biopsia hepatica
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(FIVE YEARS 0)

2021 ◽  
Vol 26 (281) ◽  
pp. 62-77
Author(s):  
André Ferreira D'Avila ◽  
Kally Janaina Berleze ◽  
Tiago Cabral ◽  
Cristiane Valle Tovo ◽  
Luis Henrique Telles da Rosa

Introdução: A doença hepática gordurosa não-alcoólica (DHGNA) atinge em média 25% da população mundial. De acordo com o estágio da doença podem ocorrer alterações metabólicas e declínio da capacidade física. O objetivo do estudo foi analisar e associar o estágio da DHGNA com a capacidade física dos pacientes. Métodos: Foi realizado um estudo observacional transversal em pacientes do Serviço de Gastroenterologia/Hepatologia da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre (ISCMPA), submetidos a biópsia hepática e análise histopatológica conforme a classificação de Kleiner. Os pacientes informaram dados autorreferidos, executaram o Teste de Caminhada de Seis Minutos (TC6M) e o Teste de Força de Preensão Palmar (FPP) para avaliação da capacidade física. Na análise estatística foi utilizado o teste de Kolmogorov-Smirnov e Wilcoxon para verificar a normalidade, o teste T pareado para a significância do TC6M observado x previsto, a Análise de Variâncias (ANOVA) com Post-Hoc de Tukey para histologia, TC6M e FPP, e o teste não paramétrico de Spearman para as correlações. Resultado: Foram analisados 54 pacientes, de ambos os sexos, diagnosticados com DHGNA. Houve correlação entre a prática de exercícios físicos com o TC6M (ρ ,462; p<0,05) e com a FPP (ρ ,391; p<0,05), e entre fibrose e dislipidemia (ρ ,466; p<0,05). No TC6M, 49 pacientes não conseguiram atingir o TC6M previsto. Conclusão: A população com DHGNA mostrou-se com a capacidade física inferior a estimativa de uma população saudável. Não foram encontrados dados que caracterizem uma relação do TC6M com a classificação histológica da doença.



2021 ◽  
Vol 61 (1) ◽  
pp. 1-4
Author(s):  
Mayara Magry Andrade da Silva ◽  
Carlos Eduardo Lopes Soares ◽  
João Odilo Gonçalves Pinto ◽  
Leonardo Adolpho de Sá Sales ◽  
Fernando Antônio Siqueira Pinheiro ◽  
...  

Objetivos: Descrever o primeiro caso de cirurgia bariátrica (Gastrectomia Vertical - Sleeve) em paciente submetido a transplante hepático, para tratamento de obesidade grau III e esteatose severa do enxerto no Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC). Metodologia: Após a aprovação do Comitê de Ética e Pesquisa do HUWC, foram coletados no prontuário os seguintes dados pré e pós-operatórios: peso, altura, índice de massa corpórea (IMC), ultrassonografia (USG) de abdome, transaminases, perfil lipídico e metabólico. Resultados: Paciente, feminino, 62 anos, pós-operatório de transplante hepático, foi submetida a gastrectomia vertical (Sleeve) em junho de 2019 para tratamento de obesidade grau III (IMC 40,1). Biópsia hepática pré-operatória evidenciou esteatose hepática macrovesicular grave com USG compatível com esteatose severa e exames de função hepática discretamente elevados. Evoluiu no pós-operatório sem intercorrências, recebendo alta no 2º pós-operatório (PO). Durante seguimento ambulatorial houve perda de 24 kg em 5 meses e USG de abdome de controle evidenciou esteatose hepática leve. Provas de função hepática, perfil lipídio e metabólico encontravam-se dento dos padrões da normalidade. Conclusões: A obesidade é uma causa importante de disfunção de enxerto ortotópico de fígado. A cirurgia bariátrica configura como terapêutica segura e eficaz no tratamento da obesidade e esteatose hepática grave.



2021 ◽  
Vol 160 (2) ◽  
pp. 140-143
Author(s):  
Emerson De-la-Rosa ◽  
Julia Ovalle

Las glucogenosis comprenden un conjunto de errores innatos en el metabolismo del glucógeno por diversas deficiencias enzimáticas. Ocurre un caso por cada 20,000 a 40,000 recién nacidos vivos de cualquier grupo étnico. Debido a la complejidad del abordaje y diagnóstico de estas entidades, presentamos ocho casos de pacientes pediátricos con diagnóstico histopatológico de glucogenosis por biopsia hepática.



