autism behavior checklist
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CoDAS ◽  
2022 ◽  
Vol 34 (3) ◽  
Author(s):  
Carine Ferreira ◽  
Sheila Cavalcante Caetano ◽  
Jacy Perissinoto ◽  
Ana Carina Tamanaha

RESUMO Objetivo O objetivo deste estudo foi analisar a repercussão da implementação do PECS no índice de sobrecarga de mães de crianças com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Método Trata-se de um estudo longitudinal (CEP 0403/2017). A amostra foi constituída por 20 díades mães-crianças com TEA. As mães tinham em média, 41 anos e 5 meses e as crianças, 7 anos e 2 meses. Quinze crianças eram do gênero masculino e cinco, do feminino. Foi aplicada a versão brasileira da escala Burden Interview cujo objetivo é a verificação do nível de sobrecarga dos cuidadores. Para análise dos comportamentos não-adaptativos aplicou-se o Autism Behavior Checklist (ABC) e para análise do repertório lexical: os Testes de Vocabulário Auditivo e Expressivo. O Programa de Implementação do PECS foi composto por 24 sessões de terapia fonoaudiológica individual com a presença ativa das mães. Ao final do Programa todas as crianças e suas respectivas mães foram reavaliadas com parte dos instrumentos utilizados na fase inicial do estudo. Resultados Houve tendência de redução dos índices de sobrecarga materna após a implementação do PECS. Notamos diminuição significativa dos comportamentos não-adaptativos e aumento dos índices de vocabulário expressivo e auditivo das crianças no momento final do estudo. Não observamos correlação significativa entre os índices de sobrecarga com a idade, escolaridade e quociente intelectual das crianças; nem com a escolaridade e nível socioeconômico materno. Conclusão Foi possível analisar a repercussão da implementação do PECS na sobrecarga de mães de crianças com TEA assistidas pelo Programa.



Author(s):  
Mats Cederlund

AbstractOne-hundred twenty-four pre-school children referred for assessment to a neuropsychiatric team were included in this study of the Autism Behavior Checklist (ABC), ESSENCE-Q, and Conners Abbreviated Parent-Teacher Rating Scale (CAPRS). All three questionnaires showed a good correlation towards severity of symptoms in ASD. The ABC questionnaire was, as has been shown in earlier research less accurate in identifying individuals with ASD having an IQ within the normal range. However the ESSENCE-Q, and the CAPRS proved to identify children with difficulties needing further assessment regardless of intellectual ability. The CAPRS showed a good correlation to severity in ASD indicating difficulties in the regulation of activity and behavior likely to be connected to ASD in pre-school children.





2020 ◽  
Author(s):  
Eduardo Listik ◽  
Marcia Listik ◽  
Clarice Listik ◽  
Leny Toma

ABSTRACTThis study aimed to determine discrepancies in the urinary glycosaminoglycan profiles of autism spectrum disorder (ASD) patients (n=9) when compared with those from healthy volunteers (HVs, n=3). The guardians and/or educators for each participant also returned a validated Autism Behavior Checklist (ABC). The urinary chondroitin sulfate (CS) concentration was 46.1% lower in the ASD group than in the HV group. The ABC score and the urinary CS concentration were negatively correlated (Spearman’s ρ=– 0.2635), indicating that as the severity of the clinical aspect of this disorder increased, the urinary CS concentration decreased. These results suggest that low CS concentrations in the urine may be associated with ASD, and could be measured using a fast and low-cost method for diagnostics.



2019 ◽  
Author(s):  
Onur Özdemir ◽  
Ibrahim Halil Diken


CoDAS ◽  
2017 ◽  
Vol 29 (1) ◽  
Author(s):  
Carine Ferreira ◽  
Monica Bevilacqua ◽  
Mariana Ishihara ◽  
Aline Fiori ◽  
Aline Armonia ◽  
...  

RESUMO Objetivo Sabe-se que alguns autistas são considerados não verbais, uma vez que não são hábeis para utilizar o código linguístico. E tampouco usam gestos para compensar a ausência de fala. Sendo assim, a habilidade comunicativa desses indivíduos pode ser beneficiada pelo uso do sistema de comunicação alternativa Picture Exchange Communication System – PECS. O objetivo deste estudo foi verificar os vocábulos mais frequentemente utilizados na implementação do PECS em crianças autistas. E, de forma complementar, analisar a correlação entre a frequência destes vocábulos e o índice de comportamentos não adaptativos. Método Trata-se de um estudo transversal. A amostra foi constituída por 31 crianças autistas, sendo vinte e cinco meninos e seis meninas, na faixa etária de 5 a 10 anos. Para identificação dos vocábulos mais frequentemente utilizados no período inicial de implementação do PECS, utilizamos a Planilha de Seleção de Vocabulário. E, para obtermos o índice de comportamentos não adaptativos, aplicamos o Autism Behavior Checklist (ABC). Resultados Houve predomínio significativo de itens na categoria alimentos, seguido de atividade e bebidas. Não houve correlação entre o total de itens identificados pelas famílias com o índice de comportamentos não adaptativos. Conclusão Foi possível identificar as categorias de vocábulos mais mencionados pelas famílias e verificar que o índice de comportamentos não adaptativos não interferiu diretamente na elaboração da planilha de seleção de vocábulos das crianças estudadas.



