A quick and easy overview of some recently published research into current and historical labour relations

2021 ◽  
Vol 122 (1) ◽  
pp. 218-227
Author(s):  
Roger Seifert
1971 ◽  
Vol 36 (4) ◽  
pp. 527-537 ◽  
Author(s):  
Norman P. Erber

Two types of special hearing aid have been developed recently to improve the reception of speech by profoundly deaf children. In a different way, each special system provides greater low-frequency acoustic stimulation to deaf ears than does a conventional hearing aid. One of the devices extends the low-frequency limit of amplification; the other shifts high-frequency energy to a lower frequency range. In general, previous evaluations of these special hearing aids have obtained inconsistent or inconclusive results. This paper reviews most of the published research on the use of special hearing aids by deaf children, summarizes several unpublished studies, and suggests a set of guidelines for future evaluations of special and conventional amplification systems.


2008 ◽  
Vol 17 (2) ◽  
pp. 43-49
Author(s):  
James L. Coyle

Abstract The modern clinician is a research consumer. Rehabilitation of oropharyngeal impairments, and prevention of the adverse outcomes of dysphagia, requires the clinician to select interventions for which evidence of a reasonable likelihood of a successful, important outcome exists. The purpose of this paper is to provide strategies for evaluation of published research regarding treatment of oropharyngeal dysphagia. This article utilizes tutorial and examples to inform and educate practitioners in methods of appraising published research. It provides and encourages the use of methods of efficiently evaluating the validity and clinical importance of published research. Additionally, it discusses the importance of the ethical obligation we, as practitioners, have to use evidence-based treatment selection methods and measurement of patient performance during therapy. The reader is provided with tactics for evaluating treatment studies to establish a study's validity and, thereby, objectively select interventions. The importance of avoiding subjective or unsubstantiated claims and using objective methods of generating empirical clinical evidence is emphasized. The ability to evaluate the quality of research provides clinicians with objective intervention selection as an important, essential component of evidence-based clinical practice. ASHA Code of Ethics (2003): Principle I, Rule F: “Individuals shall fully inform the persons they serve of the nature and possible effects of services rendered and products dispensed…” (p. 2) Principle I, Rule G: “Individuals shall evaluate the effectiveness of services rendered and of products dispensed and shall provide services or dispense products only when benefit can reasonably be expected.” (p. 2) Principle IV, Rule G: “Individuals shall not provide professional services without exercising independent professional judgment, regardless of referral source or prescription.” (p. 4)


1963 ◽  
Vol 42 (1) ◽  
pp. 12
Author(s):  
G.R. Faulks ◽  
W.F. Cartwright ◽  
Harvey ◽  
F. Austin ◽  
R.C. Mathias ◽  
...  
Keyword(s):  

2019 ◽  
Vol 18 (1) ◽  
pp. 1
Author(s):  
Antonio Marcos Andrade

Em 2005, o grego John Loannidis, professor da Universidade de Stanford, publicou um artigo na PLOS Medicine intitulado “Why most published research findings are false” [1]. Ele que é dos pioneiros da chamada “meta-ciência”, disciplina que analisa o trabalho de outros cientistas, avaliou se estão respeitando as regras fundamentais que definem a boa ciência. Esse trabalho foi visto com muito espanto e indignação por parte dos pesquisadores na época, pois colocava em xeque a credibilidade da ciência.Para muitos cientistas, isso acontece porque a forma de se produzir conhecimento ficou diferente, ao ponto que seria quase irreconhecível para os grandes gênios dos séculos passados. Antigamente, se analisavam os dados em estado bruto, os autores iam às academias reproduzir suas experiências diante de todos, mas agora isso se perdeu porque os estudos são baseados em seis milhões de folhas de dados. Outra questão importante que garantia a confiabilidade dos achados era que os cientistas, independentemente de suas titulações e da relevância de suas descobertas anteriores, tinham que demonstrar seus novos achados diante de seus pares que, por sua vez, as replicavam em seus laboratórios antes de dar credibilidade à nova descoberta. Contudo, na atualidade, essas garantias veem sendo esquecidas e com isso colocando em xeque a validade de muitos estudos na área de saúde.Preocupados com a baixa qualidade dos trabalhos atuais, um grupo de pesquisadores se reuniram em 2017 e construíram um documento manifesto que acabou de ser publicado no British Medical Journal “Evidence Based Medicine Manifesto for Better Health Care” [2]. O Documento é uma iniciativa para a melhoria da qualidade das evidências em saúde. Nele se discute as possíveis causas da pouca confiabilidade científica e são apresentadas algumas alternativas para a correção do atual cenário. Segundo seus autores, os problemas estão presentes nas diferentes fases da pesquisa:Fases da elaboração dos objetivos - Objetivos inúteis. Muito do que é produzido não tem impacto científico nem clínico. Isso porque os pesquisadores estão mais interessados em produzir um número grande de artigos do que gerar conhecimento. Quase 85% dos trabalhos não geram nenhum benefício direto a humanidade.Fase do delineamento do estudo - Estudos com amostras subdimensionados, que não previnem erros aleatórios. Métodos que não previnem erros sistemáticos (viés na escolha das amostras, falta de randomização correta, viés de confusão, desfechos muito abertos). Em torno de 35% dos pesquisadores assumem terem construídos seus métodos de maneira enviesada.Fase de análise dos dados - Trinta e cinco por cento dos pesquisadores assumem práticas inadequadas no momento de análise dos dados. Muitos assumem que durante esse processo realizam várias análises simultaneamente, e as que apresentam significância estatística são transformadas em objetivos no trabalho. As revistas também têm sua parcela de culpa nesse processo já que os trabalhos com resultados positivos são mais aceitos (2x mais) que trabalhos com resultados negativos.Fase de revisão do trabalho - Muitos revisores de saúde não foram treinados para reconhecer potenciais erros sistemáticos e aleatórios nos trabalhos.Em suma é necessário que pesquisadores e revistas científicas pensem nisso. Só assim, teremos evidências de maior qualidade, estimativas estatísticas adequadas, pensamento crítico e analítico desenvolvido e prevenção dos mais comuns vieses cognitivos do pensamento.


Author(s):  
Thandekile Phulu

In South Africa employees are protected by various pieces of legislation. Section 23 of the Constitution of the Republic of South Africa 1996 provides for a right to fair labour practice. In its preamble the Labour Relations Act 66 of 1995 (hereafter referred to as the LRA) states that the purpose of the Act is to advance economic development, social justice, labour peace and democratisation of the workplace. The LRA also states that one of its objectives is to give effect to and regulate the fundamental rights conferred by section 27 of the Constitution. The Occupational Health and Safety Act as amended by the Occupational Health and Safety Amendment Act 181 of 1993 provides for the health and safety of persons at work and for the health and safety of persons in connection with the use of plant and machinery. The LRA provides for dismissal for incapacity and dismissals for misconduct. It also differentiates between the two. The LRA provides for both substantive and procedural fairness when dismissing an employee for incapacity and misconduct. This paper will examine the rationale behind differentiating between dismissal for drunkenness and dismissal for alcoholism.


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