2021 ◽  
Vol 12 (2) ◽  
pp. 104-118
Author(s):  
Mariluci Dos Santos Fortes ◽  
Caroline de Maman Oldra ◽  
Késia Zanuzo ◽  
Márcia Fernandes Nishiyama ◽  
Eloá Angélica Koehnlein

Objetivo: Analisar características clínicas, bioquímicas, antropométricas e nutricionais de pacientes com hiperferritinemia e identificar a relação com sobrecarga de ferro associada à Hemocromatose Hereditária ou a relação com outros fatores. Métodos: Este estudo incluiu 27 homens, adultos e idosos, com hiperferritinemia, atendidos em uma clínica-escola de nutrição. Analisou-se dados sociodemográficos, clínicos, bioquímicos, antropométricos e do consumo alimentar. Para avaliação de sobrecarga de ferro por Hemocromatose Hereditária utilizou-se valores de Saturação de Transferrina >45%; para Síndrome Metabólica, critérios da International Diabetes Federation e para o Fator Inflamatório Dietético, o software IF Ratings™ of Common Foods (v. 32). Resultados: Foram observadas baixa frequência de sobrecarga de ferro associada à provável Hemocromatose Hereditária (11,11%) e elevadas frequências de sedentarismo (44,44%), etilismo (70,37%), sobrepeso/obesidade (81,48%), risco de doença cardiovascular (96,30%), Síndrome Metabólica (40,74%), Velocidade de Hemossedimentação alterada (48,15%) e alterações bioquímicas. Observou-se dieta fortemente inflamatória, excessiva em energia, lipídios e ácidos graxos saturados e poliinsaturados, e insuficiente em fibras, vitaminas e minerais antioxidantes e ferro biodisponível para absorção, sendo esse último inversamente correlacionado com a ferritina sérica (r=-0,540). Conclusão: Este estudo revelou baixa relação de hiperferritinemia associada à provável Hemocromatose Hereditária e elevada associação com alterações metabólicas. Destaca-se a importância da realização de estudos maiores que realizem a confirmação de Hemocromatose Hereditária por meio de teste genético e de Síndrome Dismetabólica de Sobrecarga de ferro por meio de biópsia hepática, bem como de estudos de intervenção, visando adequação dos hábitos alimentares e perfil metabólico destes pacientes. Palavras-chave: Ferritina. Sobrecarga de Ferro. Hemocromatose. Obesidade.



Hepatología ◽  
2021 ◽  
pp. 310-324
Author(s):  
Isabel C. Hernández-Osorio ◽  
Marco Antonio Luján-Ramos

La enfermedad por hígado graso no alcohólico (EHGNA) es una condición que incluye desde la esteatosis hepática simple y la esteatohepatitis, hasta la cirrosis hepática y eventualmente el carcinoma hepatocelular. La diabetes tipo 2 y la obesidad son los principales factores asociados a la EHGNA. Su prevalencia en la población general se ha descrito entre el 20% y el 30%. Estos pacientes tienen un riesgo aumentado de mortalidad y presentan mayor incidencia que la población general de complicaciones hepáticas y cardiovasculares. La asociación de diferentes factores promueve la acumulación de ácidos grasos en el parénquima hepático, generando un estado de estrés, con formación de radicales de oxígeno y liberación de citoquinas inflamatorias que determinan la progresión de la enfermedad. Aunque existen diferentes pruebas no invasivas para el diagnóstico y estadificación de esta entidad, la biopsia hepática es la única prueba que permite identificar de manera fiable la presencia de inflamación, además del grado de fibrosis. El tratamiento actual de la EHGNA se basa en los cambios de estilo de vida del paciente, que han demostrado ser efectivos, incluso para revertir la fibrosis. Desafortunadamente, la adherencia a las medidas generales es muy pobre, de ahí la necesidad de contar con estrategias farmacológicas. Hasta el momento, no contamos con medicamentos aprobados por las agencias regulatorias para esta entidad, y los únicos fármacos recomendados por las sociedades internacionales son la pioglitazona y la vitamina E, que no están exentas de efectos adversos. Actualmente se encuentran bajo investigación diferentes medicamentos que buscan reducir la actividad inflamatoria sin aumento de la fibrosis, o mejoría de la fibrosis sin deterioro de la esteatohepatitis.



Hepatología ◽  
2021 ◽  
pp. 372-379
Author(s):  
Laura V. Galindo-Rozo ◽  
Daniela Cáceres-Escobar ◽  
Yanette Suárez-Quintero ◽  
Rómulo D. Vargas-Rubio ◽  
Alan F. Ovalle-Hernández

La enfermedad inflamatoria intestinal es una patología crónica en la que participa el sistema inmune, que puede acompañarse de manifestaciones extraintestinales en el hígado y vías biliares. El síndrome de Budd-Chiari se ha descrito previamente como una complicación rara de la colitis ulcerativa. Se describe el caso de una paciente joven con antecedente de colitis ulcerativa y trombosis venosa de miembro inferior, en manejo crónico con aminosalicilatos y anticoagulada durante 6 meses, quien debutó con cuadro clínico de ascitis de dos meses de evolución, con líquido ascítico de características hipertensivas, documentación imagenológica y biopsia hepática compatibles con síndrome de Budd-Chiari. Se presenta reporte de caso y revisión breve de la literatura.



2021 ◽  
Vol 36 (2) ◽  
pp. 191-199
Author(s):  
Jhon Edison Prieto Ortiz ◽  
Nathaly Garzón-Orjuela ◽  
Santiago Sánchez Pardo ◽  
Robin Germán Prieto Ortíz ◽  
Andrés Felipe Ochoa Díaz ◽  
...  

