costs and cost analysis
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Author(s):  
Simone Costa Banna ◽  
Jaqueline Bulgarelli

Estudos na literatura revelam que o acesso ao diagnóstico e ao tratamento do câncer no Brasil é marcado pelas imensas desigualdades de oferta da assistência especializada, demora no diagnóstico e início do tratamento. Em relação à atenção terciária, a concentração dos recursos diagnósticos e terapêuticos, desejável para garantir maiores volumes e melhor qualidade do atendimento, muitas vezes impõem extensos deslocamentos a uma parcela considerável da população, sendo que, serviços especializados de cirurgia, radioterapia e quimioterapia estão concentrados nas cidades grandes, fazendo com que esta proporção considerável de pacientes que moram distantes desses serviços, estejam suscetíveis a uma menor sobrevida. O diagnóstico tardio revela a carência na quantidade e qualidade de serviços oncológicos fora das grandes capitais, assim como a baixa capacitação profissional na atenção oncológica, a incapacidade das unidades de saúde em absorver a demanda e as dificuldades dos gestores municipais e estaduais em definir e estabelecer um fluxo nos diversos níveis assistenciais. Em um país com as dimensões do Brasil, a distribuição desigual da população e dos serviços de saúde no território marca um desafio a ser enfrentado. Garantir o acesso da população aos diferentes níveis assistenciais é um dos sentidos atribuídos à integralidade através do artigo 196 da Constituição de 1988, que trata a saúde como direito de todos e dever do Estado, mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos. Conforme os termos do artigo 195, os custos de cuidados com a saúde devem ser realizados através de recursos do orçamento da seguridade social, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, além de outras fontes. A vigente Política Nacional para a Prevenção e Controle do Câncer (Portaria 874/2013- GM/MS) busca contemplar em todas as unidades federadas ações de promoção, prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação e cuidados paliativos, e apresenta a necessidade do cuidado integral ao usuário na Rede de Atenção à Saúde e estabelece que o tratamento do câncer seja realizado em estabelecimentos de saúde habilitados como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) ou como Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon) de forma regionalizada e descentralizada, atuando de forma organizada e articulada com o Ministério da Saúde (MS) e com as Secretarias de Saúde dos estados e municípios. Desta forma, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) que atua como órgão técnico e normativo do Ministério da Saúde (MS) no desenvolvimento e coordenação das ações integradas para a prevenção e controle do câncer no Brasil estimou no biênio 2019--2020, o surgimento de aproximadamente 600 mil novos casos de câncer no país, com exceção do câncer de pele não melanoma. Sendo que os tipos de câncer mais incidentes em homens serão próstata (31,7%), pulmão (8,7%), intestino (8,1%), estômago (6,3%) e cavidade oral (5,2%) e nas mulheres os com maior incidência serão os cânceres de mama (29,5%), intestino (9,4%), colo do útero (8,1%), pulmão (6,2%) e tireóide (4,0%). Em 2017, o custo total com tratamento de câncer no Brasil, foi de R$ 4,5 bilhões, sendo 48% deste valor destinado à quimioterapia, 10%, radioterapia e 7% na hormonioterapia. Os gastos com esses tratamentos totalizaram R$ 2,9 bilhões neste ano, enquanto procedimentos hospitalares chegaram a R$ 1,1 bilhão, representando 25% das despesas. No ano de 2018, R$ 4,6 bilhões, sendo que quimioterapia representou 49% das despesas, enquanto radioterapia e hormonioterapia ficaram responsáveis por 10% e 6% dos gastos, respectivamente. Os procedimentos hospitalares continuaram a representar 25% das despesas. Através de estatísticas do DATASUS nos anos de 2017 e 2018, foi estimado que cada paciente de câncer custou, em média, cerca de R$ 9 mil por ano para o sistema de saúde público brasileiro (R$ 9.107 em 2017 e R$ 9.157 em 2018). Com relação aos procedimentos realizados no SUS, observa-se um crescimento contínuo na quantidade de procedimentos de radioterapia, cirurgia e, principalmente, quimioterapia realizados nos últimos cinco anos. Isto indica que o uso dos serviços de saúde voltados para o tratamento de neoplasias vem aumentando no País com consequente aumento de custos associados. Investigar os custos de cuidados de saúde no SUS destinados para a atenção terciária em oncologia. Foi realizado uma revisão integrativa utilizando as bases de dados BVS, PubMed, Web of Science e Scopus, norteado com a pergunta de pesquisa: “O que os estudos na literatura destacam sobre os custos de cuidados de saúde no SUS destinados a atenção terciária em oncologia?”. A sintaxe utilizada para as bases de dados foi: ("Cost allocation" OR "Cost control" OR "Costs and cost analysis" OR "Health care costs" OR "Hospital costs") AND ("Oncology" OR "Cancer institutes" OR "Hospital service of Oncology") AND ("Outpatient care" OR "Tertiary health care" OR "Third level of health care" OR "Unified health system"). O total de estudos identificados nas bases de dados BVS, PubMed, Web of Science e Scopus, foram 59 estudos, 8 estudos no Google acadêmico, totalizando 67 estudos. Foram excluídos 3 duplicatas e 1 assunto diferente do artigo em estudo e 31 estudos excluídos após a leitura de títulos e resumos. Realizada a leitura na íntegra de 32 estudos e selecionados 9 estudos para inclusão na revisão. A garantia da integralidade da saúde e da aplicabilidade correta dos recursos destinados para a atenção terciária no SUS necessita de uma gestão eficiente assim como de estratégias advindas da economia da saúde para que pacientes oncológicos em tratamento possam ter acesso digno, eficiente e de qualidade, adequado às condições de vida destas pessoas, considerando sua região, condição econômica e estágio da doença.



