bruno bettelheim
Recently Published Documents


TOTAL DOCUMENTS

125
(FIVE YEARS 6)

H-INDEX

3
(FIVE YEARS 0)

2021 ◽  
pp. 134-144
Author(s):  
Philip Garner
Keyword(s):  


2021 ◽  
Vol 56 (2) ◽  
pp. 215-231
Author(s):  
Fabiano Tadeu Grazioli ◽  
Rosemar Eurico Coenga ◽  
Anna Maria Ribeiro F. M. da Costa
Keyword(s):  

No artigo, investiga-se a fantasia e a imaginação, tomadas como recursos no contexto da criação do conto contemporâneo destinado à criança, por meio de uma pesquisa bibliográfica de abordagem qualitativa, que permite aproximar considerações teóricas da obra Tua mão na minha, de Eloí Bocheco, autora brasileira, sobretudo catarinense. O percurso delineado para o artigo parte de uma breve consulta a ponderações sobre o conto, o que se faz a partir de Charles Kiefer (2004), em direção às considerações de Vera Teixeira de Aguiar (2001), Nelly Novaes Coelho (2000), Marta Morais da Costa (2006, 2007), Bruno Bettelheim (2007), Diana Lichetenstein Corso e Mario Corso (2006) e Regina Zilberman (2005, 2014), entre outros. Esse arcabouço permite perceber, pela história e pelas características específicas desta narrativa, a importância da fantasia e da imaginação na sua constituição. Em seguida, apresenta-se uma leitura do conto de Bocheco, explorando os aspectos nos quais a fantasia e a imaginação são potencializadas no enredo e nas ações de Dúnia, a protagonista da narrativa. Ao final, das muitas possibilidades e sugestões que o conto em questão inventivamente inaugura e provoca, atesta-se que Tua mão na minha, tecido a partir da memória e, por isso mesmo, capaz de investir tanto nos recursos imaginativos, é narrativa que, no seu enredo, duplifica-se, à medida que lhe é permitido imaginar, e, em uma atividade genuína da infância, mobilizar recursos do mundo interior quando é necessário lidar com situações-limites que se encontram na trajetória/travessia do leitor.



Author(s):  
Brett Kahr

After centuries of controversy, mental health professionals still cannot agree on the cause or causes of schizophrenia — the most severe form of psychosis. Theories of aetiology range from genetic, biochemical, and neuropathological approaches to those of an environmental or intrafamilial nature. In this contribution, the author considers the impact of massive psychological traumatisation, examining, in particular, the relatively neglected literature on the role of the Nazi Holocaust in the development of psychotic states. Reviewing the work of such pioneering clinicians as Bruno Bettelheim and William Niederland, each of whom observed acute schizophrenic reactions among survivor patients, the author then surveys the more methodologically sophisticated work of Udo Reulbach and his colleagues who have provided strong evidence that those survivors of concentration camps who endured the most objectively traumatising of experiences, including the death of both parents, would be far more likely, statistically, to receive a diagnosis of schizophrenia in later life. The author argues that the literature on the Holocaust provides important data for an understanding of the role of disrupted attachments and extreme traumatisation in the development of schizophrenic psychoses.



2021 ◽  
pp. 227-236
Author(s):  
Timothy P. Jackson

Perhaps the most famous and controversial witness from a victim of the Holocaust is Anne Frank’s: “in spite of everything I still believe that people are really good at heart.” Bruno Bettelheim pounced on this remark as a tragic blindness to and acquiescence in evil: “Anne Frank died because her parents could not get themselves to believe in Auschwitz. And her story found wide acclaim because for us too, it denies implicitly that Auschwitz ever existed. If all men are good, there was never an Auschwitz.” In concluding, I examine Anne Frank’s case and, contra Bettelheim, praise it as emblematic of Judaism generally. Anne was not naïve or in denial about Nazi wickedness; she was, rather, a Suffering Servant, a modern Mordecai. She did not bow down to temporal authority, but she refused to hate even when faced with despite and death. Thus she was a light to the nations.