Introducción: La biopsia hepática es la prueba de oro para el diagnóstico de las enfermedades que comprometen el hígado, una muestra adecuada y una muy buena lectura son elementos que determinan la utilidad de la prueba y el impacto en la toma de decisiones. Objetivo: Evaluar la calidad de las biopsias hepáticas a partir de la frecuencia de un “diagnóstico definitivo” en la lectura de las mismas y su relación con el número de espacios porta y su longitud informada. Materiales y métodos: Estudio observacional retrospectivo basado en registros, entre el 1 de enero del 2010 y el 30 de julio del 2017. Se realizó biopsia hepática, revisión de historias clínicas y evaluación del resultado de patología. Resultados: Se incluyeron 659 informes de patología de 10 instituciones. El porcentaje de reporte de espacios porta varió entre un 15% y un 87.4 %. La mediana de longitud de la biopsia fue de 15 mm (RIQ 10-20) y la del número de espacios porta fue de 10 (RIQ 7-15). Los diagnósticos definitivos se presentaron entre 35% y 69 %, diagnósticos probables entre 25% y 63 % y sin diagnostico entre un 5% y 31.8%. En el resultado de la regresión logística del diagnóstico se encontró que el número de espacios porta presentó un OR de 1.10 (IC 95%1.04-1.17) y la longitud OR 1.76 (1.10-2.82), Conclusiones: En Bogotá existen 3 instituciones hospitalarias con un rendimiento en el diagnóstico en cuanto a lectura de biopsias hepáticas por encima del 60 %.  El diagnóstico definitivo en la biopsia hepática se asoció en este estudio a la presencia de un cilindro de tejido hepático de longitud y número de espacios porta adecuados.



2021 ◽  
Vol 13 (5) ◽  
pp. e6937
Author(s):  
Liliana Sampaio Costa Mendes ◽  
Caio Teles Batista ◽  
Gabriela Muniz Carneiro ◽  
Kauê de Mello Aleixo ◽  
Wladimir Magalhães Freitas

Objetivo: Elucidar aspectos diagnósticos e terapêuticos acerca da Colangite Biliar Primária (CBP), doença rara e progressiva que requer identificação precoce a fim de evitar suas complicações. Detalhamento do caso: Paciente feminino, 55 anos, procurou atendimento por alterações de enzimas hepáticas. Negava prurido, astenia e insônia. Exame físico normal. Solicitados exames laboratoriais: TGO 83 U/L; TGP 118 U/L; FA 277 U/L; GGT 310 U/L; AMA 1:40; ANTILKM negativo; AAML negativo; FAN 1:160. Biópsia hepática: infiltrado portal focal e discreto, sinusoidal moderado infiltrado linfoplasmocitário em ductos biliares septais com células inflamatórias. Foi realizado tratamento para CBP com ácido ursodesoxicólico 15 mg/kg. Retorna assintomática e com melhora do quadro laboratorial. Considerações finais: A Colangite Biliar Primária é caracterizada por uma sintomatologia variada, o que dificulta o diagnóstico precoce e início do tratamento. Desse modo, se faz necessário maior conhecimento a respeito da doença pela comunidade médica, com propósito de impedir sua progressão e complicações.



2021 ◽  
Vol 36 (1) ◽  
pp. 51-57
Author(s):  
Octavio Germán Muñoz Maya ◽  
Juan Esteban Vélez Hernández ◽  
Oscar Mauricio Santos Sánchez ◽  
Juan Ignacio Marín Zuluaga ◽  
Juan Carlos Restrepo Gutiérrez

Introducción: la enfermedad de Wilson es una enfermedad heterogénea causada por mutaciones en el gen ATP7B. La presentación clínica es variable, en fenotipos hepáticos y neuropsiquiátricos. El objetivo de este estudio es describir una cohorte retrospectiva de pacientes. Materiales y métodos: estudio retrospectivo descriptivo de pacientes atendidos en el Hospital Pablo Tobón Uribe desde enero de 2004 a septiembre de 2017. Resultados: se reportaron 27 pacientes, 17 hombres y 10 mujeres. El tiempo de seguimiento medio fue de 2,18 años, el 40 % presentó síntomas neurológicos; el 29 %, psiquiátricos; y el 85 %, alteración hepática. En el laboratorio, el 85 % presentó ceruloplasmina baja; 55 %, cobre urinario alto; en casos con biopsia hepática, 7 tenían depósito de cobre en coloraciones especiales. En neuroimágenes, el 84 % presentó hallazgos sugestivos de enfermedad de Wilson y en 3 casos se documentó una mutación genética patogénica. Durante el seguimiento, el 51 % mejoró clínica o bioquímicamente, el 11 % se mantuvo estable y el 18 % se deterioró. El 88 % de los casos sobrevivió al final del seguimiento. Conclusiones: este estudio es la cohorte retrospectiva más grande de Colombia. Los resultados son base para nuevos estudios poblacionales buscando de manera activa la enfermedad para documentarla en su fase preclínica y, de este modo, impactar en el pronóstico.



Author(s):  
E. Hernández-Chávez ◽  
M. Alfaro-Hurtado ◽  
C.E. Sánchez-López ◽  
G.A. Badallo-Rivas ◽  
G. Gómez-Navarro ◽  
...  


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