Author(s):  
Adalto Alfredo Pontes Filho ◽  
Lúcia Dias da Silva Guerra

O cuidado domiciliar à saúde é prática milenar que remota a existência da família como unidade estruturante da sociedade, e o domicílio como espaço de convivência do núcleo familiar. Já descrito em textos históricos do Egito e Grécia Antiga, o cuidado em saúde no ambiente domiciliar desta época tem pouco em comum com o que na atualidade denominamos Atenção Domiciliar à Saúde (ADS). Em tais épocas, o cuidar em saúde pode ser compreendido como extensão do papel social da unidade familiar, visto a inexistência de profissionais e serviços de saúde da forma que conhecemos hoje. Tal prática só será questionada, ou posta à prova, com o advento do hospital como estrutura moderna centralizadora e monopolizadora dos cuidados em saúde, amplamente impulsionada pelo desenvolvimento da Medicina Científica, a partir de meados do século XIX. Se o sucesso da Medicina Científica pode ser apontado como responsável pela perda do status dos cuidados domiciliares, atualmente os excessos da medicina baseada nas ciências biomédicas, estruturante das instituições hospitalares, parece ser o ponto de inflexão que tem levado pacientes, famílias e profissionais a questionar a supremacia hospitalar nos cuidados em saúde. No Brasil, tem-se observado nos últimos 20 anos o aumento progressivo do número de serviços de ADS. Tal movimento parece se justificar por três razões principais. A primeira delas, como descrito acima, diz respeito ao questionamento levantado pela sociedade quanto aos excessos, malefícios e limitações da medicina hospitalar para os cuidados de pacientes crônicos, ou em reabilitação de longo prazo. Um exemplo que ilustra esse fato são as infecções nosocomiais por patógenos multirresistentes adquiridas em internações hospitalares. Uma segunda razão diz respeito ao desenvolvimento de tecnologias substitutivas àquelas de uso exclusivo às unidades hospitalares, o que permite a prestação de cuidados de níveis mais complexo em outros contextos, como o domiciliar. Pode-se citar a facilidade no aporte de terapia de suporte ventilatório e oxigenioterapia como exemplos. O terceiro, e certamente mais importante, diz respeito aos custos associados à assistência hospitalar, reconhecidos como problemas centrais em qualquer sistema de saúde. Apesar do histórico extenso da ADS e sua potencial capacidade de contribuir para melhorar a eficiência dos sistemas de saúde, a mesma ainda não está estruturada plenamente para este fim. Por ser extremamente abrangente e possuir uma diversidade de configurações possíveis, a ADS não possui um conceito único que integre as diferente dimensões em que está envolvida. A ADS é definida pelo Ministério da Saúde brasileiro, como uma modalidade de atenção à saúde, constituída por um conjunto de ações de promoção à saúde, prevenção, tratamento e reabilitação, prestada em domicílio, de forma integrada à Rede de Atenção à Saúde. No âmbito do SUS, a ADS tem se organizado a partir da rede de atenção primária à saúde, tendo como principal programa estruturante o Melhor em casa, criado em 2011. Objetivo: O objetivo deste estudo é comparar os custos associados à ADS no Brasil e nos Estados Unidos. Método: O estudo proposto será realizado por meio de uma revisão de literatura integrativa, utilizando a bases de dados PubMed e LILACS. Para guiar esta revisão foi elaborada a seguinte pergunta de pesquisa: “Quais são os custos associados à ADS no Brasil e nos Estado Unidos, e de que modo estes se relacionam com os modelos assistenciais e sistemas nacionais de saúde destes países?”.  Selecionou-se os seguintes Descritores de Ciências da Saúde (DeCS): Serviços de Assistência Domiciliar, Serviços Hospitalares de Assistência Domiciliar, Agências de Assistência Domiciliar, Visita Domiciliar, Custos e Análise de Custo, Custos de Cuidados de Saúde, Gastos em Saúde, Organização e Administração. A sintaxe utilizada para a busca nas bases de dados Medline e Lilacs, foram as seguintes: no MEDLINE (((((((Home Care Services[MeSH Terms]) OR Home Care Services, Hospital-Based[MeSH Terms]) OR Home Care Agencies[MeSH Terms]) AND House Calls[MeSH Terms]) OR (Costs and Cost Analysis[MeSH Terms])) OR Health Care Costs[MeSH Terms]) OR Health Expenditures[MeSH Terms]) AND (Organization and Administration[MeSH Terms]), e na LILACS (tw:(Serviços de Assistência Domiciliar)) OR (tw:(Serviços Hospitalares de Assistência Domiciliar)) OR (tw:(Agências de Assistência Domiciliar)) OR (tw:(Visita Domiciliar)) AND (tw:(Custos e Análise de Custo)) OR (tw:(Custos de Cuidados de Saúde)) OR (tw:(Gastos em Saúde)) OR (tw:(Organização e Administração)). Resultados Esperados: pretende-se caracterizar a ADS nos países em estudo; descrever os principais itens de custo relacionados à ADS nos países em estudo; estudar as principais características dos sistemas de saúde dos países em estudo, considerando os modelos técnico-assistenciais presentes na ADS; e relacionar os custos associados à ADS com os modelos técnico-assistenciais e de sistemas de saúde dos países em estudo. Considerações finais: Apesar dos avanços da ADS nas últimas décadas, esta modalidade de assistência à saúde ainda é pouco estruturada e estudada. Em análise preliminar dos resultados da pesquisa nas bases de dados, observa-se que grande parte da literatura disponível se trata de relatos de experiência ou publicações amparadas no empirismo do autor. Tal fato pode indicar a necessidade de maior investimento neste campo, visto seu potencial como reorganizador da atenção à saúde de pacientes com condições crônicas ou em contexto de terminalidade de vida.