2015 ◽  
Vol 60 (2) ◽  
pp. 215-225 ◽  
Author(s):  
S. Venkatesan ◽  
Nimisha Ravindran


Revista CEFAC ◽  
2015 ◽  
Vol 17 (2) ◽  
pp. 552-558 ◽  
Author(s):  
Ana Carina Tamanaha ◽  
Brasilia M Chiari ◽  
Jacy Perissinoto

OBJETIVO:avaliar a eficácia da intervenção terapêutica fonoaudiológica para crianças com Distúrbios do Espectro do Autismo.MÉTODOS:a amostra foi composta por 11 crianças. Essas crianças foram divididas aleatoriamente em dois grupos: Seis estavam recebendo intervenção direta e indireta (GT) e cinco apenas atendimento exclusivamente indireto (GO). Foram utilizadas as seguintes partes do teste ASIEP-2: Autism Behavior Checklist, Avaliação de Interação e Amostra do Comportamento Vocal em três ocasiões: no início, seis meses depois, e após 12 meses.RESULTADOS:observou-se maior evolução do GT no Autism Behavior Checklist, Avaliação Interação e na Amostra de comportamento vocal. Tanto as mães quanto a fonoaudióloga perceberam mudanças comportamentais.CONCLUSÕES:a tendência de melhor desempenho das crianças atendidas na intervenção direta e indireta mostrou que esta associação foi fundamental.



2014 ◽  
Vol 19 (3) ◽  
pp. 258-263
Author(s):  
Ana Carina Tamanaha ◽  
Jacy Perissinoto

Objetivo Identificar um parâmetro de tempo de intervenção fonoaudiológica para crianças com Transtorno do Espectro do Autismo, assistidas tanto pela associação de ações diretas e indiretas, quanto apenas por ações indiretas. Métodos A amostra foi constituída por 11 meninos, de 4 a 10 anos de idade, pertencentes ao espectro do Autismo. As crianças foram divididas, aleatoriamente, em dois grupos: Grupo GT, formado por seis crianças assistidas em intervenção terapêutica fonoaudiológica direta (sessão individual com a criança) e indireta (sessão de orientação aos pais); Grupo GO, com cinco crianças assistidas apenas indiretamente. Utilizamos o Autism Behavior Checklist (ABC) para entrevistar as mães e as avaliações de Interação e do Comportamento Vocal para avaliar e mensurar o tempo de evolução da criança, em três momentos: tempo zero, após seis meses (tempo 1) e após 12 meses (tempo 2). Resultados Nos primeiros seis meses, a extensão e a velocidade do processo evolutivo tornaram-se evidentes, especialmente no Grupo GT, tanto nos valores totais do ABC, quanto nas áreas que o compõem. Nos itens da Avaliação da Interação e do Comportamento Vocal também identificamos decréscimo das médias, em ambos os grupos, especialmente entre os tempos 0 e 1. Conclusão O intervalo de tempo de seis meses tornou-se uma base de evidência confiável, tanto para ações indiretas, quanto para a associação de ações diretas e indiretas. Portanto, pode servir de parâmetro para intervenção terapêutica fonoaudiológica direcionada aos Transtornos do Espectro do Autismo.



CoDAS ◽  
2014 ◽  
Vol 26 (3) ◽  
pp. 208-212 ◽  
Author(s):  
Milene Rossi Pereira Barbosa ◽  
Fernanda Dreux Miranda Fernandes

PURPOSE: To verify if there are characteristic behaviors of the different diagnosis included in the autism spectrum according to the Differential Assessment of Autism and Other Developmental Disorders (DAADD) and to the Autism Behavior Checklist (ABC). METHOD: Participants were 45 individuals and their respective speech-language therapists. All therapists are graduate students working with the children for at least 1 year. This time was considered sufficient to the therapists to have the information required by the DAADD questionnaire. It is comprised by 3 protocols specifically designed to children with 2 to 4 years, 4 to 6 years and 6 to 8 years, the same criteria used to separate the research groups, G1, G2 and G3, respectively. Data referring to the ABC were retrieved from the subject's files at the Laboratório de Investigação Fonoaudiológica nos Distúrbios do Espectro do Autismo (Research Laboratory on Language Disorders in the Autism Spectrum) of the School of Medicine, Universidade de São Paulo, where it is routinely applied during the annual assessment. RESULTS: Answers to the different areas of DAADD are similar to the different areas of ABC. These data show data the diagnosis by DAADD is easier in older children. Although there is no significant difference, the large occurrence of Rett's syndrome diagnosis according to the DAADD was associated to higher risk for autism according to the ABC in G1. With increasing age this tendency decreases and either in G2 and G3 Autism is the most frequent diagnosis. CONCLUSION: Although the results of both questionnaires tend to agree more with increasing age, the DAADD is more sensitive in the different ages while the ABC if more specific only to older children.



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