Michel Foucault
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2021 ◽  
pp. 019145372110426
Author(s):  
Alexander Means

Michel Foucault was one of the 20th century’s great practitioners of study. Time in the archives and library, teaching, reading, thinking, and writing were all integrated aspects of his tireless labor to find lines of escape out of the confines of Western humanism and totalizing approaches to power and history. Drawing on Foucault’s lectures at the Collège de France and the work of James Bernauer, this article discusses Foucault’s mode of study as a practice of freedom. It then mobilizes Foucault’s analyses of biopolitics and neoliberal reason to address new enclosures of academic labor that push against study within the university. The article argues that Foucault was not able to anticipate how the biopolitical horizon would become ever-more dependent on extraction, including from the value generated by academic labor. It then draws on ideas of fugitivity and undercommons to supplement Foucault’s study as a mode of resistance.


Linha Mestra ◽  
2021 ◽  
pp. 19-28
Author(s):  
Francisco De Paulo D'Avila Junior

O presente artigo propõe uma reflexão teórica sobre uma prática artístico-pedagógica, realizada em escolas públicas, e que promoveu uma performatividade corporal diferente no contexto de sala de aula. Para auxiliar nesta reflexão, do ponto de vista da prática realizada, fotos e relatos dos estudantes serão utilizados. Se soma a discussão, conceitos e ideias sobre as pesquisas de Michel Foucault, Gilles Deleuze e Félix Guattari acerca da ideia de corpo, e outros desdobramentos de suas obras. Na prática intitulada Respiradores, os estudantes experimentaram uma outra possibilidade de ser e de estar na escola.


Mnemosine ◽  
2021 ◽  
Vol 17 (2) ◽  
Author(s):  
Ana Paula Pimentel ◽  
Paulo Duarte de Carvalho Amarante

O objetivo deste texto é apresentar uma sucinta reflexão sobre três acontecimentos identificados como formas históricas de exclusão da loucura (o desterro, o internamento e a objetivação da loucura como doença mental) em diálogo com as discussões apresentadas na aula inaugural proferida por Michel Foucault no Collège de France em 1970, convertida no livro A ordem do discurso ([1970] 2014). Nesse sentido, associaremos as formas históricas de exclusão aos sistemas externos de restrição do discurso elencados no livro-aula: a interdição, a oposição entre razão e loucura e a vontade de verdade. Examinaremos a maneira como estes sistemas criaram condições de possibilidade para as exclusões históricas e manutenção do sofrimento mental no lugar de objeto do discurso psiquiátrico.


Mnemosine ◽  
2021 ◽  
Vol 17 (2) ◽  
Author(s):  
Iván Sánchez-Moreno ◽  
Daniel Salvador
Keyword(s):  

A cidade de Gotham é mais um personagem nas aventuras do Batman. Não serve apenas como palco e reflexo da degradação da cidade, mas seus prédios, suas ruas e sua distribuição permitem que Batman exerça seu controle sobre a urbe. Gotham é um lugar especialmente isolacionista, em parte devido ao alto fluxo de crimes que ali reside. Por essa e outras razões, Gotham segue o padrão dos dispositivos panópticos que Michel Foucault analisou para definir e descrever as relações de poder e vigilância nas instalações prisionais. Com esse motivo em mente, nos aprofundaremos no efeito das heterotopias em neutralizar a resistência dos cidadãos contra uma normalização vigente, e investigaremos como um novo corpo é construído de poder corporificado em um vigilante mascarado por meio da legitimação da população civil.


Mnemosine ◽  
2021 ◽  
Vol 17 (2) ◽  
Author(s):  
Victoria Sedkowski Nowak
Keyword(s):  

Este trabalho apresenta uma revisão da técnica disciplinar do exame que o autor Michel Foucault desenvolveu em sua obra Vigiar e Punir (1975) e a relaciona com o conceito de “estatística” de que trata o curso Segurança, Território, População entre 1977 e 1978. Será dada especial ênfase à inclusão do indivíduo em um “campo documental” produzido pelo exame, exemplificando-o com os registros documentais dos anos 1855-1936 do antigo Instituto Mental de la Santa Cruz y San Pablo da cidade de Barcelona, assim como com as mudanças legislativas em matéria de saúde mental que aconteceram entre esses anos.