Author(s):  
Barbara Oliveira ◽  
Samara Jamile Mendes

Historicamente, o aborto induzido sempre esteve presente na sociedade ocidental. Os greco-romanos, que entendiam que o aborto poderia ser realizado desde que se obtivesse o consentimento do pai, até o pós revolução francesa, onde, devido aos avanços médico-científicos atrelados a necessidades do Estado, (índices maiores de natalidade) o feto deixa de ser considerado como o apêndice da mãe e seu nascimento se torna de interesse do Estado. Aliado a isso, a crescente influência das tradições e valores católicos à legislação do Estado faz com que o aborto passe a ser considerado uma prática ilegal, sendo estabelecidas  políticas punitivas  à mulheres que realizassem tal prática. Com o movimento feminista, mais proeminente a partir da década de 60, existe uma crescente discussão  sobre as decisões relacionadas a posse do corpo feminino, e àquelas ligadas a sexualidade e a maternidade, principalmente sobre  sobre gestar ou não um feto. Neste movimento, o entendimento do abortamento como uma questão da saúde da mulher se estabelece e este é a base para que hoje se trate aborto como uma questão de saúde pública no Brasil, em detrimento das questões morais exploradas por alguns grupos da sociedade. Mesmo com a expressiva produção científica acerca da prática do aborto, perfil sócio-economico de quem realiza, dados demográficos, consequências e ética, a literatura existe a respeito dos possíveis impactos econômicos positivos ou negativos da legalização do aborto ainda é pequena. Objetivo: O objetivo deste estudo é analisar a produção científica disponível acerca dos impactos sócio-econômicos da legalização do aborto. Método: Para cumprir os objetivos deste artigo, foi realizada uma revisão integrativa, cuja questão norteadora será:  Como a legalização do aborto pode impactar sócio-economicamente os sistemas de saúde? Foram utilizadas neste estudo as seguintes bases de dados: Scopus, PubMed (Publicações Médicas). As palavras chaves foram escolhidas a partir de consultas ao DECs (Descritores em Ciências da Saúde) para bases de dados latino-americanas e ao MESH (Medical Subject Headings) para bases de maior alcance. Por fim, os descritores utilizados foram: “abortion”, “induced abortion”,  “economics”, “costs and cost analysis” e “cost-benefit analysis” “health” e “health system”, buscadas em um primeiro momento individualmente para entendimento da quantidade de produção científica disponível de cada descritor e depois, utilizando a técnica do funil construção da sintaxe de busca.  