2021 ◽  
Vol 5 (1) ◽  
pp. 1
Author(s):  
Jane Beal

In this essay, I suggest that fairy tales have particular value for students studying at the university level. Assigning fairy tales allows students to read familiar stories from their childhood and reconsider them from critical perspectives. When teaching a college course on fairy tales, my students and I utilize three essential frameworks for understanding fairy tales, focusing on the psycho-social development and sexual maturation of the human person, feminist critique and the need for gender equality in a patriarchal world, and audience reception and reader responses leading to emotional progress and even spiritual enlightenment. Students primarily familiar with Disney film versions of fairy tales enlarge their understanding of multiple versions of tales, both early modern and contemporary. They become familiar with classic fairy tale writers and collectors, such as Charles Perrault, Madame d’Aulnoy, the Brothers Grimm, Hans Christian Anderson, Oscar Wilde, Andrew Lang, J.R.R. Tolkien, C.S. Lewis, Anne Sexton, Angela Carter, and J.K. Rowling as well as fairy tale scholars like Bruno Bettelheim, Maria Tartar, and Jack Zipes. Their study not only results in a firm grasp of the key aspects of story in general, but in the ability to see connections between the real-world problems of the 21st century – such as poverty, starvation, disease, inequality, child abuse, human trafficking, and abuses of political power, among others – and lessons learned from fairy tales. This essay analyzes “Beauty and the Beast” as a key example of the genre and identifies pedagogical strategies for teaching it.





Ouvirouver ◽  
2020 ◽  
Vol 16 (1) ◽  
pp. 218-228
Author(s):  
Mônica Roberta Antonio

Dada a importância em compartilhar a atuação de voluntários como narradores de histórias de passagem em hospitais, este artigo revela experiências do encontro narrativo em hospitais. Com base em relatos de narradores do projeto, ouvintes (pacientes, acompanhantes e equipe profissional de saúde) e pensadores como Walter Benjamin, Bruno Bettelheim, Hampatê Bà, Rachel Remen e o idealizador do projeto Luis Alberto de Abreu será feita uma síntese de intenções e ações dos narradores com a perspectiva de uma arte performática pautada na percepção poética, na oralidade e nas interfaces com a prática narrativa em sua função social.  



2020 ◽  
Vol 12 (1) ◽  
Author(s):  
Roseli Meira Gomes Rocha ◽  
Adriana Maria De Abreu Barbosa