Mnemosine ◽  
2021 ◽  
Vol 17 (2) ◽  
Author(s):  
Raphael Thomas Ferreira Mendes Pegden ◽  
Arthur Arruda Leal Ferreira
Keyword(s):  

No presente artigo pretendemos apresentar as críticas de Michel Foucault aos modos de articulação entre psiquiatria e poder a partir das análises que se estendem do período de 1973 até 1976, incluindo, principalmente, a obra História da sexualidade: a vontade de saber (1976) e os cursos O poder psiquiátrico (1973-74), Os anormais (1974-75) e Em defesa da sociedade (1975-76). Pesquisando sobre o modo pelo qual a psiquiatria do século XIX e do início do século XX relacionou instinto e hereditariedade a partir da teoria da degenerescência, Foucault pôde conceber essa forma de saber como uma tecnologia biopolítica inserida nas relações de poder próprias do racismo de Estado.


Mnemosine ◽  
2021 ◽  
Vol 17 (2) ◽  
Author(s):  
Mateus Thomaz Bayer
Keyword(s):  

Este artigo tem como objetivo explorar os efeitos da autocrítica realizada por Michel Foucault frente à noção de transgressão em seu curso A Sociedade Punitiva (1972-1973) e seu deslocamento analítico e estratégico para a noção de dissidência. Nota-se que esta passagem se articula à emergência de uma concepção particular da “guerra civil” como campo de inteligibilidade das lutas em torno do poder. Realizada no ano seguinte, em O Poder Psiquiátrico (1973-1974), sua leitura política do “fenômeno histérico” do século XIX enquanto luta antipsiquiátrica servirá de exemplo privilegiado no sentido de adensar a dimensão conceitual que pode ser extraída da utilização contextualizada do termo “dissidência”. Entende-se que o esforço, próprio ao presente trabalho, para se pensar um conceito de dissidência a partir de Foucault pode estabelecer algumas pistas importantes para a reflexão sobre a singularidade teórica e política da genealogia foucaultiana.


2021 ◽  
Vol 18 (2) ◽  
pp. 6273-6288
Author(s):  
Amanda Braga
Keyword(s):  

O artigo tem por objetivo promover um diálogo entre a estilística da (des)obediência de Frédéric Gros (2018) e a microfísica do poder de Michel Foucault (1979), compreendendo os modelos gerais de obediência e desobediência como manifestações em torno das quais se organizam poderes e resistências. A fim de demonstrar a produtividade dessa interseção, problematiza-se a emergência do acontecimento George Floyd e desenvolve-se uma análise discursiva de três enunciados produzidos em seu interior, no intuito de analisar as relações de poder que estão lá materializadas e mais particularmente os modelos de obediência e desobediência que nelas se inscrevem. Com isto, trabalha-se na desnaturalização das práticas de uma obediência cega e no fomento às práticas de resistência que se pautam no exercício crítico e ético dos sujeitos.


Acheronta ◽  
2021 ◽  
pp. 166
Author(s):  
Gerardo Adrián Aguilar

<p class="Default"> Lo obra “<em>La ideología alemana</em>” de los autores Marx y Engels es relevante por su potencial descriptivo de lo real en términos de crítica. Filosóficamente, en términos de problematizaciones en el campo de la filosofía, constituye un quiebre, pues implica una profunda revisión de los postulados de idealismo y del materialismo.</p><p class="Default">El tema a abordar en el siguiente trabajo está centrado en la lateralidad del concepto de filosofía que percibimos en la obra, que se presenta como crítica, como una filosofía negativa, pero dejando entrever que introduce su concepto filosófico como análisis de los supuestos, para ello se pondrá a la luz la crítica a filosofía hegeliana y como al mismo momento presentan su concepto de filosofía.</p><p class="Default">Seguidamente desde el análisis de Michel Foucault se intentará poner de manifiesto una técnica de interpretación basada en la sospecha del lenguaje, para exponer y favorecer una correcta hermenéutica sobre esta filosofía crítica adoptada, posteriormente acercarle al lector como debe ser estudiada la historia y plasmar lo que propone Marx con respecto a ella.</p><p class="Default">Por último, entender las complejidades de la sociedad desde esta visión filosófica como práctica para conocer las diversidades contemporáneas bajo una interpretación de Enrique Dussel.</p><p class="Default">La finalidad del trabajo es apropiarnos de lo escrito por Marx y Engels, lo que fundamentan en su línea de pensamiento criticando el conocimiento existente, exponer una técnica para interpretarlos, dejar claro su concepto de filosofía y contrastarlo contemporáneamente.</p><p class="Default">Hobsbawm afirma sobre Marx: “… el reconocido padre fundador (con Durkheim y Max Weber) del pensamiento moderno sobre la sociedad.” (Hobsbawm, 2011, p. 21)</p>


2021 ◽  
Vol 18 (2) ◽  
pp. 6375-6379
Author(s):  
Natália Conceição Silva Barros Cavalcanti ◽  
Maria Carolina Xavier da Costa ◽  
Thiago José Ferreira de Sousa
Keyword(s):  

Resenha


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