Não houve restrição de idioma e nem de período na busca de dados. Resultados: A partir das buscas individuais e exercícios de construção de sintaxe, nota-se que a sintaxe que melhor atende os objetivos deste estudo é: (((("abortion, induced"[MeSH Terms] OR ("abortion"[All Fields] AND "induced"[All Fields]) OR "induced abortion"[All Fields] OR "abortion"[All Fields]) AND ("economics"[Subheading] OR "economics"[All Fields] OR "economics"[MeSH Terms])) AND ("costs and cost analysis"[MeSH Terms] OR ("costs"[All Fields] AND "cost"[All Fields] AND "analysis"[All Fields]) OR "costs and cost analysis"[All Fields])) AND ("cost-benefit analysis"[MeSH Terms] OR ("cost-benefit"[All Fields] AND "analysis"[All Fields]) OR "cost-benefit analysis"[All Fields] OR ("cost"[All Fields] AND "benefit"[All Fields] AND "analysis"[All Fields]) OR "cost benefit analysis"[All Fields])) AND ((Heath[All Fields] AND System[All Fields]) OR ("health"[MeSH Terms] OR "health"[All Fields])) para o PubMed com 158 artigos encontrados e ( TITLE-ABS-KEY ( ( ( ( ( ( abortion )  AND  economics )  AND  ( costs  AND  cost  AND analysis ) )  AND  cost-benefit  AND analysis ) ) )  AND  TITLE-ABS-KEY ( ( health  OR  health  AND system ) ) ) para a base de dados Scopus com 26 artigos. Busca semelhante foi realizada na base de dados Lilacs que retornou apenas 1 artigo para inclusão. Considerando todas as bases pesquisadas, partiu-se do número de 185 artigos disponíveis na literatura internacional que atendem à sintaxe descrita. Após a triagem dos artigos que foram encontrados por meio da estratégia de busca, foram selecionados os artigos a serem incluídos na revisão integrativa de acordo com os seguintes critérios de inclusão( (a) abordar a discussão acerca do aborto do ponto vista sócio-econômico; (b) evidenciar custos sobre a legalização do aborto para os países em que foram realizadas as pesquisas; (c) evidenciar os custos para os sistemas de saúde da prática do aborto ilegal) e exclusão: Exclusão: (a) artigos que não incluam a perspectiva econômica ao abordar o tema aborto, (b) artigos que abordem a temática do aborto sob o ponto de vista puramente técnico;(c) artigos que abordem apenas diferenças de eficiência ou custo de diferentes métodos de realização do aborto;(d) artigos que sejam em outras línguas que não português,inglês ou espanhol. Dos 185 artigos, 9 artigos foram excluídos por serem duplicatas, 1 por não atender o critério de idioma, 94 artigos por não abordarem o tema aborto e 27 por não possuírem o ponto de vista econômico em sua abordagem. Existem outros 26 artigos classificados como indefinidos por não possuírem abstract nem artigo disponíveis nas bases de dados. Nas análises preliminares já é possível notar que a produção científica acerca do aborto não é recente, com os primeiros artigos datando de 1968, porém, ocorreu aumento significativo de publicações nos últimos 10 anos, com 45% das 185 publicaões entre 2008 e 2018 e 25% do total das publicações entre 2014 e 2018, sendo que as principais revistas a publicar o tema do aborto são revistas de obstetrícia e ginecologia. Além disso grande parte dos artigos, especialmente em países onde o abordo já descriminalizado traz análises de custo-benefício de diferentes métodos abortivos.



2018 ◽  
Vol 86 (24) ◽  
Author(s):  
Lívia Bertasso Araújo Portugal ◽  
Barbara Pompeu Christovam