O presente estudo propõe uma análise comparativa da representação da figura da mãe nos contos de fadas clássicos, revisitada pela literatura contemporânea de Ana Maria Machado ao escrever os contos “A princesa que escolhia” e “Uma, duas, três princesas”. A autora nos traz a possibilidade de repensar a representação materna a partir desses contos contemporâneos, abarcando vozes femininas que transgridem ou reafirmam o pensamento patriarcal e revendo paradigmas socioculturais estabelecidos. Tal investigação fundamenta-se em estudos alusivos à literatura, história, sociologia e psicologia, possibilitando, assim, maior compreensão dos problemas apresentados, auxiliado por estudiosos como Bruno Bettelheim (1980), Robert Darton (1986), Simone Beauvoir (2009), Maria Cristina Martins (2015), Rosiska Darcy Oliveira (1993), Teresa de Lauretis (1994), Luzia Margareth Rago (2013) e Rita Therezinha Schmidt (1999). ADICHIE, Chimamanda Ngozi. Para educar crianças feministas: um manifesto. Tradução: Denise Bottmann. São Paulo: Companhia das Letras, 2017. BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo. Tradução: Sérgio Milliet. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009. BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo: fatos e mitos. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, 1970. BERGAMI, Lucinei Maria. “A princesa que escolhia” de Ana Maria Machado: uma perspectiva contemporânea para os contos de fada tradicionais. Revista Littera Online. UFMA: n7, pp 115, 2014.  BETTELHEIM, Bruno. A psicanálise dos contos de fadas. Tradução de Arlene Caetano. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980. CARRIJO, Silvana Augusta Barbosa; MARTINS ,Fabrícia dos Santos Silva.”Uma, duas, três princesas” (2013): Umas e Outras Vozes Femininas em Ana Maria. Revista Todas as Musas. n1 Jul-Dez 2014. p.  171-183 CHARTIER, Roger. A História Cultural: entre práticas e representações. Tradução: Maria Manuela Galhardo. 2ªed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002. CHARTIER, Roger (Org.). Práticas de leitura. Tradução de Cristiane Nascimento. São Paulo: Liberdade, 1996. COELHO, N. N. A literatura feminina no Brasil contemporâneo. São Paulo: Siciliano, 1993. CORSO, Diana Lichtenstein; CORSO, Mário. Fadas no divã: psicanálise nas histórias infantis. Porto Alegre: Artmed, 2006. DARNTON, Robert. O Grande Massacre de Gatos e outros episódios da história cultural francesa. 4. ed. Rio de Janeiro: Graal, 2001. KEHL, M. R. A mínima diferença: masculino e feminino na cultura. Rio de Janeiro: Imago, 1996. KHÉDE, Sônia Salomão. Personagens da Literatura Infantojuvenil. São Paulo: Ática, 1990. LAURETIS, Tereza de. A tecnologia do gênero. In: HOLLANDA, H. B. de. Tendências e impasses. O feminismo como crítica da cultura. Rio de Janeiro: Rocco, 1994. MACHADO, Ana Maria. “A princesa que escolhia”. Ilustrações de Graça Lima. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006. MACHADO, Ana Maria. “Uma, duas, três princesas”. Ilustrações Luani Guarniere. São Paulo: Ática, 2013. MARTINS, Maria Cristina. (Re)escrituras: gêneros e o revisionismo contemporâneo dos contos de fadas. Jundiaí: Paco Editorial, 2015. MUSSALIM, F.; BENTES, A. C. (Orgs.). Introdução à linguística: domínios e fronteiras. v. 2. 4. ed. São Paulo: Cortez, 2004. ORLANDI, Eni P. Análise de discurso: princípios e procedimentos. 7 ed. Campinas: Pontes, 2007. PASSOS, Joana Filipa da Silva de Melo Vilela. Angela Carter e a reescrita de mitos e contos de fadas. 1996. 137 f. Dissertação (Mestrado em Língua e Literaturas Inglesas). Universidade do Minho, Braga, 1996. RAGO, Luzia Margareth. A aventura de contar-se: feminismos, escrita de si e invenções da subjetividade. Campinas: Editora da Unicamp, 2013. OLIVEIRA, Rosiska Darcy de. Diferença na igualdade Elogio da diferença: o feminino emergente. Rio de Janeiro: Rocco, 1993.  SCHMIDT, Rita Terezinha. Recortes de uma história: a construção de um fazer/saber. In: RAMALHO, Cristina (Org.). Literatura e feminismo: propostas teóricas e reflexões críticas. Rio de Janeiro: Elo, 1999. ZIPES, Jack. Fairy tale as Muyth/Myth as Fary Tale. Lexington: University Press of Kentucky, 1994. ZOLIN, Lúcia Osana. A literatura de autoria feminina brasileira no contexto da pós-modernidade. Revista Ipotesi, Juiz de Fora, v. 13, n. 2, p. 105 - 116, jul./dez. 2009.



2020 ◽  
Vol 31 (2) ◽  
pp. 227-231
Author(s):  
Lenny van Rosmalen ◽  
René van der Veer ◽  
Frank CP van der Horst

Harry Harlow, famous for his experiments with rhesus monkeys and cloth and wire mothers, was visited by psychiatrist and psychoanalyst John Bowlby and by child psychologist Bruno Bettelheim in 1958. They made similar observations of Harlow’s monkeys, yet their interpretations were strikingly different. Bettelheim saw Harlow’s wire mother as a perfect example of the ‘refrigerator mother’, causing autism in her child, while Bowlby saw Harlow’s results as an explanation of how socio-emotional development was dependent on responsiveness of the mother to the child’s biological needs. Bettelheim’s solution was to remove the mother, while Bowlby specifically wanted to involve her in treatment. Harlow was very critical of Bettelheim, but evaluated Bowlby’s work positively.



Sign in / Sign up

Export Citation Format

Share Document