF (5 seconds), the silica is partially removed revealing the wall consisting of individualized silica bodies (Fig. 4, 5).


1992 ◽  
Vol 85 (4) ◽  
pp. 618-624 ◽  
Author(s):  
Ina Moller ◽  
Erwin Beck
Keyword(s):  

Planta Medica ◽  
2011 ◽  
Vol 77 (12) ◽  
Author(s):  
L Moldovan ◽  
O Craciunescu ◽  
L Toma ◽  
A Gaspar ◽  
D Constantin

2014 ◽  
Vol 497 ◽  
pp. 87-92 ◽  
Author(s):  
LJ Falkenberg ◽  
SD Connell ◽  
BD Russell
Keyword(s):  

Dor on line ◽  
2016 ◽  
Author(s):  
Paulo Barboni
Keyword(s):  

Edição de Março de 2016 - Ano 16 - Número 188   Olá, leitores! Epigenética e dor é o tema de nosso editorial desse mês. Na seção de Divulgação Científica, trazemos alertas tratando de assuntos como o uso da pupilometria na avaliação da analgesia opioide; a relação do excesso de trabalho e a lombalgia; novas propostas de analgésicos, inclusive em serviços de música on line; e mais um artigo ligado ao “Ano de Combate à Dor Articular”. Na seção de Ciência e Tecnologia, trazemos alertas tratando da inibição da via da tetrahidrobiopterina; a identificação de um fator ligado à proliferação microglial em nervos lesionados; um alvo proteico ligado ao estresse e dor crônica e um novo tipo de priming hiperalgésico. Boa Leitura!   Editorial Participação de mecanismos epigenéticos na dor crônica: uma crescente área de investigação Andreza Urba de Quadros   Divulgação Científica Movimento da pupila pode predizer redução da dor pela administração de opioides. Pupilometria auxilia no tratamento da dor. Alexandre Hashimoto Pereira Lopes Dor nas costas aumenta em pessoas viciadas em trabalho. Você é um workaholic? Se sim, cuidado! Dênis Augusto Santana Reis Analgésicos potentes para o alívio da dor. Pesquisa mostra o efeito de análogos às endomorfinas administrados para aliviar a dor. Andressa Daiane de Carvalho Zaparolli Dorflex cria 'analgésico musical'. O uso de uma terapia musical pode funcional como um tratamento complementar ao tratamento farmacológico. Dênis Augusto Santana Reis Prescrição e efeito total da utilização de analgésicos, hipnóticos, antidepressivos e ansiolíticos. Resultado proveniente de uma população total de pacientes com artroplastia no quadril. Ana Carolina Alves M. de Moura   Ciência e Tecnologia Redução da dor inflamatória e neuropática através da inibição da via da tetrahidrobiopterina (BH4). Pesquisadores desenvolveram um inibidor da via de BH4 capaz de reduzir a dor crônica sem causar tolerância e efeitos adversos. Flávia Viana Santa-Ceclília CSF-1 derivado do nervo sensorial lesionado induz proliferação microglial e dor via dependente de DAP12. Neurônios sensoriais lesionados ativam a micróglia. Miriam das Dores Mendes Fonseca Avaliação in vivo e in vitro dos efeitos da Urtica dioica e natação em fatores do diabetes. A Urtiga é utilizada como planta medicinal para o tratamento de diversas patologias. Erika Ivanna Araya Pallarés Proteína FKBP51, envolvida na resposta do organismo ao estresse, envolvida na origem da dor crônica. Proteína FKBP51 como um possível alvo terapêutico para o tratamento da dor crônica. Sabrina Francesca de Souza Lisboa Agonista do receptor adenosina-a1 induz sensibilização hiperalgésica tipo II. Modelo de cronificação da dor. Thatiane Sandielen Lima Soares


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