O objetivo é estimar o custo hospitalar do tratamento da lesão por pressão e rever a literatura a respeito da prevençãode tais lesões. Estudo descritivo, retrospectivo, de março a dezembro de 2015, incluindo 58 pacientes, com um total de87 lesões por pressão, em uma unidade hospitalar de Niterói, Rio de Janeiro. Foram realizadas visitas aos setoresidentificando pacientes com lesão por pressão e as tecnologias utilizadas, e elaboração de planilha de custos e revisamosos métodos de prevenção à lesão por pressão. Foi encontrado um custo médio diário por paciente de R$ 14,24 e umcusto total de R$ 2992,03 para estes tratamentos. O tratamento da lesão por pressão teve um alto custo e exigiu aumentono tempo de internação. A revisão da literatura evidenciou modelos possíveis de serem adotados para atuar na prevençãodas lesões por pressão, os quais podem diminuir o tempo de internação e economizar recursos.Palavras-chave: Lesão por Pressão; Custos e Análise de Custo; Prevenção de Doenças. AbstractThe aim is to estimate the hospital costs of pressure-wound treatment and to review the literature regarding the injuriesprevention. Descriptive and retrospective study, from March to December 2015, including 58 patients, with a total of 87pressure injuries, in a hospital unit in Niterói, Rio de Janeiro. Visits were made to the sectors identifying patients withpressure injury and the used technologies, and elaboration of a cost sheet and we reviewed the pressure injureprevention methods. An average daily cost per patient of R$ 14.24 was found and a total cost of R$ 2992.03 for thesetreatments. The pressure lesion treatment had a high cost and demanded an increase in the hospitalization time. Theliterature review showed possible models to be adopted to act in the pressure injuries prevention, which can reducehospitalization time and save resources.Keywords: Pressure Ulcer; Costs and Cost Analysis; Disease Prevention.



2018 ◽  
Vol 12 (7) ◽  
pp. 1923
Author(s):  
Lucilia Feliciano Marques ◽  
Vivian Schutz ◽  
Solange Dos Santos Moragas Barbosa ◽  
Roberto Carlos Lyra da Silva

RESUMOObjetivo: analisar o custo-minimização do TCTH Alogênico antes e após a implementação da SAE. Método: estudo quantitativo, avaliativo e retrospectivo, utilizando o modelo da árvore de decisão para análise do custo-minimização, sendo utilizadas variáveis relacionadas às complicações infecciosas em transplante e os seus respectivos custos. Resultados: comprovou-se um custo mais elevado no ano de 2006 quando a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) não havia sido implantada se comparado ao ano de 2012. Conclusão: a análise de custo-minimização mostrou um custo menor para o TCTH alogênico aparentado em 2012 (R$ 431.482,71), se comparado aos realizados em 2006 (R$574.688,22) sugerindo que a SAE tenha colaborado na redução dos custos do procedimento, com custo incremental de R$143.205,51 para 2006. Descritores: Transplante de Células-Tronco Hematopoiéticas; Custos e Análise de Custo; Diagnóstico de Enfermagem; Enfermagem; Cuidados de Enfermagem; Saúde. ABSTRACT Objective: to analyse the cost-minimization of the Allogeneic HSCT before and after the implementation of the SAE. Method: quantitative, evaluative and retrospective study, utilizing the tree of decision model to analyse the cost-minimization, being utilized variables related to the infectious during transplant and its respective costs. Results: it proved to be a higher cost in the year of 2006 - when the Systematization of Nursing Assistance (SAE) had not been established yet - if compared to the year of 2012. Conclusion: the analysis of cost-minimization appeared to be a lower cost for the allogeneic HSCT presented in 2012 (R$ 431.482,71), if compared to the ones accomplished in 2006 (R$574.688,22) suggesting that the SAE had cooperated on the cost reduction of the procedure, with an increasing cost of R$143.205,51 for the year of 2006. Descriptors: Hematopoietic stem cell transplantation; Costs and Cost Analysis; Nursing Diagnosis; Nursing; Nursing Care; Health.RESUMENObjetivo: analizar el costo-minimización del TCTH Alogénico antes y tras la implementación de la SAE. Método: estudio cuantitativo, evaluativo y retrospectivo, empleando el modelo del árbol de decisión para análisis del costo-minimización, habiéndose utilizado variables relacionadas con las complicaciones infecciosas en trasplantes y sus respectivos costos. Resultados: se comprobó un costo más elevado en 2006 cuando la Sistematización de la Asistencia de Enfermería (SAE) no había sido implantada, en relación a 2012. Conclusión: el análisis del costo-minimización demostró un costo menor para el TCTH alogénico aparentado en 2012 (R$ 431.482,71) en comparación a la reducción de costos del procedimiento, con costo incremental de R$143.205,51 para 2006. Descritores: Trasplante de progenitores hematopoyéticos. Costos y Análisis de Costo. Diagnóstico de Enfermería; Enfermería; Atención de Enfermería; Salud.



1978 ◽  
Vol 27 (1) ◽  
pp. 74
Author(s):  
&NA;


1976 ◽  
Vol 25 (2) ◽  
pp. 150
Author(s):  
&NA;


1974 ◽  
Vol 23 (4) ◽  
pp. 361
Author(s):  
T. V. SELLARS ◽  
A. Mooth


1969 ◽  
Vol 18 (5) ◽  
pp. 455
Author(s):  
N FREEMA


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